Programa de Pós-Graduação em Nutrição
  • Exame de Qualificação de Mestrado

    Publicado em 26/06/2017 às 16:36
     
     
     

  • Defesas de Tese PPGN

    Publicado em 19/06/2017 às 12:05
     

  • Exame de Qualificação de Doutorado

    Publicado em 12/06/2017 às 15:08

  • Defesas de Dissertação

    Publicado em 30/05/2017 às 15:59

     

     

  • Revista de Nutrição – Divulgação SciELO 30(4) de 2017

    Publicado em 08/09/2017 às 18:21

    Informamos que o volume 30, número 4 de 2017 da Revista de Nutrição já se encontra disponível no site da SciELO.

     

    Veja a última edição da Revista no link abaixo:

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1415-527320170004&lng=pt&nrm=iso


  • Informativo da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição

    Publicado em 08/09/2017 às 18:13

    Notícia de Capa: CGAN participa de reunião sobre aprimoramento da Rotulagem Frontal

    No dia 21 de agosto, o Ministério da Saúde participou de reunião realizada pela ANVISA para discussão das propostas para aprimoramento da Rotulagem Frontal.

    A ANVISA recebeu cinco propostas, que foram apresentadas e discutidas na referida reunião. O Ministério da Saúde, representando a CAISAN, apresentou proposta; assim como a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, a Fundação Ezequiel Dias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, a Organização Pan Americana de Saúde Pública e a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional.

    Como um dos encaminhamentos do Grupo de Trabalho sobre Rotulagem Nutricional, instituído por meio da Portaria ANVISA nº 949, de 4 de junho de 2014, a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN elaborou e enviou à Anvisa proposta de rotulagem de alimentos na parte frontal das embalagens  como forma de promoção, apoio e proteção da alimentação saudável (…)

    Para saber mais sobre a reunião sobre aprimoramento da Rotulagem Frontal e acessar as demais notícias relacionadas à agenda de alimentação e nutrição no SUS:

    – Baixe a Segundeira da CGAN desta semana no link: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-download_file.php?fileId=1741; ou

    – Acesse o Blog da CGAN da RedeNutri (http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php).

    Nesta edição:

    • CGAN participa de reunião sobre Aprimoramento da Rotulagem Frontal
    • Seminário debate avanços do Chile no controle da publicidade de alimentos
    • Reunião do Guia Alimentar para crianças menores de dois anos
    • Governo federal define ações para sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis
    • Não é normal sentir dor na hora de amamentar
    • Centro de Excelência contra a Fome anuncia vencedores de concurso de pesquisa
    • Câmara Legislativa do DF realiza seminário sobre alimentação saudável
    • Inscrições abertas – Curso “Planejamento de Ações de Educação Alimentar e Nutricional no ambiente escolar”, na modalidade EAD
    • Reuniões e Agendas Estratégicas da CGAN
    • De olho na evidência
    • Espaço dos estados
    • Implementando o Guia Alimentar para a População Brasileira
    • Monitoramento semanal dos programas estratégicos da CGAN
    • Saiu na Mídia

    A Segundeira da CGAN é o informativo semanal da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, na qual são apresentadas as principais notícias da semana, agendas previstas da Coordenação, além de trazer atualizações sobre evidências científicas, textos de apoio para a implementação das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira e atividades realizadas nos municípios e estados relacionados à agenda de alimentação e nutrição no SUS e monitoramento de alguns programas.

     

    Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição

    Departamento de Atenção Básica

    Secretaria de Atenção à Saúde

    Ministério da Saúde

    Portal do Departamento de Atenção Básica: http://dab.saude.gov.br/portaldab/


  • Benefícios de proibição de publicidade infantil superam perdas em R$ 77 bi

    Publicado em 08/09/2017 às 18:11

    Os benefícios à sociedade da efetiva proibição da propaganda infantil no Brasil por 15 anos, a partir de 2017, poderiam superar em até R$ 76,9 bilhões os custos de empresas, governos e órgãos reguladores com a medida.

    A conclusão é de um estudo inédito realizado pela Unidade de Inteligência da “The Economist” (EIU, da sigla em inglês) a pedido da ONG brasileira Instituto Alana e divulgado nesta sexta-feira (25).

    Para chegar ao resultado, os pesquisadores calcularam o VAL (Valor Atual Líquido) —a diferença entre os valores dos benefícios e dos custos da medida— considerando seis setores: fast food, alimentos em supermercados, bebidas não alcoólicas, vestuário infantil, brinquedos/jogos e música/vídeo/bilheterias.

