Seleção Bolsa PPGN 2016

21/06/2016 12:43

Está aberto Processo Seletivo de Bolsas PPGN 2016.

Os interessados deverão entregar os documentos presentes no edital entre os dias 22 e 24 de junho de 2016, das 10 às 12 horas e das 15 às 17:00 horas, durante horário de atendimento da Secretaria do PPGN.

Edital de bolsas Edital Bolsas PPGN 2016

Anexos

Anexo 01 anexo-01 – Edital-PPGN-Bolsas-Ficha-de-inscrição
Anexo 02 anexo_02 – Edital-PPGN-Bolsas-Declaração_orientador
Anexo 03 anexo-03 – Edital-PPGN-Bolsas-Declaração_aluno
Anexo 04 anexo-04 – Edital-PPGN-Bolsas-declaração_não-trabalho

 

Resultado Seleção de Bolsas

Bolsa Mestrado  Resultado Final Edital Bolsas – MESTRADO
Bolsa Doutorado  Resultado Final Edital Bolsas – DOUTORADO
Relatório Final Relatório Processo Seletivo Bolsas Mestrado e Doutorado PPGN 2016

Os alunos selecionados serão contatados diretamente sobre os procedimentos necessários para cadastro e implementação da Bolsa.

Atualmente estão previstas 08 bolsas CAPES-DS de mestrado e 05 bolsas CAPES-DS de doutorado para implementação. A implementação dessas bolsas acontecerá a partir de 01 de agosto de 2016.

Palestra Internacional – Prof. Dr. Charles Feldman (EUA)

16/06/2016 14:49

O PPGN convida toda a comunidade universitária para participar da palestraConvite_palestra_prof_visit_USA:

“O curso de Nutrição na Montclair State University – EUA: da Graduação à Pós-Graduação” com o Prof. Dr. Charles Feldman.

A Palestra ocorrerá às 11 horas no dia 21 de junho de 2016, terça-feira, na sala 903 do Bloco B (Sala de Aula) do Centro de Ciências da Saúde, UFSC.

 

Matrícula Candidatos Aprovados – Seleção PPGN 2016

25/05/2016 15:37

MATRÍCULA APROVADOS PPGN UFSC 2016

O período de matrícula para o semestre 2016/2, para os aprovados no processo de Seleção PPGN 2015, será do dia 13 a 17 de junho de 2016, na secretaria do Programa de Pós-Graduação em Nutrição. Os alunos deverão entregar entre os dias 13 e 17 de junho a declaração de proficiência em inglês e documentação exigida no item 3.3.1 do Edital de Seleção do PPGN 2016 – caso não tenha entregue durante a inscrição.

Lembramos que só será realizada o recebimento dos documentos entre os dias 13 e 17 de junho, no horário de atendimento externo da secretaria que é das 10h-12h e das 15h-17h.

Ficamos no aguardo da sua vinda.
Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Nutrição
Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Nutrição

Atalho para chegar ao paper

08/05/2016 21:14

Uma nova plataforma on-line foi criada para ajudar a encontrar artigos científicos divulgados em acesso aberto ou cópias gratuitas de papers publicados em periódicos comerciais. O DOAI (sigla em inglês para Identificador Digital de Acesso Aberto), disponível no endereço doai.io, é um serviço capaz de rastrear a existência de versões disponíveis na internet de trabalhos científicos. É preciso fornecer o código identificador do artigo desejado, no padrão conhecido como DOI, para que a ferramenta mostre, quando existirem, versões armazenadas em coleções de universidades ou perfis de seus autores. O banco de dados que alimenta o DOAI é o Base, da Universidade de Bielefeld, na Alemanha, que indexa quase 90 milhões de registros de 4 mil repositórios acadêmicos e outras fontes de acesso aberto no mundo inteiro. “A abrangência é impressionante”, disse Roger Schonfeld, diretor da Ithaca S+R, empresa de comunicação científica, em seu blog no portal The Scholarly Kitchen. “E a busca parece não privilegiar canais oficiais, como grandes repositórios de acesso aberto”, diz ele, que encontrou na plataforma textos de sua autoria indexados no repositório de uma biblioteca da Universidade do Norte do Texas.

