Programa de Pós-Graduação em Nutrição
  • Você tem o direito de saber o que come

    Publicado em 06/11/2017 às 09:37


  • Parceria com o público

    Publicado em 30/10/2017 às 10:24

    Pesquisas científicas realizadas com a participação de leigos ganham espaço

    Momentos antes de o eclipse total do Sol atravessar os Estados Unidos de costa a costa no dia 21 de agosto, a agência espacial norte-americana (Nasa) convidou o público para colaborar em um experimento bastante simples. Munidos de termômetros e smartphones, milhares de voluntários espalhados pelo país foram instruídos a baixar um aplicativo e registrar nele eventuais mudanças de temperatura no ambiente durante o eclipse. Os participantes também deveriam reportar se a velocidade e a direção das nuvens sofreram alterações abruptas. As informações coletadas pelos celulares abasteceram uma base de dados e serão utilizadas em estudos ambientais. “A população pode nos ajudar a entender quais são os efeitos de um evento raro, como o eclipse solar, na atmosfera”, disse à rede de televisão Fox News Elizabeth MacDonald, pesquisadora da agência.

    A iniciativa é inspirada em um modelo conhecido como ciência cidadã, que estimula a produção do conhecimento por meio da colaboração entre pesquisadores e público leigo. A participação de amadores na atividade científica não é novidade – a figura do cientista profissional só surgiu no século XIX. Nas últimas décadas, com o uso de tecnologias digitais, tornou-se recorrente pesquisadores convidarem o público para cooperar, por exemplo, na coleta de dados meteorológicos ou no mapeamento de espécies. “Mídias sociais, bases de dados eletrônicas e dispositivos como tablets e smartphones oferecem novas possibilidades de compartilhar ideias e informações entre cientistas e cidadãos”, avalia o biólogo Robert Stevenson, professor da Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, um estudioso da ciência cidadã.

    Nos últimos anos, organizações como os Institutos Nacionais de Saúde (NIH) e a National Science Foundation (NSF), nos Estados Unidos, passaram a apoiar projetos que incluem ciência cidadã e estudos que buscam as melhores práticas para assegurar a integridade científica em pesquisas feitas em colaboração com o público. No ano passado, a Comissão Europeia se comprometeu a financiar, por meio do programa Horizonte 2020, projetos que envolvem ciência cidadã. A iniciativa é uma parceria com o Doing it Together Science, um consórcio formado por instituições científicas e organizações não governamentais sob coordenação do University College London, no Reino Unido. No Brasil, o Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SiBBr), um projeto do governo federal, anunciou em fevereiro que irá apoiar a formação de uma Rede Brasileira de Ciência Cidadã em Biodiversidade, em que cidadãos ajudarão no monitoramento de espécies.

    © ALVARO MINGUITO / FLICKR /MEDIALAB-PRADO

    Laboratório do MediaLab-Prado, na Espanha, onde pesquisadores e público trabalham juntos

    Algumas experiências bem-sucedidas que ganharam proporções globais nos últimos anos inspiram os novos projetos. Uma delas é o eBird, iniciativa lançada em 2002 pela Universidade Cornell, nos Estados Unidos, que reúne dados de aves fornecidos por observadores amadores e ornitólogos. A plataforma tem mais de 300 mil usuários de 252 países e cerca de 300 milhões de registros de aproximadamente 10.300 espécies de aves. Uma versão brasileira do eBird está em funcionamento desde 2015 (ver Pesquisa FAPESP nº 245). “Em 16 anos de existência, o eBird tornou-se uma referência em estudos de aves e gera conhecimento capaz de auxiliar na elaboração de estratégias para a conservação da biodiversidade”, afirma Stevenson.

    Outra iniciativa é o Galaxy Zoo, criado por pesquisadores vinculados a várias instituições norte-americanas que convocam astrônomos amadores para ajudar a classificar imagens de galáxias geradas por telescópios. Desde seu lançamento em 2007, a comunidade do Galaxy Zoo identificou um conjunto de galáxias e muitas dessas descobertas foram relatadas em artigos científicos. A astronomia talvez seja o campo do conhecimento em que a participação do público ocorra há mais tempo. “Após a publicação dos trabalhos do italiano Galileu Galilei, começaram a aparecer sociedades civis de observação do céu”, comenta Augusto Damineli, professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). Atualmente, com a ampliação do acesso a telescópios de pequeno porte e da circulação de imagens de satélites em sites especializados, a astronomia amadora participa da identificação de estrelas, asteroides e planetas. No início do ano, o mecânico e astrônomo amador australiano Andrew Grey descobriu um sistema formado por quatro exoplanetas, após avaliar mais de mil imagens de estrelas registradas pelo telescópio Kepler, da Nasa, disponibilizadas na internet pela plataforma Exoplanet Explorers. O feito foi validado por astrônomos profissionais e rendeu a publicação de um paper, com Grey como coautor.