    Se a publicidade brasileira nesses segmentos excluísse definitivamente campanhas direcionadas a crianças de até 12 anos —responsáveis, de acordo com estimativa da EIU, por 5% das receitas totais—, a perda com receitas em publicidade e de anunciantes e os gastos de governos e entidades com a aplicação da medida (aumento da fiscalização) somariam um “valor de custo” de R$ 171,3 bilhões.

    O “valor de benefício” da proibição, no entanto, ainda seria de R$ 248,2 bilhões, resultando em uma relação custo-benefício positiva, de 1,45.

    Entre as vantagens do fim da publicidade infantil, o estudo cita a possível redução dos gastos com saúde, tanto privados, como consultas médicas e remédios, quanto públicos (campanhas e hospitalizações).

    “As crianças passariam a consumir menos alimentos e bebidas com alto teor calórico […], levando a uma redução das despesas com saúde associadas a doenças causadas por comer demais ou por manter hábitos alimentares ruins (como a obesidade)”, diz a pesquisa.

    Outros impactos positivos, mas que não puderam ser monetizados, seriam a redução de transtornos alimentares, o aumento da produtividade (incluindo na vida adulta) e uma melhor qualidade de vida psicológica e social, com menos conflitos familiares.

    Um dos desafios para a eficácia da medida é a fiscalização nas redes sociais, aponta o estudo. “Até que seja claramente do interesse dessas plataformas criar um mecanismo de aplicação mais forte para monitorar e remover o conteúdo que desrespeite as diretrizes e os limites legais, esse conteúdo provavelmente permanecerá à disposição das crianças.”

    A pesquisa ressalta que os dados disponíveis ainda são escassos e conclui que “à medida que mais informações sejam divulgadas ao público e os consumidores se informem mais sobre os produtos e práticas das empresas, provavelmente crescerá o apoio à proibição.”

    Vanessa Nadalin, técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), afirma, no entanto, que o resultado do estudo parece “muito robusto” para não ser considerado.

    “Em uma análise de custo-benefício, parece não haver dúvidas sobre as vantagens [da proibição]. Porque os custos apresentados não fogem muito disso. Já os benefícios monetizáveis englobam basicamente saúde, mas existem vários outros impactos que não puderam ser quantificados”, disse Nadalin em debate mediado pelo editor-executivo da Folha, Sérgio Dávila.

    REGULAMENTAÇÃO

    A pesquisa da EIU aponta que o Brasil já proíbe a publicidade dirigida a crianças menores de 12 anos na Constituição, no Código de Defesa do Consumidor, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Resolução 163/2014 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente).

    Apesar do respaldo legal, a proibição não é devidamente aplicada, afirma Romina Bandura, consultora sênior da EIU que apresentou o estudo. “Vemos linguagem infantil, uso de personagens, coisas que têm apelo para as crianças.”

    A questão legal sobre a proibição da publicidade infantil não é, contudo, consenso entre os atores e setores envolvidos.

    Segundo Milton Seligman, professor do Insper, o banimento da publicidade infantil não está definido em lei, e a proibição não resolveria o problema.

    “O estudo cita que não há dados suficientes sobre o tema e que a regulação, principalmente nas redes sociais, é difícil. Por não sabermos e não entendermos o cenário, vamos banir? Acredito que não. Precisamos debater e aprimorar o código de autorregulamentação”, disse.

    Seligman defende a atuação do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) e seu Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, que considera uma “excelente resposta para enfrentar o gravíssimo problema da publicidade voltada ao público infantil e adolescente.”

    Ele cita a seção 11 do artigo 37 do código, que diz que “nenhum anúncio dirigirá apela imperativo de consumo diretamente à criança” e condena “ação de merchandising ou publicidade indireta contratada que empregue crianças, elementos do universo infantil ou outros artifícios com a deliberada finalidade de captar a atenção desse publico específico, qualquer que seja o veículo utilizado.”

    Para o professor, a autorregulação reúne atores que podem fazer as determinações serem cumpridas muito mais rápido do que o Judiciário

    “Uma publicidade que seja denunciada e que o Conar entenda que ofende o que está escrito no código sai do ar imediatamente, em menos de 24h”, afirma e completa: “E aí, tem problema de prejuízo para os envolvidos.”

    Isabella Henriques, diretora de Advocacy do Alana, entende que há respaldo na lei para a proibição da publicidade dirigida ao público infantil. Ela cita o artigo 36 do Código de Defesa do Consumidor, que diz que a publicidade “deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.”