A quantidade de artigos científicos disponíveis na internet é crescente. Estima-se que 40% dos papers sejam publicados atualmente em regime de acesso aberto. Esse quinhão é maior quando se analisa o universo de artigos publicados no passado. Ocorre que um conjunto cada vez maior de manuscritos migra ao longo do tempo do acesso fechado, em que só podem ser vistos por assinantes das revistas que os publicaram, para o acesso aberto, em que são franqueados na internet. Um estudo divulgado em 2013 pela União Europeia mostrou que 50% de todos os artigos publicados entre 2004 e 2011 estavam naquele momento disponíveis gratuitamente.

Um dos méritos da ferramenta DOAI é difundir os artigos em acesso aberto sem exigir que o usuário compreenda as regras e a terminologia que regem esse modelo. O acesso aberto se divide em duas grandes vertentes. Uma delas é a “via dourada” (golden road), aquela em que os periódicos são abertos e oferecem o acesso gratuito a seu conteúdo. Entre os exemplos dessa estratégia destacam-se as revistas da Public Library of Science (PLoS) ou a coleção de periódicos da biblioteca SciELO Brasil, um programa financiado pela FAPESP. A segunda vertente é conhecida como “via verde” (green road). Nessa modalidade, um autor é autorizado a arquivar no banco de dados de sua instituição ou em seu perfil profissional uma cópia de seus artigos científicos publicados numa revista comercial. Quem quiser ler o artigo sem pagar pode recorrer a esses repositórios – e a maioria deles está no banco de dados do DOAI.

Há diversas outras variantes. Algumas publicações permitem que os autores depositem cópias de seus artigos em repositórios, mas exigem que a divulgação só seja feita de seis meses a um ano após a publicação, para preservar seus ganhos nesse período inicial. Instituições de apoio, como a Wellcome Trust, fundação britânica de apoio à pesquisa biomédica, e os National Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos, exigem que os pesquisadores financiados por elas disponibilizem seus artigos em bases de dados de acesso aberto, como o PubMed Central, após um ano da publicação original em revistas científicas de acesso fechado. Outras revistas abrem mão do embargo e divulgam artigos na internet até mesmo antes da publicação do periódico em papel – mas cobram uma taxa adicional do autor para fazer a divulgação livre e antecipada.

Difusão
“O sistema de comunicação científica é complexo. O DOAI pode tornar-se uma ferramenta de localização importante, mas ainda é necessário consolidar a plataforma”, diz Abel Packer, diretor do programa SciELO. De acordo com ele, o DOAI ainda não é muito conhecido e é cedo para saber se terá uma aceitação generalizada. “A difusão deve levar um tempo. Se tudo der certo, todos os artigos indexados no SciELO terão código identificador”, diz Packer.

O DOAI é uma alternativa legal ao site Sci-Hub, criado em 2011 pela programadora e estudante do Casaquistão Alexandra Elbakyan e sediado em São Petersburgo, na Rússia. Trata-se de um repositório on-line com 48 milhões de artigos, na maioria com direitos autorais protegidos, que em fevereiro chegou a registrar 200 mil consultas por dia. O funcionamento do Sci-Hub tem semelhanças com o DOAI, além de uma busca mais abrangente, que não se limita ao código DOI. Seu gigantesco banco de dados oferece artigos que foram baixados por meio do uso de senhas cedidas por assinantes e são disponibilizados livremente. A editora acadêmica Elsevier iniciou em 2015 um processo contra a idealizadora do Sci-Hub numa corte em Nova York por violação de direitos autorais, mas encontra dificuldade em cercear juridicamente uma iniciativa sediada num país distante. “Uma única mulher conseguiu realizar uma colossal disponibilização pública de milhões de artigos antes restritos”, diz Moreno Barros, bibliotecário e doutor em História da Ciência pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Para ele, iniciativas como o DOAI e o Sci-Hub indicam que a comunicação científica está mudando num ritmo lento e que o movimento do Acesso Aberto, lançado em 2002 com o objetivo de franquear o acesso à produção científica, teve resultados limitados. “Coletivamente, o esforço de 14 anos para tirar o conhecimento das mãos das editoras, um artigo de cada vez, resultou por ora   em 40% de novos artigos livres”, afirma Moreno Barros.

