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Boletim Rede Alimenta: PAA Sementes, PAA Familiar, Compra Institucional
PAA Sementes: garantia de alimentação e renda para famílias pobres do campo
Por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, governo federal compra 61 toneladas de sementes e distribui a agricultores familiares de Goiás. Mais de 61 toneladas de sementes crioulas de milho, feijão e de arroz estão sendo adquiridas pelo governo federal por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). São grãos que saíram das propriedades de agricultores familiares em Goiás e que irão beneficiar outras famílias de 60 municípios do estado que vivem no campo e fazem parte do Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal. Foram investidos R$ 500 mil na aquisição das sementes. Leia maisMinas Gerais fortalece agricultura familiar
PAA Familiar determina compra de no mínimo 30% de produtos da agricultura familiar pela administração estadual. Leia maisItália quer parceria com Brasil para programa de combate à pobreza. Leia mais Universidade do RS lança edital para a compra de carne de frango da agricultura familiar
Serão adquiridas 196 toneladas de frango para compor a refeição em seis restaurantes da UFRGS. Leia maisMDS repassa R$ 203 milhões para investimento em creches
Prefeituras podem aplicar recursos em manutenção e desenvolvimento da educação infantil para garantir cuidado integral e segurança alimentar das crianças. Leia maisMostra abre inscrição para experiências de Bancos de Alimentos
Trabalhadores, gestores, docentes e estudantes de todas as regiões têm até 29 de março para apresentar iniciativas de promoção da alimentação saudável e de gestão, monitoramento e interface do equipamento de segurança alimentar com outras políticas públicas. Leia maisArtigo releva impacto de ações de programa de educação alimentar e nutricional
Estudo conclui que estratégias de educação alimentar e nutricional melhoram padrão alimentar dos adolescentes. Leia maisDica de cinema que Alimenta
Estreou na última sexta-feira (19), a série “Cooked” no Netflix, serviço de streaming de vídeo com milhões de assinantes em centenas de países pelo mundo. A série é inspirada no livro “Cozinhar, Uma História Natural da Transformação”, de Michael Pollan, jornalista americano e ativista da boa alimentação, que é também o protagonista. Dividida em quatro capítulos: água, terra, fogo e ar, vem com a proposta de discutir a nossa relação com os alimentos e de onde eles vem. Uma ótima dica para aprender mais sobre segurança alimentar. Confira -
OPAS/OMS apresenta novo modelo do perfil nutricional
Documento foi lançado na última quinta-feira, 18, em Washington, EUA, e contou com pesquisadores brasileiros.
Aprovado em 2014 pela Organização Pan-Americana da Saúde ( OPAS/OMS), o Plano de Ação para a prevenção da obesidade na infância e adolescência reformulou um de seus instrumentos para a efetivação de políticas públicas que apontem para o desenvolvimento de políticas, regulamentos e diretrizes regionais para alimentos e bebidas no continente. O modelo de recomendação do perfil nutricional de alimentos e bebidas é uma importante ferramenta para a classificação de alimentos de acordo com a sua composição nutricional e foi apresentado nesta quinta-feira, 18 de fevereiro, em uma conferência virtual, realizada na sede da Organização, em Washington, EUA.
Acesse o novo Modelo de Perfil Nutricional em português

Evento acontecerá na sede da OPAS/OMS e terá transmissão online – Foto: OPAS/OMS
O documento serve de orientação para estudos e políticas para a promoção de uma alimentação adequada e saudável e pesquisas sobre obesidade e doenças não transmissíveis, bem como para demais áreas da saúde pública e coletiva. Para Fabio Gomes, pesquisador do Inca e presidente da Associação Mundial de Nutrição em Saúde Pública (WPHNA), a nova tabela é uma ótima referência não só para a comunidade científica, mas também para juízes e legisladores. “Ele confere objetividade às definições em medidas regulatórias e decisões judiciais, o que facilita também o monitoramento, a caracterização de descumprimento e aplicação de sanções”.