    “De fato, o código não fala que é proibido o direcionamento de publicidade infantil, mas ao falar também, no artigo 37, que é ‘abusiva a publicidade que se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança’, ele está dizendo que a publicidade não pode se aproveitar dessa fase peculiar de desenvolvimento. Considerando pesquisas que dizem que, mesmo quando a criança entende que aquilo é publicidade, ela não entende o caráter persuasivo da mensagem e não está em condições de se defender, existe o entendimento nosso e de vários juristas de que é intrínseco à publicidade dirigida ao público infantil ser abusiva”, explica Henriques.

    Ela destaca que a questão não é o fim da publicidade de produtos infantis, mas da propaganda direcionada às crianças, o que seria “benéfico para toda a sociedade.”

    Para Henriques, a autorregulação de órgãos como o Conar e das próprias empresas é muito importante e positiva, mas não suficiente. “A autorregulação precisa de mais transparência e de uma base rígida e sólida de regulação governamental para ampará-la.”

    Em nota, a Abral (Associação Brasileira de Licenciamento) afirma que a Constituição não proíbe a publicidade dirigida às crianças menores 12 anos e a resolução do Conanda “é uma recomendação, que não tem força de lei.”

    “O que existe é um sistema misto de regulação que pune os abusos. Constituição Federal, Estatuto da Criança e do Adolescente e Código do Consumidor regem a questão, além do Código de Autorregulamentação Publicitária do Conar. É permitido fazer publicidade direcionada a crianças desde que respeitando os limites impostos por esse arcabouço regulatório”, afirma.

    A entidade reconhece  a necessidade de uma vigilância permanente contra os abusos da publicidade infantil, mas considera que já existem mecanismos disponíveis para esse controle.

    Folha de S. Paulo, 25/8/2017


  • Aula inaugural e homenagem ao Professor Dr Francisco de Assis Guedes Vasconcelos

    Publicado em 30/08/2017 às 14:50

    No dia 25 de agosto foi realizada a aula inaugural do Programa de Pós Graduação em Nutrição da UFSC (PPGN/UFSC).

    O prof. Dr. Francisco de Assis Guedes Vasconcelos ministrou a aula sobre os 15 anos de história do PPGN/UFSC. Nesse momento, o professor também foi homenageado por sua trajetória acadêmica e como parte do Departamento de Nutrição da UFSC.

    ” Ao professor Chiquinho

    Ao querido mestre, o que se pode dar em troca?
    É árdua a tarefa de traduzir em palavras o agradecimento por toda a
    sua contribuição para a Nutrição. A repercussão e alcance do seu
    trabalho, contudo, mostrarão ao longo de muitos anos o legado construído.

    Expoente científico e um grande ser humano, sua imensa presença
    continuará preenchendo os corredores da UFSC e o coração dos tantos
    alunos e colegas por você tocados.
    Esta é uma pequena lembrança de reconhecimento e agradecimento e
    votos de que seus dias sejam cheios de paz.
    Com carinho, colegas da UFSC”

    Abaixo algumas fotos do evento. O material da aula pode ser encontrado clicando no link: Aula inaugural

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  • O artigo Oferta de Preparações Culinárias e Alimentos Regionais e da Sociobiodiversidade na Alimentação Escolar: Um Estudo na Região Sul do Brasil desenvolvido no âmbito do Programa de Pós Graduação em Nutrição da UFSC recebe prêmio do Centro de Excelência contra a Fome (WFP)

    Publicado em 28/08/2017 às 16:43
    O Centro de Excelência contra a Fome anunciou no dia 25 de agosto os vencedores do “Concurso de pesquisas científicas e projetos de inovação: Multiplicando experiências e estratégias sustentáveis de alimentação e nutrição do Brasil”.
    Dentre os vencedores está o artigo desenvolvido como um dos resultados do projeto de pesquisa:“Qualidade da alimentação escolar a partir do fornecimento de alimentos da agricultura familiar: um estudo multicêntrico da Região Sul do Brasil”, financiado pelo edital Universal MCTI/CNPq nº14/2012, coordenado pela Professora Suzi Barletto Cavalli.
    O artigo intitulado Oferta de Preparações Culinárias e Alimentos Regionais e da Sociobiodiversidade na Alimentação Escolar: Um Estudo na Região Sul do Brasil de autoria de  Mariana Werlang Girardi, Rafaela Karen Fabri, Vitória Uliana Bianchini, Suellen Secchi Martinelli e Suzi Barletto Cavalli ficou na 5ª posição na categoria artigos.
    O objetivo da iniciativa foi dar destaque para artigos de pesquisa científica e projetos de implementação de ações sustentáveis de alimentação e nutrição no Brasil que possam ter sua experiência compartilhada e multiplicada por intermédio do Centro de Excelência na África. Os vencedores em primeiro lugar nas duas categorias participarão de uma viagem de estudos promovida pelo Centro de Excelência.Uma comissão julgadora, composta por representantes da UNICAMP, CFN, CRN1, CONSEA e ASBRAN, escolheu os cinco melhores artigos e os cinco melhores projetos.
    Resultado disponível na página do World Food Program no facebook.