    © NATIONAL PARK SERVICE (NPS) | SYLVIA KANTOR/WASHINGTON STATE UNIVERSITY

    Nos Estados Unidos, voluntários ajudam cientistas a monitorar borboletas (à esq.), insetos polinizadores (centro) e até cabras que vivem em um parque nacional

    “Eu mesmo já publiquei em coautoria com não acadêmicos”, sublinha Damineli. Em 2014, ele coordenou uma pesquisa sobre o apagão da Eta Carinae, sistema composto por duas estrelas, registrado naquele ano. “Era necessário observar ao longo de 10 meses seguidos, todas as noites, utilizando espectroscopia”, conta. “Divulgamos uma chamada internacional pedindo a colaboração de amadores e obtivemos ajuda de quatro voluntários na Nova Zelândia e na Austrália.” Os dados de observação foram determinantes na descrição de um novo fenômeno, a formação de um buraco na superfície da estrela (ver Pesquisa FAPESP nº 244).

    Uma das principais contribuições da colaboração do público em pesquisas é a produção de informações que talvez não pudessem ser geradas de outra maneira – em parte porque as iniciativas têm potencial para mobilizar um grande número de voluntários na coleta de dados em áreas extensas e durante longos períodos. Mas o modelo ainda encontra resistências. “Muitos pesquisadores têm receio de trabalhar com pessoas sem formação científica”, afirma Stevenson. Um dos motivos, ele explica, é a desconfiança em relação à qualidade dos dados produzidos. “Os projetos de ciência cidadã devem adotar procedimentos rigorosos para assegurar a validade dos dados.” Para a pesquisadora Andrea Wiggins, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, projetos bem-sucedidos como o eBird dependem de um conjunto de metodologias capazes de aumentar a precisão dos dados. “Trata-se de oferecer aos voluntários treinamento técnico para executar as tarefas propostas pelos cientistas. Além disso, os dados coletados pelos cidadãos devem passar pelo crivo de especialistas”, escreveu Wiggins em artigo publicado em 2016.

    Na Universidade Federal do ABC (UFABC), um grupo de pesquisadores propõe, aplica e avalia protocolos que orientam o trabalho de voluntários em projetos de ciência cidadã. “Elaboramos um passo a passo que mostra ao participante, em linguagem clara e objetiva, os objetivos da pesquisa e recomendações que devem ser seguidas durante o trabalho”, explica a bióloga Natália Pirani Ghilardi-Lopes, coordenadora do Grupo de Pesquisa em Ciência Cidadã da UFABC. A finalidade, diz ela, é estabelecer padrões para que a obtenção e a análise de dados sejam feitas com o máximo de precisão possível. Essa metodologia vem sendo testada em alguns estudos do grupo. Um deles é o mestrado da bióloga Larissa de Araújo Kawabe, que envolve dados obtidos na Estação Ecológica Tupinambás, no litoral norte de São Paulo. O projeto conta com a participação de funcionários da estação que são mergulhadores e que, munidos de câmeras subaquáticas, ajudam a coletar imagens dos costões rochosos na ilha das Palmas. O objetivo é monitorar organismos marinhos, como algas e esponjas.

    © EDUARDO CESAR

    Observadores amadores de aves participam de atividade de pesquisa no Instituto Butantan, em São Paulo

    Posteriormente, para a análise das fotos, os participantes passam por um treinamento de quatro horas – uma das diretrizes do protocolo. “Explicamos a eles como as fotografias foram obtidas e como devem ser analisadas posteriormente”, conta Larissa. Ela enfatiza que os voluntários participam não só da obtenção das fotos, mas também da identificação de organismos. Estudos como esse, por exemplo, podem servir para detectar precocemente a presença de espécies exóticas, como o coral-sol, fotografado na estação ecológica. Trata-se de uma espécie que está se espalhando pela costa brasileira, competindo com espécies nativas.

