11th International Conference on Culinary Arts and Sciences – 2019

22/05/2018 13:29

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The 11th International  Conference on Culinary Arts and Sciences is being hosted by Cardiff Metropolitan University, specifically the Welsh Centre for Tourism Research (WCTR) in conjunction with the ZERO2FIVE Food Industry Centre (FIC).   WCTR has expertise in the areas of hospitality and frontline food service sector operations whilst ZERO2FIVE specialises in food manufacture, new product development, food safety and food science.  In addition, ICCAS 2019 includes a dedicated postgraduate symposium as a pre-conference activity, aimed at research students and early career researchers.

 

ICCAS 2019 brings together three organisations whose core aim is to contribute positively to global society through the medium of food.  The conference theme, Food and Society, reflects the key role the food and drink industries play in society.  In Wales, for example, the 2017 Welsh Government economic action plan, Prosperity for All, is based on four foundational sectors, two of which are food and tourism. These are recognised as being crucial to the lives of people and communities across Wales and are instrumental in creating long-term sustainable local economies.  As part of the theme of food and society we are working with The Clink Charity. One of the Keynote Speakers is a director of the charity and The Clink Restaurant in Cardiff will work with the Park House, an award-winning fine dining restaurant set in a Grade 1 listed building, to deliver the conference gala dinner.

 

Para mais informações: News ICCAS 2019

UFSC integra rede ibero-americana de universidades promotoras da saúde

14/05/2018 12:01

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) é, agora, integrante da Rede Ibero-americana de Universidades Promotoras da Saúde (Riups). O certificado de adesão foi entregue durante o I Encontro da Rede Brasileira de Universidades Promotoras da Saúde (Rebraups), realizado na Universidade de Brasília (UnB), de 25 a 27 de abril.

Paulo, o reitor Ubaldo e a pró-reitora Carla Búrigo: Certificado da Saúde

Paulo Eduardo Botelho, diretor do Departamento de Atenção à Saúde (DAS), vinculado à Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (Prodegesp/UFSC), enfatiza que o certificado ratifica a disposição da universidade de fixar um compromisso com as ações de saúde dentro da instituição, fortalecendo aquelas que já são desenvolvidas.

Essas ações, acrescenta Paulo Botelho, são a base de um conceito ampliado de saúde e envolvem a preocupação com o cuidado nutricional, o projeto pedagógico dos cursos ou as licitações, para citar alguns exemplos. “Temos, como universidade, uma grande responsabilidade em definir políticas públicas que ajudem a promover a saúde e a qualidade de vida das comunidades interna e externa”.

Marcela Veiros, Paulo e Andrea: visão holística

A proposta da Rede Brasileira de Universidades Promotoras de Saúde é integrar as instituições de ensino superior do país que atuem promoção da saúde, articular entidades, compartilhar experiências e identificar potencialidades nessa área.

“Trata-se de uma visão mais holística sobre a promoção da saúde nessas instituições”, argumenta Marcela Boro Veiros, chefe do Departamento de Nutrição da UFSC. “Essa é uma questão que envolve toda a comunidade universitária e é uma construção coletiva”, completa a médica do trabalho, Andréa Benincá de Almeida.

 

Encontro em Brasília: integração

Já a Mostra de Experiências Promotoras de Saúde, que fez parte da agenda do evento, exibiu trabalhos, produtos e experiências em torno do tema “Equidade, Sustentabilidade, Inovação e Participação Social”, na perspectiva da promoção da saúde, principalmente no contexto das universidades.O encontro em Brasília reuniu representantes de Instituições de Ensino Superior de várias regiões do Brasil e outros países para discutir sobre caracterização, gestão e integração de Universidades Promotoras de Saúde por meio da Rede Rebraups.

 

Fonte: Equipe Agecom/UFSC

Fotos: Divulgação

Pint of Science – Divulgação científica em bares e restaurantes

11/05/2018 12:47
Pint of Science BR

Fonte: divulgação Pint of Science

Durante o festival, moradores de mais de 50 cidades brasileiras poderão conversar com pesquisadores de diferentes áreas sobre seus estudos recentes e o impacto da ciência na sociedade de uma forma descontraída, sem necessidade de inscrição ou de conhecimento prévio.

A ideia é aproximar os cientistas do público em geral e discutir sem formalidades, de maneira acessível e divertida, temas que têm influência no cotidiano. Trocar tubos de ensaio por canecas de cerveja e, entre um gole e um petisco, conversar sobre assuntos como febre amarela, funcionamento do cérebro ou efeito estufa.

As rodas de conversa ocorrem nos dias 14,15 e 16 de maio, em Florianópolis, e são abertas ao público.