A sessão de lançamento será aberta por Francisco Becerra, diretor adjunto da OPAS/OMS e contará com a participação de Carlos Monteiro, professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP/USP), na apresentação das evidências e do processo de desenvolvimento que justificou a revisão. O documento será também disponibilizado na seção de Nutrição e Obesidade do site do OPAS/OMS, que já oferece um conjunto de documentos tanto das organizações internacionais como dos países-membros, dentre eles, o Guia Alimentar para a População Brasileira, lançado em novembro de 2014.
Fonte: ABRASCO
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Conbran 2016: Envie seu trabalho até 14/03
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A agrofloresta na produção de alimentos
Agenda Gotsch lançou na COP21 em Paris o curta “Vida em Sintropia”.
“Vida em Sintropia” é uma edição com um compilado de experiências expressivas em Agricultura Sintrópica, com imagens e entrevistas inéditas.
Assista o curta em alta resolução aqui.
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Inscrições Abertas: Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade
Em acordo com a Vale S.A., a CAPES lança a 4ª Edição do Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade. O Prêmio é constituído por: Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade de Teses de Doutorado; e Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade de Dissertações de Mestrado.
O interesse da CAPES e da VALE S.A é identificar, divulgar e premiar trabalhos que apresentem ideias inovadoras com potencial para transformação em produto ou processo e também promover o reconhecimento da atividade científica e tecnológica em áreas temáticas que versem sobre o desenvolvimento sustentável e, em especial sobre tecnologia socioambiental tais como:1- Processos eficientes para redução do consumo de água e de energia;
2- Aproveitamento, reaproveitamento e reciclagem de resíduos e/ou rejeitos;
3- Redução de Gases do efeito estufa (GEE); e
4- Tecnologias socioambientais, com ênfase no combate a pobreza;
Para concorrer, as teses de doutorado e dissertações de mestrado deverão ter sido aprovadas nos cursos de pós-graduação adimplentes e reconhecidos no Sistema Nacional de Pós-Graduação.
Os critérios de elegibilidade são: estarem disponíveis no banco de teses e dissertações da CAPES, quando da submissão ao prêmio; terem sido defendidas no ano anterior ao do edital; terem sido defendidas no Brasil, mesmo em casos de cotutela ou outras formas de dupla diplomação; e terem sido defendidas em programa de pós-graduação que tenha tido, no mínimo, 3 (cinco) teses de doutorado e/ou 5 (cinco) dissertações de mestrado defendidas no ano anterior ao do Edital.
Os critérios de premiação serão originalidade do trabalho, relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação.
O período de inscrições será de 15 de fevereiro a 31 de março de 2016.
A Coordenação do Programa de Pós-Graduação da instituição, após seleção interna da tese e/ou dissertação que concorrerá ao Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade representando o Programa, deverá proceder a inscrição de acordo com o Edital 01/2016, anexo, no site:
http://pvc.capes.gov.br/inscricao
O acesso ao sistema deverá ser feito com o mesmo usuário e senha utilizados para acesso à Plataforma Sucupira da CAPES.
Quaisquer dúvidas podem ser dirimidas por meio do endereço: premiovalecapes@capes.gov.br
O Edital pode ser acessado por meio do link abaixo:
A participação do seu programa é muito importante!
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Coordenação de Agroecologia divulga nota sobre matéria do Fantástico
A Coordenação de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) divulgou, na última sexta-feira (05/02), uma nota com informações e reflexões sobre a denúncia de irregularidades na comercialização de produtos orgânicos, exibida no Fantástico no dia 31/01/2016.
De acordo com a nota, “o Mapa audita pelo menos, uma vez ao ano, os 25 organismos certificadores credenciados para atuarem no Brasil, que fazem a inspeção e controle de 8.467 produtores orgânicos certificados. O controle é feito, também, por ações de fiscalização do Ministério nas unidades de produção e pontos de comercialização. Essas ações se baseiam numa sistemática de amostragem e sempre que surgem denúncias ou suspeitas”. A nota destaca ainda que, de 2011 até 2015, 2.496 produtores foram excluídos do Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos.
Clique aqui e leia a nota na íntegra
Fonte: Ascom/Consea
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Convite Palestra: Investigating the habits of shoppers in real settings. What motivates healthy food purchases?
