Processo Seletivo Mestrado e Doutorado PPGN/UFSC 2018

22/12/2017 11:17

O Programa de Pós-Graduação em Nutrição lança edital de seleção para novos alunos de mestrado e doutorado, que queiram ingressar no ano de 2018.

As inscrições no processo seletivo do PPGN de Mestrado e Doutorado ocorrerão apenas entre os dias 19 de fevereiro e 16 de março de 2018.

Acesse o link a seguir (Clique aqui) para acessar o edital de seleção do PPGN e o formulário de inscrição.

[ATUALIZAÇÃO 28/03/2018] Saiu o resultado da homologação das inscrições no processo seletivo. Acesse o link a seguir para ter acesso ao resultado: Clique aqui

[ATUALIZAÇÃO 03/04/2018] Houve correções e retificações nas homologações de Mestrado e Doutorado. Acesso o link a seguir para ter acesso ao resultado: Clique aqui

[ATUALIZAÇÃO 07/05/2018] Está disponível o resultado dos aprovados na análise do Memorial Descritivo e Plano Científico de Trabalho, assim como a publicação do cronograma de arguição dos projetos. Acesso ao link a seguir para ter acesso ao resultado: Clique aqui

[ATUALIZAÇÃO 16/05/2018] Está disponível o Resultado FINAL da Seleção de Mestrado e Doutorado PPGN 2018. Os candidatos tem 24 horas para impetrar recurso do resultado final, conforme definido em edital. Acessem o link para acessar o resultado: Clique aqui

Mapa e CNPq vão financiar pesquisa em agroecologia e produção orgânica

23/03/2016 17:19
Estudantes, agricultores, produtores, professores e agentes de Ater podem se inscrever até dia 12 de maio
 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) abriram chamada pública para conceder apoio financeiro a atividades de extensão, pesquisa e educação relacionadas à agroecologia e a sistemas orgânicos de produção. Os interessados devem enviar suas propostas até 12 de maio deste ano. Clique aqui para acessar o site do CNPq.

A chamada pública tem como público-alvo estudantes do ensino básico, técnico e tecnológico; agricultores familiares; produtores em transição agroecológica ou envolvidos com a produção orgânica ou de base agroecológica; professores de instituições de ensino da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater).

Os projetos inscritos devem integrar atividades de extensão tecnológica, pesquisa científica e educação profissional para construção e socialização de conhecimentos e técnicas relacionados à agroecologia e aos sistemas orgânicos de produção. O edital prevê também a implantação ou manutenção de núcleos de estudo em agroecologia e produção orgânica.

As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de R$ 4,07 milhões, sendo R$ 2,6 milhões destinados ao pagamento de bolsas e R$ 1,4 milhão ao custeio das pesquisas. Cada projeto terá valor máximo de financiamento de R$ 100 mil.

O resultado da seleção deverá ser divulgado a partir de 12 de julho, no Diário Oficial da União e na página do CNPq na internet.

A última chamada pública do Mapa e do CNPq ocorreu em 2014, voltada para pesquisa em sementes, adubos verdes e boas práticas de extrativismo. Com investimento de R$ 6,8 milhões, o edital selecionou 23 projetos, que resultaram no apoio a 119 núcleos.

O Mapa estima que, até o momento, os estudos beneficiaram mais de 125 mil pessoas (técnicos, agricultores e estudantes) e viabilizaram mais de 1.700 produções acadêmicas.

Fonte

Boletim Caisan (18/03/2016)

23/03/2016 17:09
Agricultura familiar brasileira na África do Sul

Agricultores podem se inscrever até 3 de abril para levarem seus produtos para serem expostos na Feira Internacional da África do Sul – Saitex 2016

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Após passar por uma cirurgia, o empresário Bruno Santos, de 31 anos, tomou consciência da importância da alimentação mais natural para uma vida saudável

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Incertezas sobre a microcefalia

22/03/2016 17:31

Foi preciso atravessar meio mundo para o vírus zika deixar o anonimato. Por quase 60 anos o vírus circulou pela África e pela Ásia praticamente sem ser notado. Ao aportar no Brasil, porém, encontrou condições favoráveis para se espalhar rapidamente e atraiu a atenção internacional ao se tornar o principal suspeito do aumento nos casos de microcefalia, um tipo de má-formação congênita da qual pouco se ouvia falar no país.