Para mais informações: Notícias da UFSC , Pint of Science

Fonte: Pint of Science

 

VIII Congresso ibero-americano de pesquisa qualitativa em saúde

11/05/2018 12:41

VIII Congresso Iberoamericano de Pesquisa Qualitativa em Saúde / VIII Congreso Iberoamericano de Investigación Cualitativa En Salud

O VIII Congresso Iberoamericano de Pesquisa Qualitativa em Saúde tem como objetivo promover a investigação qualitativa em saúde na Ibero-América como aconteceu nos eventos anteriores realizados no México (2003), na Espanha (2005), em Porto Rico (2008), no Brasil (2010), em Portugal (2012), na Colômbia (2014) e na Espanha (2016).

O prazo para inscrições promocionais e envio de trabalhos vai até 30 de maio.

Para mais informações: VIII Congresso ibero-americano de pesquisa qualitativa em saúde

Boletim CAISAN – Câmara interministerial de segurança alimentar e nutricional

10/05/2018 12:25

Foto: Lia de Paula/MDS

MDS amplia rede de entidades que podem receber produtos da agricultura familiar 

Resolução permite que alimentos adquiridos por meio do PAA cheguem a um maior número de beneficiários em vulnerabilidade social 

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Foto: Divulgação/FAO

Brasil reúne nove países para discutir políticas voltadas à alimentação saudável
Evento acontece por meio da Década de Ação pela Nutrição (2016-2025) da ONU. Redução da obesidade e do consumo de sal são temas principais dos trabalhs

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Foto: Mauro Vieira/MDS

MDS promove discussões sobre alimentação em congresso de nutrição 

Estande abrigou, no Cobran 2018, progamação com oficinas, rodas de conversa e exposição de vídeos com enfoque em ações de educação alimentar e nutricional

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Foto: Divulgação/Conbran

Ministério da Saúde apresenta ações para prevenção e controle da obesidae 

Durante Congresso de Nutrição, o órgão ofereceu palestras sobre alimentação saudável e como evitar o excesso de peso, principalmente para o público infantil 

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Foto: Rafael Zart/MDS

Oficina debate ações do governo federal para combater sobrepeso e obesidade

Coordenado pelo MDS, encontro teve como objetivo a troca de experiências e o desenvolvimento de estratégias para enfrentar o problema

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Fonte: MDS

For whom? Questioning the food and farming research agenda

10/05/2018 12:12

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This collection of articles addresses key questions about how the research agenda is set in food and farming, unmasks and challenges the dominant research paradigm, and highlights inclusive alternatives to deliver public good. In doing so, the Food Ethics Council seeks to challenge accepted opinion and spark fruitful debate about the future food and farming research agenda.

Disponível na página: Food Ethics Council

 

 

 

Boa parte do shoyu produzido no Brasil tem alto teor de milho

02/05/2018 17:20

Boa parte do shoyu produzido no Brasil tem alto teor de milho

Amostras analisadas tinham, em média, menos de 20% de soja em sua composição

No mundo todo, o principal componente do shoyu, condimento fundamental da culinária asiática, é a soja. No Brasil, é diferente. Aqui, muitas empresas substituem, ou trocam, a soja pelo milho. A conclusão é de um grupo de pesquisadores do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), ambos da Universidade de São Paulo (USP), que analisou a composição química de 70 amostras de shoyu de marcas comercializadas no país.

Em países como Japão, China e Coreia do Sul, o molho shoyu é feito de soja com proporções pequenas de outros cereais como trigo ou cevada. “O que a indústria brasileira oferece ao consumidor não é shoyu propriamente dito, é um molho escuro e salgado elaborado a partir de milho, que deveria ter outro nome”, destaca a bióloga Maristela Morais, uma das coordenadoras do grupo, ao lado do engenheiro agrônomo Luiz Antonio Martinelli. Ambos são do Cena-USP.

Para identificar os ingredientes usados na elaboração do molho, os pesquisadores mediram a proporção de duas variantes do elemento químico carbono encontradas nas amostras. Soja, arroz e trigo são plantas que absorvem o gás carbônico da atmosfera e, sob a luz solar, realizam reações químicas que geram moléculas de açúcar contendo três átomos de carbono – é o chamado sistema de fotossíntese C3. Já o milho é uma planta de via fotossintética C4, por produzir açúcares com quatro carbonos. Esses açúcares continuam a existir nos alimentos, mesmo depois de os grãos serem processados, e funcionam como uma assinatura química de sua origem.

Ao analisar as amostras, os pesquisadores verificaram que o milho era o principal componente do shoyu comercializado no Brasil (Journal of Food Composition and Analysis, 3 de abril). Em média, as amostras analisadas tinham menos de 20% de soja em sua composição. Acredita-se que o uso de milho na produção do condimento esteja relacionado ao preço do grão, consideravelmente mais barato que o da soja. Entre 2007 e 2017, o preço médio da soja foi o dobro do preço médio do milho no Brasil. “O uso de milho na produção de shoyu não é ilegal, já que a legislação brasileira não especifica qual deve ser a proporção de cereais usados na sua fabricação”, afirma Maristela.

