Notícia de Capa: Ministério da Saúde realiza oficina de escuta com especialistas para opinar sobre o Guia Alimentar para crianças menores de dois anos

19/03/2018 09:49

Durante os dias 28 de fevereiro e 01 de março de 2018, ocorreu a oficina com especialistas para opinar sobre a versão preliminar do Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos. Foi um momento de escuta e acolhimento das críticas à versão elaborada pelo grupo técnico do material. Na próxima etapa esse grupo voltará a revisar o material de forma a avaliar e integralizar as considerações apontadas e apresentará a versão que será submetida à consulta pública prevista para o mês de maio.

 Para saber mais sobre essa matéria e acessar as demais notícias relacionadas à agenda de alimentação e nutrição no SUS:

– Baixe a Segundeira da CGAN desta semana no link: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-download_file.php?fileId=1774; ou

– Acesse o Blog da CGAN da RedeNutri (http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php).

A Segundeira da CGAN é o informativo semanal da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, na qual são apresentadas as principais notícias da semana, agendas previstas da Coordenação, além de trazer atualizações sobre evidências científicas, textos de apoio para a implementação das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira e atividades realizadas nos municípios e estados relacionados à agenda de alimentação e nutrição no SUS e monitoramento de alguns programas.

Nesta edição:

·        Ministério da Saúde realiza oficina de escuta com especialistas para opinar sobre o Guia Alimentar para crianças menores de dois anos.

·         Ciência de Dados Para Melhorar a Saúde Materno-Infantil no Brasil

·         Conferência regional da FAO discutirá obesidade e pobreza rural na América Latina

·         As táticas da indústria do tabaco e da indústria de ultraprocessados são assustadoramente parecidas”, diz diretora da ACT

·         Ministério do Meio Ambiente lança Chamada Pública

·         Ministério do Meio Ambiente está com inscrições abertas para diversos cursos em EAD.

·         Espaço dos estados

·         Agendas estratégicas

·         Implementando o Guia Alimentar para a População Brasileira

·         De Olho na Evidência

·         Saiu na Mídia

Fonte: Rede nutri

ASPEN 2018 Nutrition Science & Practice Conference – Trabalho apresentado por docente e doutoranda do PPGN é premiado com “Poster of Distinction”

01/03/2018 16:00

Entre os dias 22 e 25 de janeiro de 2018 ocorreu o ASPEN 2018 Nutrition Science & Practice Conference em Las Vegas, EUA. Durante a realização do congresso a doutoranda Julia Carvalho Ventura, juntamente da orientadora Professora Dra. Yara Maria Franco Moreno, docente permanente do PPGN/UFSC, apresentaram poster intitulado “Factors associated with mid-upper arm circumference and thigh circumference deterioration in critically ill children”. O Poster apresentado foi premiado com “Poster of Distinction” na conferência em Las Vegas.

O PPGN/UFSC manifesta sua satisfação e alegria com a premiação da aluna e docente e deseja ainda mais sucesso aos envolvidos e para o projeto de pesquisa.

Congresso: ASPEN 2018 Nutrition Science & Practice Conference
Local: Caesars Palace, 22 – 25 jan. 2018, Las Vegas, EUA
Premiação: Poster of Distinction
Título do trabalho: Factors associated with mid-upper arm circumference and thigh circumference deterioration in critically ill children
Autores: Julia C. Ventura; Mayara D. Martins; Daniela B. Hauschild; Eliana Barbosa; Nilzete L. Bresolin; Yara M.F. Moreno

#Os100Mais Comentados

01/03/2018 09:34

Empresa divulga o ranking com artigos científicos que chamaram a atenção dos leitores nas mídias sociais em 2017