    Boa parte dos projetos envolve o público exclusivamente na coleta de dados, mas alguns pesquisadores veem outras formas de participação dos amadores. De acordo com a cientista social Sarita Albagli, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), é possível identificar duas grandes abordagens de ciência cidadã. A primeira utiliza voluntários para aumentar a velocidade e a quantidade da coleta de dados. “A segunda promove o envolvimento dos cidadãos também na discussão sobre as próprias questões e objetivos da pesquisa, com base nos conhecimentos obtidos a partir de suas experiências”, afirma Sarita, que coordenou um projeto em Ubatuba que buscou incorporar essa concepção de participação cidadã na pesquisa. Para Stevenson, da Universidade de Massachusetts, envolver o público em todas as etapas da pesquisa nem sempre é factível. “Há temas que não despertam tanto interesse do público e outros que exigem das pessoas muito tempo de treinamento e dedicação”, diz ele.

    Algumas experiências internacionais têm incentivado interações mais profundas. Uma delas é o MediaLab-Prado, espaço cultural criado há 10 anos pela prefeitura de Madri, na Espanha, conhecido pela difusão de um modelo de laboratório cidadão. Pesquisadores, ativistas e cidadãos reúnem-se para investigar possíveis soluções de problemas, em diferentes linhas de pesquisa, como urbanismo, participação social e tecnologias sociais. “Essa iniciativa passou a promover, por meio de editais públicos, experiências de investigação colaborativa e inovação social que receberam o nome de laboratórios cidadãos”, explica Henrique Parra, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), atualmente em um estágio de pós-doutorado no Conselho Superior de Investigação Científica da Espanha.

    © UFABC

    Funcionários da Estação Ecológica Tupinambás, no litoral norte de São Paulo, mergulham ao lado de pesquisadores para coletar dados sobre organismos marinhos

    Qualquer pessoa que tenha uma proposta de pesquisa pode concorrer aos editais do MediaLab-Prado. Se o projeto for aprovado, o participante passa a fazer parte de uma rede de colaboradores acadêmicos e não acadêmicos, que poderão ajudar no desenvolvimento do trabalho. Antonio Lafuente, pesquisador do Centro de Ciências Humanas e Sociais do Conselho Superior de Investigações Científicas da Espanha e um dos diretores do MediaLab-Prado, explica que a ideia é criar ambientes onde problemas possam ser identificados, documentados e contrastados com diferentes pontos de vista. “Uma enorme quantidade de conhecimento emerge fora das universidades e instituições de pesquisa. Não se trata mais de separar o mundo entre os que sabem e os que não sabem, mas de unir experiências”, propõe Lafuente.

    Ainda que pontuais, outras iniciativas semelhantes ao MediaLab-Prado buscam propor formas mais amplas de colaboração na ciência. O Public Lab, por exemplo, nasceu após o vazamento de petróleo no golfo do México em 2010. Diante da falta de informações oficiais sobre o desastre, moradores da costa sul dos Estados Unidos, em parceria com pesquisadores e engenheiros, construíram pequenos sistemas de monitoramento utilizando balões e câmeras digitais para coletar imagens em tempo real. Foram produzidas mais de 100 mil imagens aéreas de alta resolução. O episódio levou à criação de uma comunidade aberta, o Public Lab, hoje mantido por doações de instituições como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a NSF.

    Fonte: Pesquisa Fapesp


  • Nota do Consea sobre o projeto “Alimento para todos”

    Publicado em 30/10/2017 às 10:16

    O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), órgão consultivo e de assessoramento da Presidência da República, tem recebido consultas nos últimos dias sobre o chamado Projeto “Alimento para Todos”, lançado em 8 de outubro do corrente ano pela Prefeitura de São Paulo e a Plataforma Sinergia, conforme notícias veiculadas nos meios de comunicação.

    Pelas informações disponíveis, o Poder Público Municipal pretende distribuir a grupos sociais em situação de vulnerabilidade um produto alimentar processado a partir de alimentos em vias de perda de validade de consumo e/ou fora de padrões de comercialização, resultando em um granulado com composição ainda não divulgada.

    A Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional (Lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006), regida pelo princípio do Direito Humano à Alimentação Adequada, explicita que todas e todos devem estar livres da fome por meio de uma alimentação adequada. A dignidade e respeito aos valores humanos e culturais são condições inegociáveis em qualquer ação desta natureza.