Microcefalia é um termo de origem grega usado pelos médicos para designar uma condição em que as crianças nascem com a cabeça pequena Zika_GettyImages-139204527demais para o tempo de gestação. A maioria delas, segundo especialistas, é saudável. Apenas uma pequena parte nasce com microcefalia em decorrência de problemas de desenvolvimento que deixam o cérebro menor. Nesses casos, não há cura. Um bebê pode nascer com o cérebro pequeno demais por causa de uma série de defeitos genéticos – há ao menos 16 genes conhecidos associados ao problema. Mas também pode ter microcefalia em consequência de razões ambientais, como o consumo de álcool ou exposição a produtos tóxicos na gestação, ou de uma série de infecções, como as causadas pelo vírus da rubéola e do herpes, pelo parasita da toxoplasmose ou pela bactéria da sífilis.

Clique aqui e leia o texto na íntegra.

Boletim Rede @limenta – Brasil Saudável e Sustentável (16/03/2016)

22/03/2016 17:07
Uma alimentação melhor desde a escola
Campanha Brasil Saudável e Sustentável vai reforçar que crianças consumam produtos saudáveis e estimulem pais a melhorarem hábitos

Uma das principais ações da campanha Brasil Saudável e Sustentável será melhorar a alimentação escolar. Segundo a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, que participou do lançamento da iniciativa nesta terça-feira (15), no Rio de Janeiro, as crianças aprendem na escola a comer melhor e leva esse aprendizado para toda a família. “Queremos que a criança fale: ‘não compre isso, pai’. Estamos em uma grande disputa para ganhar as crianças dentro da escola, para que eles possam nos ajudar a ganhar também os adultos.”

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Campanha lança aplicativo que localiza feiras orgânicas em todo o país

Mapa de Feiras Orgânicas no Brasil tem mais de 500 pontos de comercialização

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Acesse o site Brasil Saudável e Sustentável

A campanha é uma iniciativa do MDS e parceiros, com objetivo de promover a alimentação saudável e alertar quanto aos riscos decorrentes da má alimentação. O site traz notícias sobre as ações da campanha, informações sobre os parceiros e até dicas de alimentação.

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Quer saber mais sobre a campanha?A Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) lançou nesta terça-feira (15) um vídeo em apoio à campanha “Brasil Saudável e Sustentável”

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Secretaria de Educação participa da Campanha Brasil Saudável e SustentávelA secretária municipal de Educação, Helena Bomeny, participou, ao lado da ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, do lançamento da campanha Brasil Saudável e Sustentável, nesta terça-feira (dia 15), na Firjan, no Centro do Rio.

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Governo e sociedade lançam campanha pela alimentação saudávelO INCA é parceiro da campanha, pois defende que todo brasileiro tenha acesso à alimentação saudável, fundamental na promoção da saúde.

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Rio sedia lançamento da campanha Brasil Saudável e Sustentável

O Rio foi palco, na manhã do dia 15, do lançamento da campanha Brasil Saudável e Sustentável. Coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), em parceria com a Prefeitura do Rio e organizações da sociedade civil, a campanha tem como objetivo promover a alimentação saudável e alertar para os riscos da má alimentação entre os brasileiros.

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Bela Gil na Campanha Brasil Saudável e Sustentável

A chef de cozinha natural Bela Gil fala sobre a importância da Campanha Brasil Saudável e Sustentável.

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Combate a obesidade é desafio da Campanha Brasil Saudável e Sustentável

Entrevista com ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campelo e Fabiano Horta, secretário de Desenvolvimento Econômico e Solidário do município do Rio de Janeiro.

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Imagem de rodap? - Minist?rio do Desenvolvimento Social e Combate ? Fome

 

Mulheres na ciência

16/03/2016 08:55

A contribuição das mulheres em diversas áreas do conhecimento e os desafios a serem superados para aumentar a participação feminina na pesquisa científica brasileira foram temas de reportagens e entrevistas publicadas nos últimos anos.

