Livro sobre uma ferramenta para os professores integrarem a alimentação ao currículo escolar

27/07/2015 14:17

Por meio do link http://catarse.me/ean você pode ajudar com o financiamento coletivo para publicar um livro sobre Educação Alimentar e Nutricional em Escolas (e doar 7 mil exemplares aos municípios). Você pode apoiar este projeto até o dia 20/08/2015. Quem quiser apoiar pode doar qualquer valor e existem umas recompensas pré-estabelecidas.

Os problemas da alimentação nos dias atuais têm levado a população ao excesso, de peso, obesidade e outras doenças associadas, como pressão alta e diabetes. Uma parte desse quadro é consequência de hábitos alimentares e de estilo de vida que têm origem na infância e na adolescência. Entretanto, não é fácil sensibilizar e instrumentalizar professores da educação básica para abordar essa temática nos diversos níveis de ensino e dentro dos diversos componentes curriculares (disciplinas). É aí que entra nossa proposta.

Em minha atuação como nutricionista tive a oportunidade de refletir sobre a educação alimentar e nutricional em escolas com mais de 3 mil profissionais, especialmente nutricionistas e professores, de 20 estados brasileiros e de 28 países. Ao longo dessa oportunidade, pude desenvolver e aprimorar uma proposta metodológica para inclusão, de maneira transversal e transdisciplinar, a temática da alimentação adequada, saudável e sustentável no currículo escolar.

A reflexão junto a pedagogos e outros educadores nos levou à construção da teia das dimensões da alimentação, que permte associar a alimentação à diferentes elementos e conteúdos das diversas disciplinas e campos de conhecimento. Educadores podem combinar a teia da alimentação com saberes comunitários e escolares, nos diversos níveis de ensino e componentes curriculares, em uma mandala para a construção de projetos pedagógicos, um instrumento desenvolvido pela ONG Casa das Artes, do rio de Janeiro, e preconizada pelo Ministério de Educação para a educação integral.

É a divulgação dessa metodologia da mandala das dimensões da alimentação, por meio da distribuição de livro, CD e pôster, que você pode apoiar agoraSe conseguirmos atingir a meta final de R$50.690 (veja tópico no final da página sobre essa meta estendida, porque têm mais brindes de recompensa), será possível:

    • Editar o livro com a metodologia da Mandala das Dimensões da Alimentação;
    • Editar um pôster da Mandala das Dimensões da Alimentação;
    • Criar um aplicativo que permita preencher as mandalas;
    • Criar um site do projeto;
    • Imprimir 7 mil livros e pôsteres e gravar 7 mil cópias do aplicativo em CD-ROM;
    • Doar pelo menos um kit livro+CD+pôster para cada Secretaria de Educação brasileira por meio de programas e projetos relacionados à educação alimentar e nutricional.

Clique aqui e saiba mais.

Processo seletivo – INCA – agrotoxicos, OGMs e cancer

15/07/2015 18:20

A Unidade Técnica de Alimentação, Nutrição e Câncer do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA) está contratando consultores para realização de revisões sistemáticas da literatura sobre os seguintes temas:

1) Agrotóxicos e câncer
2) Transgênicos e câncer
3) Edulcorantes e câncer
4) Edulcorantes e excesso de peso

Seguem abaixo algumas informações sobre a vaga:

Pré-requisito mínimo do profissional: Mestrado em Ciências da Saúde ou áreas afins
Contratação: via OPAS
Valor do contrato: R$7.500,00
Previsão de início das atividades: outubro/2015
Duração do contrato: 6 meses

Caso alguém tenha interesse, solicitamos o envio do currículo vitae para o e-mail alimentacao@inca.gov.br até o dia 24/07/2015.

Ciência venceu, diz pesquisador que revelou danos da gordura trans há 50 anos

06/07/2015 15:45

Em 1957, o pesquisador de nutrição Fred Kummerow foi um dos pioneiros aO pesquisador em seu laboratório na Universidade de Illinois, na cidade de Urbana (EUA) apontar os malefícios da gordura trans e relacioná-la às doenças cardiovasculares.

A descoberta veio depois de analisar artérias de pacientes que tinham morrido de infarto e encontrar gordura trans no tecido delas.

Rick Danzl/Associated Press
O pesquisador em seu laboratório na Universidade de Illinois, na cidade de Urbana (EUA)

As cinco décadas seguintes foram dedicadas aos estudos dos efeitos da gordura trans sobre a saúde humana –e à guerra declarada contra a substância.

Foi só na última terça-feira (16), porém, que a FDA (agência reguladora de alimentos dos Estados Unidos) enfim proibiu o uso da gordura trans em alimentos e afirmou que a substância não é considerada segura.

Clique aqui e continue a leitura

EUA dá passo para remover gorduras trans em alimentos

29/06/2015 17:35
Com base em uma revisão completa da evidência científica, a Administração de Remédios e Alimentos (FDA, na sigla em inglês) do país determinou dia 16 que o uso da gordura trans para utilização na alimentação humana não é seguro. Os fabricantes de alimentos têm três anos para remover produtos de óleos parcialmente hidrogenados.
“A ação da FDA sobre esta importante fonte de gorduras trans artificiais demonstra o compromisso da agência sobre a saúde do coração de todos os americanos”, disse o representante da FDA, Dr. Stephen Ostroff. “Esta ação é esperada para reduzir as doenças cardíacas e prevenir milhares de ataques cardíacos fatais a cada ano.”
A medida vai reduzir significativamente o uso de óleos parcialmente hidrogenados, a principal fonte de gorduras trans artificiais no fornecimento de alimentos. Desde 2006, o DFA tem exigido que fabricantes incluam informações sobre o conteúdo de gordura trans no rótulo nutricional dos alimentos. Entre 2003 e 2012, a FDA estima que o consumo de gorduras trans diminuiu entre os consumidores em cerca de 78 por cento e que o padrão de rotulagem de alimentos e reformulação da indústria foram fatores-chave de informação para ajudar os consumidores a fazer escolhas mais saudáveis ​​e reduzir as gorduras trans nos alimentos.

Edital vai disponibilizar R$ 23,5 milhoes para pesquisas de fortalecimento do SUS

24/06/2015 13:11

Entre os temas propostos estão o impacto do Programa Mais Médicos em áreas vulneráveis, as principais causas de morte materna entre os povos indígenas, a investigação sobre a situação vacinal nas capitais brasileiras, o impacto da implantação das Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e avaliação da qualidade da atenção hospitalar no pais. Ao todo, o Ministério ira disponibilizar R$ 23,
5 milhões para o desenvolvimento das pesquisas.
Podem participar instituições brasileiras de ensino superior, institutos ou centros de pesquisa e desenvolvimento, alem de empresas publicas que executem atividades de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação. O prazo para apresentação dos projetos termina em 15 de julho. Apos 30 dias, o Ministério divulgara os projetos aprovados, que terão duração de 24 meses. O Ministério da Saúde ira acompanhar a execução das linhas de pesquisa por relatórios técnicos e, se necessário, videoconferências e visitas in loco.

Para mais informa coes, escreva para pesquisa.decit@saude.gov.br ou contacte pelo telefone (61) 3315 6288.
 Inscrições e informações em http://portal2.saude.gov.br/sisct/