Artigo científico
MORAIS, M.C. et alStable carbon isotopic composition indicates large presence of maize in Brazilian soy sauces (shoyu). Journal of Food Composition and Analysis. v. 70, p. 18-21. abr. 2018.

FONTE: Revista Fapesp

Entidades enviam a senadores carta contra projeto que limita rotulagem de transgênicos

02/05/2018 17:13

Proposta que tramita no Senado desobriga indústrias de estamparem na embalagem de alimentos que contenham mais de 1% de ingredientes transgênicos uma letra T

Organizações ligadas à alimentação saudável, ao meio ambiente e à saúde encaminham nesta terça-feira, 24, carta a senadores solicitando a rejeição do projeto que limita a rotulagem de transgênicos no País.

O documento, que conta com mais de 100 assinaturas, incluindo da Fundação Oswaldo Cruz (ligada ao Ministério da Saúde), classifica a proposta como um retrocesso do ponto de vista ambiental, de saúde pública e dos direitos dos consumidores.

Entidades enviam a senadores carta contra projeto que limita rotulagem de transgênicos
Selo que identifica ingrediente transgênico no produto   Foto: Divulgação

Na carta, entidades argumentam ainda que o Brasil é signatário de um acordo que proíbe poderes públicos de retrocederem em relação à proteção da alimentação adequada. Justamente por isso, afirma a nota: “A aprovação desse PL viola as obrigações do Estado Brasileiro.”

A proposta que tramita no Senado desobriga indústrias de estamparem na embalagem de alimentos que contenham mais de 1% de ingredientes transgênicos uma letra T.

A regra, que está em vigor desde 2003, é considerada essencial por grupos ligados ao direito do consumidor e  à alimentação saudável. “O alerta é um direito à informação”, resume a diretora do ACT Promoção à Saúde, Paula Johns. “Se for retirada a obrigação, o Brasil dará um passo para trás no seu protagonismo de informação aos consumidores”, avalia o advogado do Idec, Igor Britto.

O texto  foi aprovado na semana passada na Comissão de Meio Ambiente do Senado, numa sala com poucos parlamentares. O relator do projeto, Cidinho Santos (MT), aproveitando a ausência de colegas contrários à mudança, tentou apressar a tramitação, sugerindo regime de urgência. Com esse recurso, não há necessidade de o projeto passar em outras comissões. Bastaria a aprovação com maioria simples para o projeto ir à sanção.

Santos não escondeu ter adotado a estratégia de aguardar a ausência de opositores para apressar a votação do projeto. “Há uma espécie de ideologia, de religião contra transgênico. Isso só faz mal ao País, à exportação”, argumentou semana passada.

O senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou um requerimento para que o projeto seja avaliado em outras comissões antes de ir ao plenário. “Não estamos aqui falando de saúde, porque não há nada que indique que produtos são ou não prejudiciais para o organismo. Estamos falando de um direito de escolha”, completou. Apesar da defesa da regra atual, Costa,  avalia ser grande a probabilidade de o projeto ser aprovado a toque de caixa. É isso que entidades querem evitar.

Para justificar a proibição da inscrição, Cidinho Santos afirma que nenhum país no mundo adota uma advertência semelhante. “Isso acaba afugentando consumidores. Seria o mesmo que ter um S para produtos com sódio ou G para produto com gordura”, completou.

Na carta, associações que defendem o alerta observam que o “T” de transgênico não faz alusão ao perigo, mas apenas contribui para fácil visualização. O relator do projeto argumenta ainda que, embora a proposta indique a retirada da letra T, a informação sobre a presença do transgênico estará mantida. “Ela estará na tabela com a composição, disse. “Quem quiser, basta procurar.”

Entidades contrárias à medida, no entanto, observam que as inscrições na tabela nutricional são confusas e de difícil identificação. O advogado do Idec observa que com a proposta poucos produtos necessitarão inscrever a presença de transgênico na tabela nutricional.   Isso porque uma regra da proposta determina que a análise da existência de produto transgênico deverá ser feita com produto final. “A obrigação atual da indústria é fazer uma análise de toda cadeia produtiva. Se em algum momento tiver o uso de transgênico, isso deve ser apontado.”

É justamente isso que o texto quer evitar. O relator argumenta: “Não faz sentido. Uma vaca se alimenta com uma ração que tem transgênico e seu leite também deve ser considerado como tal?”

Durante a tramitação, mais de 15 mil pessoas enviaram mensagem ao Senado, manifestando-se contrárias à proposta. O projeto foi alvo ainda de 30 moções de repúdio. Na carta, entidades dizem ainda que o Brasil é o País que mais possui variedades transgênicas liberadas para o plantio ou consumo. São 38 de milho, 13 de soja, uma de feição, 15 de algodão e uma de eucalipto.

Fonte: Estadão