Política:

Entrevistas:

Ciência:

Humanidades:

Artes:

Vídeos:

Rádio:

Fonte: Revista Pesquisa FAPESP

Fraudes escamoteadas

03/02/2016 11:45

Pesquisadores que falsificam dados em artigos científicos costumam adotar padrões de escrita para tentar mascarar pistas de má conduta. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado por Jeff Hancock e David Markowitz, professores do Departamento de Comunicação da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. No trabalho publicado em novembro no Journal of Language and Social Psychology, eles mostram que há distinções no estilo de escrita em artigos fraudulentos e não fraudulentos. Os autores analisaram 253papers publicados em vários periódicos na área de biomedicina que foram retratados entre 1973 e 2013. Com a utilização de técnicas de linguística computacional, os documentos foram comparados com artigos que não foram alvo de retratação, publicados nas mesmas revistas e no mesmo período, abrangendo assuntos parecidos. Os resultados mostram que os artigos retratados apresentam um nível elevado do que eles chamam de “ofuscamento linguístico”. “Cientistas que falsificam dados têm consciência de que estão cometendo má conduta e não querem ser pegos. Uma estratégia para contornar isso é tentar ofuscar a fraude por meio de palavras ou expressões no texto”, explicou Markowitz aosite da Universidade Stanford. Esse fenômeno já havia sido observado em relatórios financeiros. “Quisemos verificar se o mesmo ocorre em artigos científicos.”

Observou-se, por exemplo, que os artigos fraudulentos apresentam um número maior de jargões técnicos: em média, cerca de 60 termos especializados a mais do que em artigos não fraudulentos. Uma explicação possível é que essas palavras, incomuns na comunicação do cotidiano, ajudam a simular o lastro científico do artigo. Também ocorre uma incidência menor de termos que expressam emoções ou juízo de valor, como “sucesso” ou “melhorar”, nos papers retratados. De acordo com os autores da pesquisa, utilizar menos palavras que soem positivas, como afirmar que os resultados obtidos são “satisfatórios”, serve para não chamar a atenção do leitor em relação aos dados falsificados no artigo. “Nosso trabalho é uma contribuição dentro de um esforço de pesquisa que busca compreender como a linguagem pode revelar dinâmicas sociais e psicológicas, como a fraude”, explica Markowitz. No entanto, ele ressalta a necessidade de mais estudos sobre o assunto para que essa abordagem possa ser utilizada para detectar fraudes.

Fonte: Revista Pesquisa FAPESP

Cidades sustentáveis e saudáveis: microcefalia, perigos do controle químico e o desafio do saneamento universal

02/02/2016 18:05

Abrasco emite Nota oficial onde diz não às mesmas medidas ineficazes e perigosas e sim às ações socioambientais transformadoras

A Abrasco manifesta-se através da atuação dos Grupos Temáticos de Saúde e Ambiente; Saúde do Trabalhador; Vigilância Sanitária; Promoção da Saúde e Desenvolvimento Sustentável e ainda Educação Popular em Saúde, sobre a epidemia de microcefalia. O documento pretende aprofundar reflexões, questionamentos e fazer proposições que possam orientar as políticas públicas na intervenção preventiva frente ao surto.

O crescimento exponencial da epidemia de dengue (em 2015, o Ministério da Saúde registrou 1,649,008 casos prováveis desta virose no país e houve um aumento de 82,5% dos óbitos em relação ao ano anterior). A expansão territorial da infestação pelo Aedes aegypti atestam o fracasso da estratégia nacional de controle. Com o surgimento da epidemia do zika vírus, com repercussões ainda mais danosas ao ser humano, urge a revisão de nossa política e do programa de controle da infestação dos Aedes visando impedir a ocorrência de epidemias por arbovírus.

Vários fatores estão envolvidos na causa dessa tragédia sanitária. Trata-se de um fenômeno complexo. Para a Abrasco, a degradação das condições de vida nas cidades, saneamento básico inadequado, particularmente no que se refere à dificuldade de acesso contínuo a água, coleta de lixo precária, esgotamento sanitário, descuido com higiene de espaços públicos e particulares – são os principais responsáveis por esse desastre.

Observa-se que a distribuição espacial por local de moradia das mães dos recém-nascidos com microcefalia (ou suspeitos) é maior nas áreas mais pobres, com urbanização precária e  saneamento ambiental inadequado. Nestas áreas, o provimento de água de forma irregular ou intermitente leva essas populações ao armazenamento domiciliar de água de modo inadequado, condição muito favorável para a reprodução do Aedes aegypti.