  • UNICEF busca consultor para estudo sobre Escolas e Obesidade Infantil

    Publicado em 28/08/2017 às 15:34

    A Unicef está buscando consultor para desenvolvimento de estudo em países da América Latina sobre “Escolas como ambientes de prevenção para crianças com sobrepeso e obesidade”. Um tema de muita relevância para a agenda da Aliança!

    Vejam mais detalhes abaixo e no link sobre a vaga: https://www.unicef.org/about/employ/?job=506684

    LAC SCHOOLS AS ENABLING ENVIRONMENTS FOR THE PREVENTION OF CHILD OVERWEIGHT AND OBESITY

    General objective: Develop a panoramic review of regulation, guidelines and practices in schools in LAC related to schools as enabling environment for health and nutrition including literacy, physical activity and education, access to healthy food and beverage and protection from marketing to children.

    Specific objectives:

    –          Review national legislation, regulations, guidelines in schools in LAC, including provisions for health and nutrition literacy, physical activity and education, availability of healthy food and beverage and protection from marketing to children.

    –          Obtain primary qualitative data on current standards and practices on the above themes from national education authorities, school administrators and teachers, parents and pupils in selected schools and countries.

     


  • ABERTA CHAMADA CNPQ/ANVISA: PESQUISA EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA

    Publicado em 28/08/2017 às 15:32

    CHAMADA CNPQ/ANVISA : PESQUISA EM VIGILÂNCIA SANITÁRIA

    A presente chamada pública tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico em vigilância sanitária.

     

    Inscrições:
    • 21/08/2017 a 05/10/2017

  • Aula Inaugural PPGN 2017

    Publicado em 23/08/2017 às 14:27

    O Programa de Pós – Graduação em Nutrição da UFSC convida toda a comunidade acadêmica para a aula inaugural que será ministrada pelo professor Dr.  Francisco de Assis Guedes de Vasconcelos, no dia 25/08/2017 às 14h.

    O tema da aula será: Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC: 15 anos de história (2002-2017).

     


  • Rede Nacional disponibiliza nova ferramenta de acesso a conteúdo científico

    Publicado em 05/07/2017 às 14:11

    Os usuários das instituições pertencentes à comunidade acadêmica federada (CAFe), como a UFSC, têm acesso a diversos serviços, tanto os da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa  (RNP), quanto os oferecidos por outras organizações que participam da Federação e suas parceiras internacionais, como EduGAIN. O mais novo serviço disponibilizado da Federação é o EBSCOhost.

    A plataforma EBSCOhost oferece o acesso a conteúdo científico e a pesquisa por meio de cinco recursos gratuitos disponíveis a todo pesquisador a qualquer momento, como o American doctoral dissertation, banco de dados de pesquisa com mais de 172 mil teses e dissertações. O EBSCOhost possui uma abrangente coleção de conteúdo, incluindo a indexação de assuntos, texto completo de alta qualidade e toda a coleção de bibliotecas da EBSCO information Services, oferecendo uma experiência de descoberta personalizável aos clientes.

    Para acessar, você precisa estar na rede da UFSC, fisicamente, ou usando a VPN.

    O link para acesso a ferramenta é em https://search.ebscohost.com.

    Para mais informações, acesse https://www.rnp.br/noticias/novo-servico-disponivel-aos-clientes-cafe

    Fonte: Notícias da UFSC


  • USP quer preparar pós-graduandos para a docência

    Publicado em 05/07/2017 às 14:05

    Falta de discussão e de valorização da carreira docente dificulta a formação de professores universitários.

    A vocação docente está prevista como fim da pós-graduação desde o seu primeiro plano nacional, publicado em 1965. Mas, desde então, novas possibilidades de carreiras surgiram e tomaram o espaço da prática docente no mestrado e doutorado. É o que observa Carlos Gilberto Carlotti Jr., pró-reitor de Pós-Graduação da USP.

    “Por isso, erroneamente questionam se o pós-graduando deve ter habilidades pedagógicas”, diz Carlotti. “Independentemente do seu ramo de atividade, o estudante deve ter uma formação didático-pedagógica, porque assim ele desenvolverá uma série de habilidades de raciocínio, contextualização e de apresentação de ideias.”

    Para preencher a lacuna no ensino da docência aos mestrandos e doutorandos, a Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG) da USP criou, no ano passado, um grupo de estudos para formular práticas de formação didático-pedagógicas aos alunos da pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado).
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