Programa de Pós-Graduação em Nutrição
  • Diploma à brasileira. Certificados de graduação e pós-graduação obtidos no exterior precisam ser revalidados no país

    Publicado em 02/05/2018 às 17:10

    A perspectiva de fazer graduação ou pós-graduação no exterior costuma ser bastante valorizada, seja por propiciar o acesso a instituições internacionais, pelo aprendizado ou aperfeiçoamento de mais um idioma, pela construção de uma rede de contatos global ou pelo convívio com novas culturas, entre outros fatores. Antes de se matricular em uma universidade fora, no entanto, é preciso considerar que nenhum diploma estrangeiro é reconhecido automaticamente no Brasil. Quem obtém um título de graduação, mestrado ou doutorado no exterior, obrigatoriamente terá de revalidá-lo ao voltar ao país.

    No caso dos cursos de graduação, a revalidação só pode ser feita por universidades públicas reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e que ofereçam cursos iguais ou similares ao frequentado no exterior. Já o reconhecimento de um diploma de pós-graduação pode ser feito também por instituições privadas, desde que sejam reconhecidas pelo ministério. Em ambos os casos, o processo é de competência das instituições credenciadas, que definem os próprios requisitos de avaliação. “A exceção são os cursos de medicina, para os quais existe o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos [Revalida]”, explica Ruane Santos, porta-voz do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão responsável pelo Revalida.

    O exame avalia as competências e habilidades dos médicos formados no exterior no âmbito de cinco áreas de exercício: cirurgia, medicina de família e comunidade, pediatria, ginecologia-obstetrícia e clínica médica. Desde 2011, o Revalida recebeu solicitações de 7.821 médicos – a maioria brasileiros, argentinos, bolivianos, colombianos e peruanos –, sendo que 47,4% deles foram reprovados em pelo menos uma edição do exame, que tem duas etapas. Na primeira, o candidato responde a questões de múltipla escolha e faz uma prova discursiva. Na segunda, executa tarefas para uma banca, que examina suas habilidades para o exercício da medicina. Sem o Revalida, os formados no exterior não podem exercer o ofício no país. Para todos os outros cursos de graduação, recomenda-se que os candidatos avaliem a grade curricular do curso no exterior e a comparem com os conteúdos ministrados pela universidade em que pretendem ingressar com o requerimento de revalidação.

    Lançado em fins de 2016, o Portal Carolina Bori hoje unifica todos os pedidos de validação de diploma de graduação e pós-graduação emitidos no exterior. Não há um percentual de similaridade ou parâmetro quantitativo de análise para deferimento dos diplomas. A revalidação costuma se basear na análise do mérito e das condições acadêmicas do programa cursado no exterior, levando em conta as diferenças entre os sistemas educacionais, as instituições e os cursos oferecidos em cada país.

    São exigidos pelo menos 10 documentos. As universidades credenciadas costumam divulgar a lista completa em suas páginas na internet. Ao ingressar com a solicitação, o candidato deve apresentar uma cópia do diploma e documentos referentes à instituição que o expediu, à duração e ao currículo do curso, com o conteúdo programático, a bibliografia e o histórico escolar. A decisão sobre a validação do diploma não pode demorar mais de 180 dias, a contar da data de emissão do protocolo na instituição revalidadora.

    Além da documentação, também é necessário pagar uma taxa que pode variar entre R$ 400 e R$ 2 mil. Desde março, refugiados domiciliados no estado de São Paulo estão isentos do pagamento das taxas de revalidação de seus diplomas nas universidades estaduais paulistas. Após receber a solicitação, a universidade nomeia uma comissão para analisá-la. Cada comissão é composta por professores da universidade escolhida que tenham qualificação compatível com a área do conhecimento e com o nível do título a ser revalidado. Se for o caso, a instituição pode solicitar a participação de especialistas de fora de seu quadro de professores e pesquisadores para compor a comissão. Também poderão ser solicitadas informações adicionais, como traduções juramentadas, conforme esclarece a diretoria acadêmica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Concluída a análise, a comissão poderá decidir pela equivalência integral ou parcial do diploma. No primeiro caso, não há necessidade de cursar disciplinas ou realizar provas. No segundo, a revalidação fica condicionada à aprovação do candidato em exames ou estudos complementares. Finalizado o processo, produz-se um termo de revalidação que é anexado ao diploma original. Esse registro deve ser apresentado sempre que o candidato precisar comprovar a titulação no Brasil, para efeitos de trabalho ou concurso, por exemplo.