    Somando-se a isto o Guia Alimentar, publicação oficial do Ministério da Saúde com as diretrizes sobre alimentação saudável, enfatiza que a dimensão cultural e social da alimentação é fundamental para o exercício e expressão da cidadania de todas e todos e recomenda que os alimentos in natura ou minimamente processados sejam a base da alimentação de brasileiros e brasileiras.

    O Consea defende as linhas e diretrizes do Guia Alimentar, bem como o conceito de “comida de verdade”, construído com ampla participação social e consolidado na 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, encontro que teve a participação de 2 mil pessoas em Brasília, em novembro de 2015.

    Na 5ª Conferência, os delegados e as delegadas participantes aprovaram um “Manifesto à Sociedade Brasileira” sobre aquilo que avaliam como “Comida de Verdade”. Segundo o documento, “a comida de verdade é saudável, garante o direito à alimentação de qualidade, promove hábitos alimentares saudáveis e não está sujeita a interesses de mercado” (clique aqui para o Manifesto).

    Assim sendo, considerando esses aspectos e tendo em vista a urgência que o assunto requer, o Consea solicitou à Secretaria do Trabalho e Empreendedorismo  da Prefeitura de São Paulo, responsável pela Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional, e ao Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional informações, documentos oficiais e técnicos sobre este Programa, de maneira a exercer sua função legítima e institucional de controle social e monitoramento das políticas públicas, e convoca a todas e todos a analisarem o atendimento aos princípios da dignidade humana e realização do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA) e da Segurança Alimentar e Nutricional nesta ação.

    Brasília (DF), 13 de outubro de 2017

    Fonte: Consea


  • Epi2017 vetou refrigerantes, frituras e alimentos ultraprocessados – ABRASCO

    Publicado em 30/10/2017 às 10:00
    Alimentação saudável no Epi2017

    A preocupação da comissão organizadora para que os participantes tivessem acesso à alimentação saudável e de qualidade resultou em acordos com os estabelecimentos no local do evento: entre os dias 8 e 11 de outubro foi vetada a venda de bebidas açucaradas, como refrigerantes e sucos industrializados, frituras e alimentos ultraprocessados. Além disso, o cardápio do restaurante era balanceado, com abundância de frutas e verduras. Marcela Veiros, professora do departamento de Nutrição da Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC e membro da comissão organizadora, explica para a TV Abrasco:

     

    Fonte: ABRASCO


  • Pesquisa Epagri: agricultura orgânica

    Publicado em 30/10/2017 às 09:56

    Epagri, de Santa Catrina, publicou uma pesquisa bastante detalhada da agricultura orgânica nesse estado.

    O estudo aponta que se bem a agroecologia é uma atividade importante para os agricultores familiares  as políticas públicas ainda são incipientes.

    Epagri entrevistou 603 produtores orgânicos e levantou dados relativos à produção, certificação e comercialização, localização dos produtores.

    “O documento aponta ainda a agricultura orgânica como uma estratégia perfeitamente adequada às condições socioeconômicas, edafoclimáticas, produtivas e mercadológicas do Estado e pode ser uma alternativa de renda para parte significativa dos agricultores familiares catarinenses”, indica a entidade.

    Mais informações podem ser obtidas dos pesquisadores: Paulo Ceser Zoldan (pzoldan@gmail.com ); Luiz Carlos Mior (miorlc@epagri.sc.gov.br ) e/ou Paulo Tagliari (ptagliari@epagri.sc.gov.br)

    Clique no link e veja o documento na íntegra:  http://www.youblisher.com/p/437875-Producao-organica-na-agricultura-familiar-de-Santa-Catarina/


  • Governo do Estado de Santa Catarina – Governo do Estado lança identificação de origem de hortifrutigranjeiros e decreto que regulamenta uso de agrotóxicos

    Publicado em 30/10/2017 às 09:55

    A produção de alimentos vegetais em Santa Catarina está fortalecida. Nesta quarta-feira, 18, foi lançado, em ato com a presença do governador Raimundo Colombo, o programa e-Origem, que permite aos consumidores, por meio da leitura digital de uma etiqueta, saber a origem de frutas, verduras e legumes cultivados em solo catarinense. No mesmo evento, foi apresentado o novo decreto que regulamenta o comércio e o consumo de agrotóxicos no Estado.

    “Teremos um ganho de qualidade extraordinário. Com o e-Origem, já nos supermercados os consumidores poderão saber as informações de procedência de cada produto catarinense. É um grande avanço, um passo significativo, que vai permitir que os pequenos produtores tenham acesso ao mesmo mercado consumidor que os grandes produtores”, explicou Colombo.