Reduzir o consumo de gorduras pode não ser a melhor alternativa para diminuir o risco de doenças cardiovasculares e de morte, segundo a principal conclusão do estudo mais comentado nas mídias sociais em 2017. O paper, que recomenda cortar carboidratos, está no topo do ranking dos 100 artigos científicos de maior impacto na internet elaborado pela Altmetric, empresa do Reino Unido que monitora a influência da produção científica por meio não da citação em artigos, mas da análise de menções em sites, redes sociais, Wikipedia, portais de notícia e blogs. Grande parte das pesquisas mais discutidas no ano passado trata de assuntos como estereótipos de gênero, estigmas em torno de doenças mentais e efeitos das mudanças climáticas. Outras abordam tópicos como planetas capazes de sustentar a vida e o risco de robôs roubarem o emprego de seres humanos. O ranking completo está disponível em altmetric.com/top100/2017/.

paper que lidera o ranking de 2017 foi publicado em agosto na revista The Lancet por pesquisadores de vários países, inclusive do Brasil, e avaliou a dieta de aproximadamente 130 mil pessoas em 18 nações nos últimos 10 anos. Segundo a base de dados Scopus, da editora Elsevier, o trabalho recebeu, por enquanto, apenas 10 citações em outros artigos. Mas teve impacto importante entre públicos variados: foi citado em mais de 7.400 posts no Twitter, 422 páginas no Facebook e 130 sites de notícias. “Graças aos dados da Altmetric é possível ter um quadro mais completo do alcance imediato da pesquisa na sociedade”, observa o cardiologista Álvaro Avezum, diretor da Divisão de Pesquisa do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo, e um dos autores do artigo. O número de citações, ele diz, é um parâmetro consagrado para avaliar a relevância da produção científica, mas não fornece pistas de como seus resultados são recebidos pela população.

O ranking da Altmetric é divulgado anualmente desde 2013 (ver Pesquisa FAPESP nº 250). No ano passado, os 100 artigos da lista renderam, no total, mais de 200 mil menções. A maioria foi feita no Twitter (165 mil), seguido de sites de notícias (25 mil) e do Facebook (6.164). “As mídias sociais são as fontes mais importantes para avaliar o engajamento das pessoas ao compartilhar ou comentar posts em que os artigos científicos são divulgados”, explica o especialista britânico em bioinformática Euan Adie, fundador da Altmetric. “Já para analisar o alcance dos papers, é mais interessante considerar a repercussão em veículos da imprensa”, completa.

Um artigo publicado em maio na revista Research Policy ficou na segunda posição do ranking ao repercutir não só em mais de 7.300 tuítes, mas também em importantes jornais e portais de notícias, como o espanhol El País e o norte-americano Yahoo. O estudo mostrou que um terço dos 3.659 estudantes de doutorado das universidades da região de Flanders, na Bélgica, corria o risco de desenvolver algum tipo de doença psiquiátrica. “Embora seja um problema do ambiente universitário, a discussão sobre as pressões enfrentadas por quem opta por seguir a carreira acadêmica e os distúrbios psicológicos relacionados à vida na pós-graduação está em evidência no mundo. Isso justifica o interesse do público por esse tema”, comenta o biólogo Atila Iamarino, um dos criadores da rede ScienceBlogs Brasil.

Na terceira posição, ficou um paper do Journal of American Medical Association(Jama), assinado por pesquisadores de várias instituições dos Estados Unidos. O estudo examinou dados do Medicare, o sistema de seguros de saúde gerido pelo governo norte-americano, entre 2011 e 2014, e descobriu que os pacientes com idade igual ou superior a 65 anos tratados por médicas apresentaram taxas de mortalidade significativamente menores em comparação com aqueles que foram atendidos por profissionais do sexo masculino no mesmo hospital. O estudo sugere que as diferenças de gênero nos padrões de prática médica pode ter implicações clínicas no tratamento dos pacientes.

“Como se percebe, muitos assuntos estão relacionados à saúde humana e à aptidão física”, salienta Euan Adie. Pouco mais da metade da lista (53%) é de artigos publicados em revistas médicas ou que se dirigem a quem atua em medicina. “Trata-se de um campo do conhecimento cujos avanços científicos e as descobertas afetam diretamente a vida das pessoas, diferentemente, por exemplo, da física quântica.” Um dos artigos que mais fez sucesso em 2017 propôs uma metodologia controversa para diagnosticar depressão com base em fotos do Instagram. O estudo, publicado na revista EPJ Data Science por pesquisadores das universidades Harvard e de Vermont, nos Estados Unidos, coletou 43.950 fotos publicadas no aplicativo por 166 participantes. As imagens foram analisadas por um software. Ele ajudou a identificar que indivíduos deprimidos na amostra tendiam a publicar fotos que eram, em média, mais azuis, mais escuras e mais cinzas do que aquelas publicadas por usuários saudáveis.