    No caso dos diplomas de pós-graduação, a revalidação costuma ser mais rápida. Isso porque os cursos de mestrado e doutorado são específicos e geram dissertação ou tese, documentos mais fáceis de serem avaliados. Para reconhecer um diploma de pós-graduação, a universidade precisa ter um programa de nível igual ou superior na mesma área do conhecimento, mas não necessariamente ter um programa similar ao do exterior.

    A revalidação pode ser federal, válida para todo o país, ou interna, aceita apenas na universidade revalidadora e eventualmente gratuita. Foi o que aconteceu com o título do arqueólogo André Strauss. Em 2016, ele concluiu o doutorado em arqueologia na Universidade de Tübingen, na Alemanha. No ano seguinte, para prestar concurso para professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP), precisou revalidar seu diploma de doutor. “Como ia prestar concurso na USP, optei pela revalidação interna, mais rápida e gratuita”, diz.

    O mesmo fez a arquiteta Vanessa Grossman. Em 2008, ela concluiu o mestrado em história da arquitetura na Universidade de Paris 1, na França. À época, pensava em fazer o doutorado na USP. “Por isso, optei por validar meu diploma apenas no âmbito da universidade”, conta. O processo foi concluído em quatro meses, segundo ela.

    Seja como for, a revalidação dos diplomas de graduação e pós-graduação não supõe um novo diploma nem iguala a formação obtida no exterior à formação oferecida pela instituição revalidadora. Apenas garante que a formação que o candidato recebeu é equivalente a que se supõe necessária para o mesmo nível de formação no Brasil

    Fonte: Revista Fapesp


  • Edital de Seleção Bolsa Pós-Doutorado – PNPD/CAPES – 2018

    Publicado em 27/04/2018 às 14:00

    Resultado final da Seleção de bolsista de Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Nutrição – PNPD/CAPES:

    1 – Michel Carlos Mocellin

    2 – Silvia Giselle Ibarra Ozcariz

    3 – Stefani Fischer

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    Está aberto Edital de Seleção para bolsista Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Nutrição – PNPD/CAPES (Clique aqui para acessar o Edital).

    [ATUALIZAÇÃO 04/04/2018: O Edital de seleção teve mudanças no seu período de realização. Acessem o link acima para verificar as novas informações]

    O processo de inscrição ocorrerá entre os dias 28 de março até 19 de abril de 2018 em formulário online.

    Em caso de dúvidas, encaminhar e-mail para ppgn@contato.ufsc.br


  • Publicado em 25/04/2018 às 20:03


  • Edital de Seleção Bolsa Pós-Doutorado – PNPD/CAPES – 2018

    Publicado em 23/04/2018 às 16:50

    Divulgação da sala e dos horários das entrevistas relacionadas ao processo seletivo PNPD/CAPES 2018, a ser realizado no dia 26 de abril, conforme cronograma abaixo:

    Michel Carlos Mocellin – 09:00 h

    Silvia Giselle Ibarra Ozcariz – 09:45 h

    Stefani Fischer – 10:30 h

    Local: Sala PPGSC1 – 2º Andar – Bloco H – CCS

     


  • How school lunches measure up in countries around the world

    Publicado em 23/04/2018 às 08:55

    For many children, it may be their favorite part of the school day: lunchtime. Yet what’s on the menu for this midday meal can vary drastically, depending on where you live, and even could influence a child’s academic performance.