Fonte: Pesquisa Fapesp

Pint of Science Brasil

03/05/2016 22:26

Que a ciência é uma atividade muito divertida os cientistas já sabem! Agora, eles vão sair dos seus laboratórios durante três noites especiais só para contar a você como é o trabalho que eles fazem e os impactos disso na sua vida! É o Pint of Science, um festival internacional de divulgação científica que nasceu na Inglaterra em 2013.

 Não perca essa oportunidade de conhecer um pouco mais sobre alguns assuntos instigantes que estão dando o que falar e esclareça suas dúvidas diretamente com quem faz ciência. Na nossa programação tem uma variedade impressionante de temas, vamos falar de átomos, genes, vírus, cérebro, sociedade, tecnologia, sustentabilidade, planetas, galáxias e muito mais!

 É gratuito! Participe dessas três noites de muita diversão e ciência. 

 23, 24 e 25 de maio

Fonte: Pint of Science Brasil

Publishing key research in Ultra-processed foods

03/05/2016 22:21
ESSENTIAL RESEARCH ON ULTRA PROCESSED FOODS AND POPULATION DIETS

Public Health Nutrition will publish a special issue on “ultra-processed foods”(UPFs). This issue represents an effort to analyse the impact of UPFs on public health nutrition and diet-related outcomes, and to describe efforts in the research and application of a food classification based on the extent and purpose of food processing in nutrition monitoring, epidemiology, interventions and policies. 
 
The special issue is guest edited by Dr Bridget Kelly (University of Wollongong) and is scheduled to publish in 2017
 
Submissions are open until 15th October 2016
 PHN Call for papers             Submit your research online

 

ACCESS CURRENT RESEARCH ON ULTRA-PROCESSED FOODS (until 31 October 2016)  

PHN has already published research in this important area:

PHN_wheat

Ultra-processed foods have the worst nutrient profile, yet they are the most  available packaged products in a sample of New Zealand supermarkets

PHN_wheat

Ultra-processed food purchases in Norway: a quantitative study on a representative sample of food retailers. Public Health

PHN_wheat

Trends in consumption of ultra-processed foods and obesity in Sweden between 1960 and 2010

PHN_wheatDietary guidelines to nourish humanity and the planet in the twenty-first century. A blueprint from Brazil

PHN_wheatSodium content and labelling of processed and ultra-processed food products marketed in Brazil

 


Public Health Nutrition is published on behalf of The Nutrition Society

 

Agrotóxicos, terra e dinheiro: a discussão que vem antes da prateleira | USP – Universidade de São Paulo

02/05/2016 13:27

A geógrafa Larissa Mies Bombardi fala sobre a legislação que regula estes produtos no Brasil e defende uma agricultura sem agrotóxicos

O Brasil ocupa o primeiro lugar na lista de países que mais consomem agrotóxicos. O uso massivo desses produtos é explicado por uma economia que exporta commodities em grande escala, em especial a soja, e um modelo de agronegócio baseado em grandes extensões de terra produzindo poucas culturas.

Nos últimos cinco anos, a geógrafa Larissa Mies Bombardi tem se dedicado a estudar o impacto do uso dos agrotóxicos no país, em especial a partir do mapeamento dos casos de intoxicação – segundo a professora, de 2007 a 2014 foram notificados 1186 casos de morte por intoxicação com agrotóxicos.

Coordenadora do Laboratório de Geografia Agrária da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Larissa comenta o Projeto de Lei em tramitação na Câmara que concentra no Ministério da Agricultura o controle do registro dos agrotóxicos, responsabilidade que hoje é compartilhada com órgãos dos Ministério da Saúde e do Meio Ambiente. A pesquisadora fala também sobre como os recentes casos de microcefalia associados ao vírus zika podem acabar contribuindo para a aprovação de medidas que autorizam a pulverização de áreas urbanas com agrotóxicos para o combate ao mosquito.

Larissa Mies Bombardi | Foto: Cecília Bastos
Larissa Mies Bombardi | Foto: Cecília Bastos

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