Para o epidemiologista Carlos Augusto Monteiro, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), a lista da Altmetric serve de alerta para que a comunidade científica tome cuidado na forma como os resultados de pesquisa estão sendo difundidos para o público. “Muitos estudos em saúde e medicina são divulgados nas mídias sociais como definitivos, mas nem sempre os resultados apresentados espelham um consenso dentro da comunidade científica”, afirma Monteiro. É o caso, ele diz, da pesquisa que ficou na primeira posição no ranking da Altmetric. “Apesar de ter ganho as manchetes, o estudo publicado na Lancet tem conclusões muito taxativas, como a de que as orientações sobre alimentação devem ser alteradas, e tem sido alvo de críticas de epidemiologistas de todo o mundo, por adotar metodologias questionáveis.”

O nome do farmacêutico Anderson Martino-Andrade, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), foi parar na lista da Altmetric ao assinar, junto com pesquisadores de outros países, um artigo que identificou um declínio de mais de 50% na concentração de espermatozoides em homens ocidentais. O trabalho teve ampla repercussão principalmente em sites de notícia, sendo citado em 396 reportagens em vários países. “Analisamos 185 estudos publicados sobre o assunto entre 1981 e 2013, que analisaram um total de 42 mil amostras de sêmen. Algumas hipóteses para explicar a baixa concentração de espermatozoides é o aumento da obesidade, o tabagismo, o estresse e a crescente exposição a agrotóxicos”, explica Martino-Andrade. “Trata-se de um tema controverso entre pesquisadores, porque há grupos que contestam que haja um declínio na concentração de espermatozoides e que isso possa afetar a reprodutibilidade humana. O público também deveria ser informado sobre esse tipo de conflito, muito comum, que existe na ciência”, diz.

Euan Adie, da Altmetric, chama a atenção para o fato de que nem sempre os artigos ganham notoriedade na internet exatamente por suas contribuições científicas. “Muitos papers caem na boca do povo nas mídias sociais devido a erros detectados após a publicação ou porque o assunto tratado é polêmico por si só”, diz. Ele conta que nessa última edição do ranking não houve casos de erros ou fraudes, mas recorda de situações incomuns registradas em anos anteriores. “Houve uma vez que o artigo estava no top 100 porque o autor havia escrito um pedido de casamento na seção de agradecimentos.” Em 2014, um trabalho foi muito comentado nas mídias sociais por causa de um descuido dos autores e dos editores do Journal of Ethology. O artigo, que tratava da variação de nível de melanina, pigmento que dá cor à pele, em diferentes ambientes, foi publicado com um comentário inusitado sobre uma das referências que eram citadas no texto: “Devemos citar a porcaria do artigo de Gabor aqui”. O paper foi substituído por uma nova versão, mas isso não foi suficiente para evitar a enxurrada de comentários na internet, quase todos zombando do deslize cometido pelos autores.

Tweets, posts e zika

Para avaliar a importância nacional e internacional da divulgação de artigos nas mídias sociais, pesquisadores do Brasil, Canadá e Estados Unidos investigaram como papers sobre o vírus zika foram compartilhados por usuários do Facebook e do Twitter no primeiro semestre de 2016, quando a doença foi declarada emergência internacional pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O trabalho, publicado em janeiro na revista PLOS ONE, mostrou que, apesar de a língua inglesa prevalecer nos posts das duas redes sociais, no Facebook cerca de 24% das postagens foram feitas em outros idiomas, com destaque para o português e o espanhol.