    “When kids eat healthier foods, this can have a really important impact on their cognitive functioning, which can then translate potentially to better academic performance,” said Juliana Cohen, an assistant professor of health sciences at Merrimack College in Massachusetts and adjunct assistant professor of nutrition at the Harvard T.H. Chan School of Public Health.
    “So really, the healthier school meals is a win for both children and for schools,” she said.
    In many parts of the world, schools can barely afford classroom supplies, let alone daily meals, but nonprofit organizations or government programs often step in with feeding programs to provide free meals that include meat and veggies.
    In other places, school cafeterias sell hot dishes, sandwiches and tiny milk boxes; children might pack a home-cooked meal; or they might go home for lunch.
    A spotlight has been turned on what children eat for lunch in the wake of a rising obesity epidemic among the world’s youth. Obesity can increase the risk of chronic diseases including diabetes, heart disease, stroke, arthritis and even some cancers.
    Globally, the number of overweight or obese children 5 and younger climbed from 32 million in 1990 to 41 million in 2016, according to the World Health Organization.
    So what are they eating for lunch, and how could it affect their health? Here is a sampling of how children experience lunchtime around the world.

    Where the US stands

    “The United States actually has some of the best nutrition standards in the world for school meals in terms of providing healthier foods to children,” Cohen said.
    Yet various factors not related to nutrition value — such as the time of day or length of the lunch period — can influence how healthy school lunch can be for a child, she said.
    That’s particularly evident in the US, she added.
    “We don’t have national standards for the lunch period length, and as a result of that, we see a lot of variability within schools. Some kids have as little as 15 minutes for a lunch period. Some kids have a lot more than that,” Cohen said.
    She led a 2015 study, published in the Journal of the Academy of the Nutrition and Dietetics, that found shorter lunch periods to be linked with less healthy eating among children.
    The study involved 1,001 students, in third to eighth grade, across six elementary and middle schools in low-income school districts across Massachusetts. The students had lunch periods that varied from 20 to 30 minutes.
    The researchers found that students were significantly less likely to select a fruit as part of their lunch if they had less than 20 minutes to eat their meal, compared with at least 25 minutes.
    Additionally, students with fewer than 20 minutes to eat consumed 13% less of their entrée, 10% less of their milk and 12% less of their vegetables compared with students who had at least 25 minutes to eat, the researchers found.
    “Our research has shown that ideally, a child should have at least a 30-minute lunch period, which will give them enough time to actually get to the table and consume their meal,” Cohen said.
    “Also, research is showing that when children have access to recess before lunch, that can be a way to significantly improve their healthier meal consumption as well,” in comparison with scheduling recess immediately after lunch, she said.
    When it comes to the nutrition value of school lunches, Cohen pointed out that when schools collaborate with professional chefs to develop tasty and healthy lunch menus, students are more willing to eat their fruits and vegetables.
    For some students, “schools can provide access to foods that children may not otherwise be able to have, and so this is an opportunity for children to have exposure to be able to eat these healthier foods when they may not be able to have them at home,” Cohen said.
    In the US, several federal programs support children’s nutritional needs, including the National School Lunch Program, a federally assisted meal program operating in public and nonprofit private schools and residential child care institutions to provide low-cost or free lunches to children each school day. The program was established in 1946.
    In 2014, the program fed about 30 million children each school day and cost $12.7 billion. Two years later in 2016, the program provided reduced-cost or free lunches to more than 30.4 million children at a cost of $13.6 billion.
    Healthy lunches are important in the US since the percentage of children and teens affected by obesity has more than tripled since the 1970s, according to the Centers for Disease Control and Prevention.
    It’s estimated that nearly one in five school-age children and teens is obese.
    Last year, the Trump administration scaled back school meal nutritional requirements that were set under the Obama administration in 2012, allowing states to grant exemptions to schools when meeting certain lunch menu standards related to whole grains, salt and milk.
    Some of the changes made included allowing schools to serve 1% flavored milk instead of fat-free flavored milk and included exemptions to schools experiencing challenges in meeting the standard for providing 100% whole-grain-rich foods.
    On the other side of the globe, Japan is one country that has stood out to Cohen in terms of the quality of the school lunch experience.