    Para o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Moacir Sopelsa, o novo sistema de rastreabilidade dos produtos é uma forma de valorização tanto dos produtores quanto dos próprios consumidores. “Já temos um sistema semelhante nas carnes, e agora inovamos ampliando o serviço para frutas e hortaliças”, acrescentou.

    >>> Imagens na galeria

    O ato desta quarta, realizado na Central de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (Ceasa), em São José, contou também com a participação de produtores rurais que fizeram parte do projeto piloto do sistema. O produtor Carlos Schutz, que cultiva cebolas em Rio do Sul, foi um deles. “É uma iniciativa muito importante, que vai permitir acessar novos mercados. Estávamos acostumados com o modelo antigo, mas com a ajuda dos técnicos do Cidasc foi fácil aderir ao novo sistema”, avaliou.

    e-Origem

    O novo sistema da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) proporciona o registro da movimentação dos vegetais. Além disso, atende a uma demanda dos consumidores, cada vez mais interessados em saber quem produz seus alimentos.

    Também presente no evento desta quarta, o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, explicou que para aderir ao programa, os produtores rurais devem se cadastrar no sistema online da companhia, onde irão inserir as informações sobre cada produto. Esse banco de dados irá gerar uma etiqueta que deve ser colada na embalagem. “Tudo sem custo para os produtores”, destacou.

    A adesão é obrigatória. Agora serão realizadas campanhas junto a entidades e sindicatos rurais, para ajudarem os produtores no processo de cadastramento e adaptação ao novo serviço. As obrigações do produtor que aderir ao e-Origem são: fazer o cadastro do produtor primário no sistema, garantir a rotulagem do produto e realizar a comercialização utilizando a nota fiscal de produtor.

    Decreto regulamenta uso de agrotóxicos

    Também no ato desta quarta, foi apresentado o decreto número 1.331, assinado pelo governador Colombo nesta segunda-feira, 16, e já publicado no Diário Oficial desta terça. O documento regulamenta o controle da produção, comércio, uso, consumo, transporte e armazenamento de agrotóxicos, seus componentes e afins, em todo o território de Santa Catarina.

    Trata também da fiscalização da produção, da manipulação, da destinação final das embalagens vazias e do monitoramento de resíduos de agrotóxicos e afins em produtos vegetais. Prevê que todo o processo de cadastro e registro passe a ser feito de maneira informatizada. E passa a responsabilidade da fiscalização do uso de agrotóxicos, que antes era da Fatma, para a Cidasc.

    A Cidasc, por exemplo, tem como funções conceder registro para quem produz, manipule, armazene ou comercialize agrotóxicos; fiscalizar o transporte interno, o comércio e o armazenamento e fiscalizar a destinação final das embalagens vazias. A companhia também poderá proibir ou suspender o uso de agrotóxico, restringir ou proibir a comercialização e restringir ou proibir o trânsito do produto.

    Já a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) é responsável, entre outras ações, por estabelecer exigências relativas ao registro inicial do estabelecimento e por conceder licenciamento ambiental para quem lida com o produto. “O decreto é uma forma de normatizar o setor, garantindo produtos mais seguros para a população e cuidando da saúde dos nossos produtores e também do meio ambiente”, avaliou o secretário Sopelsa.

    Informações adicionais para a imprensa:

    Alexandre Lenzi
    Assessoria de Imprensa
    Secretaria de Estado de Comunicação – Secom
    E-mail: lenzi@secom.sc.gov.br
    Fone: (48) 3665-3018 / 98843-4350

    Ana Ceron
    Assessoria de Imprensa
    Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca
    E-mail: imprensa@agricultura.sc.gov.br
    Fone: (48)-3664-4417 / (48) 98843-4996

    Assessoria de Comunicação – Cidasc
    Fone: (48) 3665-7000
    E-mail: ascom@cidasc.sc.gov.br

    Fonte:Governo de Santa Catarina


  • Nota pública acerca do falecimento do Magnífico Reitor Professor Luis Carlos Cancellier de Olivo

    Publicado em 02/10/2017 às 14:03

    Nota pública

    Os diretores das unidades acadêmicas da Universidade Federal de Santa Catarina comunicam seu pesar pelo falecimento do Magnífico Reitor Professor Luis Carlos Cancellier de Olivo. Reunidos, decidem suspender todas as atividades acadêmicas e administrativas por três dias, em sinal de luto.