No estudo, observou-se também que posts comentando artigos com pelo menos um autor brasileiro tiveram 13% mais chance de serem escritos em português no Facebook do que no Twitter. “Os resultados indicaram que a comunicação científica sobre zika nas mídias sociais foi dominada pelo inglês, embora o Brasil seja considerado o epicentro da epidemia”, comenta Germana Barata, pesquisadora do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Universidade Estadual de Campinas (Labjor-Unicamp) e autora principal do estudo.

“No Twitter, pesquisadores publicam mais em inglês e, com isso, alcançam audiências mais globais. Já no Facebook, o impacto dos posts escritos em línguas não inglesas é local”, explica Germana, que faz estágio de pós-doutorado na Universidade Simon Fraser, no Canadá, na área de ciências da informação.

Segundo ela, a análise indica que as informações científicas seriam mais bem difundidas para as populações atingidas se os editores considerassem divulgar resultados em português ou espanhol via Facebook.

Radiografia das retratações no mundo

01/03/2018 09:29

Estudo utiliza acervo de notícias publicadas no site Retraction Watch para traçar um panorama dos deslizes éticos em publicações científicas

Lançado em 2010 pelos jornalistas norte-americanos especializados em ciência Adam Marcus e Ivan Oransky, o site Retraction Watch tornou-se uma fonte de informação sobre a ocorrência de casos de má conduta científica no mundo. Sua especialidade são as retratações de artigos científicos, ou seja, o cancelamento de papers após a publicação devido à descoberta de fraudes ou erros. A novidade é que o acervo de informações do site começa a abastecer estudos sobre a correção da literatura científica. Um artigo publicado em janeiro na revista Scientometrics analisou 1.623 retratações divulgadas entre 2013 e 2015 com base em parâmetros como país de origem, área do conhecimento e causa da retratação. O trabalho foi coordenado por Sonia Vasconcelos, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em coautoria com sua aluna de mestrado Mariana Ribeiro no Programa de Educação, Gestão e Difusão em Biociências do Instituto de Bioquímica Médica Leopoldo de Meis.

Observou-se que as retratações divulgadas no site estavam distribuídas por 71 países, mas a análise teve como foco as 15 nações responsáveis pela maior parte (85%) dos casos (ver quadro). Em comum, são países bastante produtivos em termos de publicações científicas. O Brasil não figura nessa lista, apesar de em 2015 ter ficado em 13º lugar no ranking das nações com maior número de artigos indexados na base de dados SCImago Journal Country Rank. Segundo Sonia Vasconcelos, a ausência do país provavelmente se deve ao fato de a quantidade de artigos brasileiros no PubMed, banco de dados com a literatura da área biomédica, ser mais baixa que a de outros países.

A pesquisa mostra que as ciências biomédicas, médicas e clínicas responderam por mais de 60% do total de retratações entre 2013 e 2015. As chamadas ciências duras, como a física, representaram 17% das retratações; áreas multidisciplinares, 12%, e ciências humanas e sociais, 8%. Sonia chama a atenção para o fato de que o Retraction Watch tende a publicar mais notícias sobre casos nas ciências biomédicas pela maior familiaridade dos criadores do site com essas áreas. “Também não podemos ignorar que, historicamente, as áreas biomédicas vêm sendo as mais ativas no âmbito das ações em integridade científica e ética em pesquisa”, diz. As ciências humanas e sociais tiveram uma quantidade de retratações (118) menor que a de outros campos. Mas 58% delas se referiram a casos de má conduta científica, uma proporção superior à observada nas demais disciplinas. Segundo Sonia Vasconcelos, isso pode ser parcialmente explicado pela existência de pesquisadores de ciências humanas e sociais reincidentes, cada um deles com vários artigos retratados por deslizes éticos.

Cada paper retratado discutido no Retraction Watch foi creditado a apenas um país, aquele a que pertence o autor correspondente, em geral responsável pelo conjunto dos resultados. Juntos, Estados Unidos e China representaram cerca de 41% do total de retratações, com 376 e 283 artigos cancelados, respectivamente. Os Estados Unidos também tiveram o maior número de retratações por má conduta (225), seguidos por Japão (75) e Índia (61). Um caso peculiar foi observado no Japão: apenas dois autores, o endocrinologista Shigeaki Kato, ex-pesquisador da Universidade de Tóquio, e o cirurgião Yoshitaka Fujii, da Universidade de Toho, foram responsáveis por 28 e 20 retratações, respectivamente – isso representa 48% de todos os casos japoneses no período analisado.