    ‘A really beautiful concept’

    “I was fortunate enough to be able to go and actually see for myself a school lunch there, and one of the things that I thought was particularly nice about it was that the children serve each other,” Cohen said.
    “They are able to sit in the classroom, in a more relaxed environment, to have the food, and one thing that really stood out to me was how often the children were willing to at least try a taste of the different foods on their trays — in part, out of respect to say thank you to the people who had spent all that time making that meal,” she said. “I thought that was a really beautiful concept.”
    Outside school, however, household income is associated with food and nutrient intake among schoolchildren in Japan, according to a study published last year in the journal Public Health Nutrition.
    The study involved 409 boys and 427 girls in the fifth grade across 19 schools in East Japan. The children, with the support of their parents, kept dietary records with photographs over a four-day period. Two of those days involved school lunch, and two did not. Meanwhile, the parents completed a questionnaire about their socioeconomic status.
    “Our study confirmed an association between household income and the amount of foods and nutrients consumed by Japanese schoolchildren, and suggested that school lunches play a role in reducing disparities in the diets of children from households with various incomes,” the researchers wrote in the study.
    In some countries, school lunch has been a way not only to reduce disparities but also to combat childhood hunger.

    ‘School feeding programs are ubiquitous’

    Brazil has the world’s oldest school feeding program, providing daily meals to more than 43 million of the country’s children, according to the World Food Programme.
    School feeding has been mandatory in primary and secondary schools in Brazil since 1955, and in 2009, policy was introduced to establish a 30% minimum quota of using organic agricultural products from local farmers in the program, according to the Food and Agriculture Organization of the United Nations.
    “In Brazil, we have some limitations about processed food or food with sugar, salt, saturated fat in the composition,” said Marcela Veiros, a researcher in the department of nutrition at the Federal University of Santa Catarina in Brazil.
    “We offer mainly fresh food prepared from scratch in schools by food handlers. Menus are developed and supervised by nutritionists from municipality or state governments. The federal government improved and supported local and family farmers in Brazil to produce food to be delivered to schools,” she said. “The recommendation also is to use local and typical products, in respect to cultural and food habits, and native environment.”
    India has one of the world’s largest school meals projects. Through the Akshaya Patra Foundation, the program feeds more than 1.6 million children a free midday meal in government-aided and government schools across 12 states.

    Across 69 countries, the humanitarian organization World Food Programme implemented or supported school meal programs in 2016. Through the program, school meals were provided to 16.4 million children, according to its website.
    In Tunisia, some of the students receiving these meals are also employed as caterers, and in places like Egypt, Jordan and Lebanon, some are Syrian refugees, according to the World Food Programme.
    In other parts of the world, however, school lunch is not as common.
    A paper published last year in the journal Healthcare in Low-resource Settings assessed health services in primary schools in Nigeria’s Enugu East and found that lunch was given by only one private school. One public school had a free meal program, but it collapsed.
    Most of the private schools in the paper attributed their lack of school lunches to costs and to the objection of parents who would rather prepare meals for their children.
    Whether provided through a humanitarian or governmental program, about how much do school feeding programs cost?
    A 2013 study published in the journal Food and Nutrition Bulletin found that school feeding programs cost about $173 per child per year, ranging from an average of $54 in low-income countries to an average of $693 in high-income countries.
    The study also showed that the range of costs in low-income countries decreased between 2005 and 2008 by about 35%, suggesting that some cost-containment measures had been implemented during that time. The researchers took a close look at costs in both years.
    The study involved data on 74 countries that came from multiple sources, including United Nations databases, the World Food Programme, government ministry reports and previously published studies.
    “School feeding programs are ubiquitous in high-, middle-, and low-income countries,” the researchers wrote in the study.
    “Moreover, many countries for which data are available do not seem to be seeking to cease providing food to their schoolchildren,” they wrote. “Many countries in fact appear to be seeking to expand the coverage of their programs and establish them as national programs mainstreamed into national policy.”
    FONTE: CNN