Associa-se a isto a debilidade do Sistema Único de Saúde – SUS e do Estado brasileiro para enfrentar este problema. Não há integração entre municípios, estados e União, o que impede a implementação de ações sincronizadas. Defendemos a constituição de estruturas de Vigilância à Saúde, em cada uma das 400 Regiões de Saúde, com unificação de recursos visando planejamento e gestão das ações tanto dos municípios quanto de estados e União.

O enfrentamento destas epidemias necessita de ações que atuem em curto e médio prazo: – Apoio e articulação de pesquisas voltadas para produção de vacinas, com prioridade para o zika vírus; estudos para produzir  conhecimentos da epidemia desta doença, definindo cientificamente seu modo(s) de transmissão, danos ao sistema nervoso, desenvolvimento em escala de testes clínicos, dentre outras inciativas . – Controle da infestação de Aedes, por meio do desenvolvimento de ações imediatas em larga escala de destruição de criadouros e  melhoria das condições sócio-ambientais de nossas cidades. É importante assinalar que estas intervenções urbanas precisam ser realizadas de forma contínua e sistemática, e não como campanhas sanitárias pontuais. O terceiro tipo de ação se refere ao cuidado preventivo e atenção à saúde das pessoas expostas ao risco e infectadas.
(mais…)

Ética em pesquisas patrocinadas

18/01/2016 14:39

O Committee on Publication Ethics (Cope), fórum que fornece aconselhamento sobre ética e integridade para editores de revistas científicas, deu aval em novembro para o GPP3, a mais nova versão do código de boas práticas para a divulgação de pesquisas patrocinadas por empresas médicas, farmacêuticas e de biotecnologia. O guia foi lançado pela primeira vez em 2003, formulado por um pequeno grupo de profissionais com atuação em indústrias de medicamentos, e sofreu uma primeira atualização em 2009 com a colaboração de cerca de 200 editores e pesquisadores, na maioria norte-americanos. Desta vez, o escopo foi ampliado, com a contribuição de membros da Europa e da Ásia.

O código traz novas seções que incorporam diretrizes consagradas em outros documentos, como a que condena o plágio ou a que especifica os tipos de contribuição que habilitam um pesquisador a assinar um artigo como autor. Também avança ao recomendar etapas precisas para o processo de publicação, como a formulação de um planejamento para assegurar que tanto os resultados positivos como os negativos sejam divulgados, que os dados sejam apresentados em congressos médicos relevantes na primeira oportunidade possível e que se evite a publicação dos achados em mais de um periódico.

Outra novidade é o capítulo sobre o papel dos redatores médicos na confecção dos artigos. O guia recomenda que os autores tenham ajuda desses profissionais para melhorar a qualidade e a clareza dos textos. Essa contribuição, porém, apenas em casos excepcionais qualifica os redatores a se tornarem coautores do trabalho. Mas a colaboração deve ser declarada no artigo e não se confunde com o trabalho de umghost writer.

Segundo Liz Wager, ex-presidente do Cope que ajudou a formular as três versões do código, o tom do documento é mais assertivo do que o dos anteriores. “Muitas das normas que eram precedidas com ‘nós recomendamos’ foram substituídas por afirmações sobre o que empresas, pesquisadores e autores ‘deveriam’ ou ‘devem’ fazer”, disse ela em seu blog. Tanto a nova versão do guia como as anteriores afirmam, com clareza, que “todos os resultados de um ensaio clínico devem ser reportados”. Se hoje essa afirmação está amparada por outros códigos de boas práticas e pela legislação dos Estados Unidos, na época em que o primeiro GPP foi lançado o assunto era cercado de controvérsia. Pouco antes da divulgação da primeira versão do guia, a indústria farmacêutica norte-americana lançou diretrizes próprias, segundo as quais apenas os “resultados significativos” precisariam ser divulgados. O GPP3 admite que nem sempre os resultados de testes clínicos são apropriados para gerar um artigo. Mas recomenda que todos os dados de ensaios sejam divulgados em repositórios públicos.

Fonte: Revista Pesquisa FAPESP