Sonia observa que o Retraction Watch exibe apenas uma fração das retratações, aquelas relacionadas a periódicos de maior prestígio, indexados em bancos de dados internacionais. Para ampliar seu alcance, o site criou no ano passado um banco de dados abrangente, com uma cobertura mais ampla que a oferecida pelo acervo de notícias. “Essa base ajudará a ampliar a compreensão sobre o cenário de correção da literatura científica e permitirá um aprofundamento das considerações que fizemos no artigo publicado em janeiro”, afirma Sonia. Em nota publicada em agosto de 2017, a equipe do Retraction Watch informou que o banco de dados já havia catalogado aproximadamente 8 mil retratações. Estima-se que esse número chegue a 15 mil nos próximos meses.

Práticas questionáveis 
No estudo publicado na Scientometrics, as autoras identificaram que 47% das retratações foram causadas por formas mais graves de má conduta científica, como fraudes e manipulação de dados. Já erros em que não há indícios de má-fé dos autores foram responsáveis por 11% dos cancelamentos. Também houve registro de práticas questionáveis que nem sempre caracterizam má conduta. “Mas algumas delas colocam em risco a confiabilidade do artigo, como, por exemplo, distorções na atribuição de autoria e conflitos de interesse não declarados”, explica Mariana Ribeiro.

As autoras alertam que os resultados podem ter vieses. “A predominância de casos de má conduta pode significar que o Retraction Watch discute muito mais episódios motivados por falhas graves ou intencionais, porque isso atrai maior atenção dos leitores”, explica Sonia. Mesmo assim, diz ela, o estudo reflete um cenário já indicado em trabalhos anteriores. Outro estudo, publicado na Scientometrics em 2013, mostrou que a porcentagem de todas as retratações envolvendo alegações de má conduta cresceu de 55%, do total em 2007, para 71%, em 2010.

Embora o Brasil não tenha sido contemplado na análise, em um estudo publicado em 2016 na revista Science and Engineering Ethics, Sonia e outros autores mostraram que houve crescimento no número de casos de má conduta científica detectados envolvendo autores brasileiros nos últimos anos (ver Pesquisa FAPESP nº 240). O trabalho analisou mais de 2 mil papers indexados na biblioteca virtual brasileira SciELO e na base de dados latino-americana de informações em ciências da saúde (Lilacs) entre 2009 e 2014. Ele indicou que as retratações estão em ascensão nas duas bases de dados: entre 2004 e 2009, foram identificadas de uma a duas retratações por ano; já entre 2011 e 2012, a média subiu para sete. O plágio foi a principal razão para as retratações dos artigos brasileiros, sendo responsável por 46% do total.

Fonte: Pesquisa Fapesp

Oficina de Análise Quantitativa no STATA – PPGN/UFSC

22/02/2018 10:44

O PPGN/UFSC convida a comunidade acadêmica para participar da Oficina de Análise Quantitativa ministrada pela pós-doutorando Dra. Silvia Ozcariz (PPGN/UFSC), sob supervisão das Professoras Dra. Yara Maria Franco Moreno e Dra. Patrícia de Fragas Hinnig.

A Oficina ocorrerá nos dias 28 de fevereiro, 01 e 02 de março. Será gerado certificado de participação com carga horária de 12 horas.

As inscrições deverão ser feitas pelo link: http://goo.gl/forms/cRvpf3qsnVSoPqFB2

Divulgação de Matrícula para Disciplina Isolada 2018-1

22/02/2018 10:41

O PPGN/UFSC convida a comunidade acadêmica a participar das disciplinas optativas do Programa para o primeiro semestre de 2018.

Estamos com vagas abertas para as seguintes disciplinas:

–NTR1321000 – Radicais Livres, Antioxidantes Naturais e Aterosclerose (2C). Prof. Edson Luiz da Silva (responsável).