  • Ciclo de Palestras VEG+

    Publicado em 23/04/2018 às 08:40


  • Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira

    Publicado em 23/04/2018 às 08:32

    USANDO A BIODIVERSIDADE
    A biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza e fonte de imenso potencial de uso econômico. Representa a base das atividades agrícolas, pecuárias e pesqueiras, sendo também essencial para as indústrias de biotecnologia, insumos alimentícios e farmacêuticos. No entanto, a degradação dos recursos naturais, incluindo a perda da biodiversidade e a erosão da diversidade genética, é um dos maiores desafios à produção de alimentos na atualidade. Soma-se a isso a tendência global de simplificação da dieta, com impactos negativos na segurança alimentar e saúde humana. A diversificação da oferta de alimentos é crucial no fornecimento dos nutrientes necessários para o crescimento e vida saudáveis e podem proporcionar soluções locais para as condições de saúde relacionadas à dieta, a exemplo de deficiências nutricionais e obesidade.

    Apesar de o Brasil abrigar a maior biodiversidade do planeta, com 15 a 20% do total mundial, esta riqueza permanece subutilizada, pois grande parte de nossas atividades agrícolas está baseada em espécies exóticas. A ampliação do uso de plantas nativas, incluindo aquelas já conhecidas e comercializadas por populações locais e regionais, porém com pouca penetração no mercado nacional ou internacional, é uma grande oportunidade a ser promovida. Para que isso seja possível, é preciso conservar, conhecer, coletar, documentar e divulgar informações acerca da biodiversidade nativa.

    Com esse objetivo, foi criada a ferramenta Biodiversidade & Nutrição, que possui um banco de dados de composição nutricional e um banco de receitas com espécies nativas da flora brasileira de valor econômico atual ou potencial, com ênfase para frutíferas e hortaliças priorizadas pela iniciativa “Plantas para o Futuro”, do Ministério do Meio Ambiente. A ferramenta é o resultado de um esforço conjunto do Projeto “Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade para Melhoria da Nutrição e do Bem-Estar Humano” (Biodiversidade para Alimentação e Nutrição – BFN, sigla em inglês), Ministério do Meio Ambiente, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, universidades e institutos de pesquisa1 em todo o Brasil.

    Espera-se que essa ferramenta seja uma referência nacional para a composição de alimentos derivados de espécies nativas brasileiras, integrando a biodiversidade em projetos científicos, programas, políticas públicas e aconselhamento nutricional, tanto em iniciativas públicas quanto privadas. Deverá contribuir ainda para disseminar informações sobre o uso das espécies, por meio da divulgação de receitas culinárias desenvolvidas especialmente para ressaltar e demonstrar a versatilidade da biodiversidade brasileira. A ferramenta continuará a ser fomentada pelas instituições parceiras, com a inclusão de novas espécies e alimentos, de forma a tornar mais abrangente esta ferramenta essencial à promoção do uso sustentável da biodiversidade para a alimentação e nutrição.

    Fonte: SIBBr


  • Notícia de Capa: CGAN participa de reunião da Comissão Intergovernamental de Segurança Alimentar e Nutricional do Mercosul

    Publicado em 15/04/2018 às 17:55

    Notícia de Capa: CGAN participa de reunião da Comissão Intergovernamental de Segurança Alimentar e Nutricional do Mercosul

    Entre os dias 03 e 04 de abril, em Assunção, Paraguai, a CGAN participou da reunião Intergovernamental de Segurança Alimentar e Nutricional preparatória de Ministros de Saúde do Mercosul.

    Com presença também de representantes dos Ministérios da Saúde da Argentina, do Paraguai e do Uruguai, e também de representantes da Organização Panamericana de Saúde, o grupo discutiu temas e ações conjuntas para avançar na agenda de enfrentamento da obesidade e outras doenças crônicas não transmissíveis, um dos principais problemas na agenda de nutrição no bloco. Merece destaque o debate em torno da necessidade de avanço na rotulagem de alimentos acerca de nutrientes críticos (gorduras, açúcares e sódio), como estratégia para possibilitar o consumidor a realizar uma escolha crítica e melhor informada sobre o produto que estará consumindo. (…)

    Para saber mais sobre essa matéria e acessar as demais notícias relacionadas à agenda de alimentação e nutrição no SUS:

    – Baixe a Segundeira da CGAN desta semana no link: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-download_file.php?fileId=1778; ou

    – Acesse o Blog da CGAN da RedeNutri (http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php).