    Outras atividades, já agendadas ou que envolvam convidados externos ou eventos em andamento, deverão ser avaliadas caso a caso.

    Conclamamos toda a comunidade universitária a manter-se unida e atenta às comunicações oficiais a serem publicadas oportunamente, de modo a prestar sua manifestação de respeito e solidariedade à Instituição e a seu dirigente máximo.

    Florianópolis, 2 de outubro de 2017.


  • Palestra Prof Dr. Charles Feldman – Programas de alimentação escolar americano e brasileiro: principais diferenças e perspectivas futuras

    Publicado em 21/09/2017 às 15:06

    Convidamos todos para a palestra com o Prof. Dr. Charles Feldman, com o seguinte tema: Palestra: American and Brazilian School Food Program: main differences and future perspectives (Tradução livre: Programas de alimentação escolar americano e brasileiro: principais diferenças e perspectivas futuras).

    A palestra será ministrada em inglês, com tradução consecutiva.

    Dia 27/09/2017 às 14h (quarta-feira) Auditório da Pós Graduação do CCS (Bloco H do Centro de Ciências da Saúde) Universidade Federal de Santa Catarina


  • Revista de Nutrição – Divulgação SciELO 30(4) de 2017

    Publicado em 08/09/2017 às 18:21

    Informamos que o volume 30, número 4 de 2017 da Revista de Nutrição já se encontra disponível no site da SciELO.

     

    Veja a última edição da Revista no link abaixo:

    http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1415-527320170004&lng=pt&nrm=iso


  • Informativo da Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição

    Publicado em 08/09/2017 às 18:13

    Notícia de Capa: CGAN participa de reunião sobre aprimoramento da Rotulagem Frontal

    No dia 21 de agosto, o Ministério da Saúde participou de reunião realizada pela ANVISA para discussão das propostas para aprimoramento da Rotulagem Frontal.

    A ANVISA recebeu cinco propostas, que foram apresentadas e discutidas na referida reunião. O Ministério da Saúde, representando a CAISAN, apresentou proposta; assim como a Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação, a Fundação Ezequiel Dias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor, a Organização Pan Americana de Saúde Pública e a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional.

    Como um dos encaminhamentos do Grupo de Trabalho sobre Rotulagem Nutricional, instituído por meio da Portaria ANVISA nº 949, de 4 de junho de 2014, a Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN elaborou e enviou à Anvisa proposta de rotulagem de alimentos na parte frontal das embalagens  como forma de promoção, apoio e proteção da alimentação saudável (…)

    Para saber mais sobre a reunião sobre aprimoramento da Rotulagem Frontal e acessar as demais notícias relacionadas à agenda de alimentação e nutrição no SUS:

    – Baixe a Segundeira da CGAN desta semana no link: http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-download_file.php?fileId=1741; ou

    – Acesse o Blog da CGAN da RedeNutri (http://ecos-redenutri.bvs.br/tiki-view_articles.php).

    Nesta edição:

    • CGAN participa de reunião sobre Aprimoramento da Rotulagem Frontal
    • Seminário debate avanços do Chile no controle da publicidade de alimentos
    • Reunião do Guia Alimentar para crianças menores de dois anos
    • Governo federal define ações para sistemas alimentares saudáveis e sustentáveis
    • Não é normal sentir dor na hora de amamentar
    • Centro de Excelência contra a Fome anuncia vencedores de concurso de pesquisa
    • Câmara Legislativa do DF realiza seminário sobre alimentação saudável
    • Inscrições abertas – Curso “Planejamento de Ações de Educação Alimentar e Nutricional no ambiente escolar”, na modalidade EAD
    • Reuniões e Agendas Estratégicas da CGAN
    • De olho na evidência
    • Espaço dos estados
    • Implementando o Guia Alimentar para a População Brasileira
    • Monitoramento semanal dos programas estratégicos da CGAN
    • Saiu na Mídia

    A Segundeira da CGAN é o informativo semanal da Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, na qual são apresentadas as principais notícias da semana, agendas previstas da Coordenação, além de trazer atualizações sobre evidências científicas, textos de apoio para a implementação das recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira e atividades realizadas nos municípios e estados relacionados à agenda de alimentação e nutrição no SUS e monitoramento de alguns programas.

     

    Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição

    Departamento de Atenção Básica

    Secretaria de Atenção à Saúde

    Ministério da Saúde

    Portal do Departamento de Atenção Básica: http://dab.saude.gov.br/portaldab/