–NTR410140 – Nutrigenômica (2C). Profa. Júlia Dubois Moreira (responsável)

–NTR410141 – Padrões alimentares em refeições e lanches: Aplicação da análise fatorial com método de estimação de componentes principais (2C). Profa. Maria Alice Altenburg de Assis (responsável).

Os interessados devem se inscrever até o dia 28 de fevereiro de 2018.

Maiores detalhes no link ao lado: Disciplina Isolada 2018-1 PPGN-UFSC

Caso tenha interesse em outras disciplinas do PPGN da grade do primeiro semestre de 2018, entrar em contato com a secretaria do PPGN pelo e-mail: ppgn@contato.ufsc.br

Carta aberta Abrasco sobre a Febre Amarela no Brasil

29/01/2018 14:42

Exatamente há um ano a Associação Brasileira de Saúde Coletiva divulgou a Carta aberta Abrasco sobre a Febre Amarela no Brasil  assinada por mais seis instituições do Movimento da Reforma Sanitária Brasileira onde apelava para que o Ministério da Saúde, dentro de seu papel constitucional, organizasse e coordenasse o combate à Febre Amarela, mobilizando e integrando ações dos estados, municípios, centros de pesquisa, universidades e meios de comunicação. 12 meses depois, a Abrasco dirigi-se novamente às autoridades sanitárias do Ministério da Saúde, das Secretarias Estaduais e Municipais de saúde e à sociedade brasileira para fazer o alerta: a ameaça da urbanização da Febre Amarela nos obriga a definir políticas de curto e médio prazo para prevenir futuros surtos. Leia a carta na íntegra:

(mais…)

Informativo da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição – 22 a 26 de janeiro

29/01/2018 14:39

Notícia de Capa: Primeira Rede de Ambientes Saudáveis é constituída nas Américas

A notícia de destaque da Segundeira da CGAN nessa semana foi uma matéria publicada no site da OPAS Chile sobre a conformação da primeira Rede de ambientes saudáveis das Américas com o objetivo de trabalhar em conjunto para reduzir o sobrepeso e a obesidade na Região centrando-se em medidas regulatórias e em promoção e participação cidadã.

Para saber mais sobre essa matéria e acessar as demais notícias relacionadas à agenda de alimentação e nutrição no SUS:

– Baixe a Segundeira da CGAN desta semana no link: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-download_file.php?fileId=1766 ; ou

– Acesse o Blog da CGAN da RedeNutri (http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php).

Nesta edição:

  • Primeira Rede de Ambientes Saudáveis é constituída nas Américas
  •  ‘Comer é ato político’, diz Bela Gil pela democratização da alimentação saudável para construir hábitos saudáveis
  •  Caisan propõe mudanças nos rótulos dos alimentos
  •  Espaço dos estados
  •  De olho na evidência: Refrigerantes liberam mais hormônio da fome, confirma estudo
  •  Implementando o Guia: Dicas para criar e cultivar uma horta orgânica comunitária
  •  Monitoramento Semanal de Programas Estratégicos da CGAN
  •  Saiu na mídia

 A Segundeira da CGAN é o informativo semanal da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, na qual são apresentadas as principais notícias da semana, agendas previstas da Coordenação, além de trazer atualizações sobre evidências científicas, textos de apoio para a implementação das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira e atividades realizadas nos municípios e estados relacionados à agenda de alimentação e nutrição no SUS e monitoramento de alguns programas.

 Fonte: Rede Nutri

Como aproveitar estágios no exterior

29/01/2018 14:32

Preparar um cronograma das atividades de pesquisa e criar uma relação produtiva com os anfitriões ajudam a enriquecer a experiência

Augusto Zambonato

Estágios de pesquisa de curta duração no exterior podem ajudar alunos de pós-graduação e jovens pesquisadores a enriquecer sua formação por meio da vivência com grupos internacionais de alto nível. Em dezembro, pesquisadores dos Estados Unidos, dos Emirados Árabes Unidos e da Colômbia publicaram na revista PLOS Computational Biology um artigo com 10 orientações para quem deseja tirar o melhor proveito dessa experiência (ver quadro)

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