    Nesta edição:

    · CGAN participa de reunião da Comissão Intergovernamental de Segurança Alimentar e Nutricional do Mercosul

    · Lançamento do ‘Caderno Legislativo: publicidade infantil’ – 2018

    · Bons hábitos e planejamento ajudam na alimentação saudável

    · Espaço dos estados: Bujari (AC) recebe oficina de conhecimento alimentar em alusão ao Dia Nacional da Saúde e Nutrição

    · Espaço dos estados: Exercícios para uma melhor gestação são oferecidos na Academia da Saúde

    · De Olho na Evidência: Coca-Cola usa tática de empresas de cigarros, diz estudo

    · Monitoramento Semanal de Programas Estratégicos da CGAN

    · Implementando o Guia Alimentar para a População Brasileira: Vida de adulto – o que comer?

    · Saiu na Mídia

    A Segundeira da CGAN é o informativo semanal da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, na qual são apresentadas as principais notícias da semana, agendas previstas da Coordenação, além de trazer atualizações sobre evidências científicas, textos de apoio para a implementação das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira e atividades realizadas nos municípios e estados relacionados à agenda de alimentação e nutrição no SUS e monitoramento de alguns programas.

    Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição

    Departamento de Atenção Básica

    Secretaria de Atenção à Saúde

    Ministério da Saúde


  • Oficinas de capacitação para uso do Sisvan – Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional

    Publicado em 09/04/2018 às 14:08

    Oficinas de capacitação para uso do Sisvan – Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional

    Nos dias 26 e 27 de março, a Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição – CGAN/DAB realizou duas oficinas de capacitação para uso do Sisvan – Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional. Esse momento de formação teve como objetivo capacitar os usuários do Sisvan sobre as suas funcionalidades, considerando que esse sistema tem o papel fundamental na gestão das informações da Vigilância Alimentar e Nutricional e sua interface com (…)

    Para saber mais sobre essa matéria e acessar as demais notícias relacionadas à agenda de alimentação e nutrição no SUS:

    – Baixe a Segundeira da CGAN desta semana no link: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-download_file.php?fileId=1777; ou

    – Acesse o Blog da CGAN da RedeNutri (http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php).

    Nesta edição:

    • Oficinas de capacitação para uso do Sisvan
    • Curso de Educação a Distância do PBF na Saúde
    • Videoconferência – Linha de Cuidado do Sobrepeso e Obesidade
    • Nota de pesar pelo falecimento – Prof. Dra. Dirce Maria Sigulem e Ana Fonseca
    • Seleção de consultores externos para SESAN/MDS – FAO
    • Espaço dos estados
    • De Olho na Evidência
    • Monitoramento Semanal de Programas Estratégicos da CGAN
    • Implementando o Guia Alimentar para a População Brasileira
    • Saiu na Mídia

    A Segundeira da CGAN é o informativo semanal da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, na qual são apresentadas as principais notícias da semana, agendas previstas da Coordenação, além de trazer atualizações sobre evidências científicas, textos de apoio para a implementação das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira e atividades realizadas nos municípios e estados relacionados à agenda de alimentação e nutrição no SUS e monitoramento de alguns programas.

    Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição

    Departamento de Atenção Básica

    Secretaria de Atenção à Saúde

    Ministério da Saúde

    Portal do Departamento de Atenção Básica: http://dab.saude.gov.br/portaldab/

    Comunidade de Práticas: https://www.facebook.com/comunidadedepraticas

    RedeNutri: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php


  • Por que morre um curso de pós-graduação na melhor universidade do país?

    Publicado em 26/03/2018 às 14:36

    USP teve seis programas descredenciados na última avaliação nacional da área