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Boletim Brasil Social – Fevereiro/2016
Governo Federal investiu R$ 567,2 milhões na compra de alimentos da agricultura familiar. Montante contribui para segurança alimentar e nutricional da população de baixa renda. Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) fortalece canais de comercialização das famílias e contribui para segurança alimentar e nutricional da população de baixa renda. Leia mais Desde 2003, já foram entregues mais de 1,2 milhão de tecnologias de acesso à água no Semiárido. Leia mais “Depois que surgiu o PAA, a gente arregaçou as mangas”. Agricultora familiar de Luziânia (GO), Antonieta reformou a casa e começou um novo negócio graças ao programa. Leia mais » “Sou embaixador do Bolsa Família”, diz Nobel da Paz de 2014. Kailash Satyarthi se mostrou surpreso com o impacto do programa na redução da desigualdade educacional. Leia mais Novo perfil do trabalho infantil exige soluções novas. Ministra Tereza Campello destaca que trabalho infantil no Brasil mudou nas duas últimas décadas. Leia mais Bolsa Família: 1,3 milhão de crianças devem ser matriculadas este ano. Frequência escolar é uma das condições para continuar recebendo o benefício. Leia mais Delegações de 40 países conheceram políticas sociais brasileiras em 2015. Interesse internacional reflete o êxito das ações de proteção social. Leia mais Governo aprimora repasses do Brasil Carinhoso. Decreto reforça a importância de vagas em creches para as crianças de baixa renda. Leia mais Campanha: Combate ao mosquito Aedes aegypti. Ouça e saiba como é possível eliminar os focos do mosquito na sua casa. Participe da campanha! Ouça Leia também: • Suas reforça acesso ao mercado de trabalho
• MDS mobiliza servidores no combate ao mosquito Aedes aegypti
• Central de Relacionamento do MDS atende 2,7 milhões de pessoas em 2016
• Rede Trans pede ampliação de apoio a travestis e transexuais
• Agricultores familiares recebem R$ 8,7 milhões do PAA
• Debate sobre o filme “Que horas ela volta?” mostra uma sociedade mais consciente das mudanças
• “A chuva que está caindo no sertão traz muita felicidade” -
Fraudes escamoteadas
Pesquisadores que falsificam dados em artigos científicos costumam adotar padrões de escrita para tentar mascarar pistas de má conduta. Essa é a principal conclusão de um estudo realizado por Jeff Hancock e David Markowitz, professores do Departamento de Comunicação da Universidade Stanford, nos Estados Unidos. No trabalho publicado em novembro no Journal of Language and Social Psychology, eles mostram que há distinções no estilo de escrita em artigos fraudulentos e não fraudulentos. Os autores analisaram 253papers publicados em vários periódicos na área de biomedicina que foram retratados entre 1973 e 2013. Com a utilização de técnicas de linguística computacional, os documentos foram comparados com artigos que não foram alvo de retratação, publicados nas mesmas revistas e no mesmo período, abrangendo assuntos parecidos. Os resultados mostram que os artigos retratados apresentam um nível elevado do que eles chamam de “ofuscamento linguístico”. “Cientistas que falsificam dados têm consciência de que estão cometendo má conduta e não querem ser pegos. Uma estratégia para contornar isso é tentar ofuscar a fraude por meio de palavras ou expressões no texto”, explicou Markowitz aosite da Universidade Stanford. Esse fenômeno já havia sido observado em relatórios financeiros. “Quisemos verificar se o mesmo ocorre em artigos científicos.”
Observou-se, por exemplo, que os artigos fraudulentos apresentam um número maior de jargões técnicos: em média, cerca de 60 termos especializados a mais do que em artigos não fraudulentos. Uma explicação possível é que essas palavras, incomuns na comunicação do cotidiano, ajudam a simular o lastro científico do artigo. Também ocorre uma incidência menor de termos que expressam emoções ou juízo de valor, como “sucesso” ou “melhorar”, nos papers retratados. De acordo com os autores da pesquisa, utilizar menos palavras que soem positivas, como afirmar que os resultados obtidos são “satisfatórios”, serve para não chamar a atenção do leitor em relação aos dados falsificados no artigo. “Nosso trabalho é uma contribuição dentro de um esforço de pesquisa que busca compreender como a linguagem pode revelar dinâmicas sociais e psicológicas, como a fraude”, explica Markowitz. No entanto, ele ressalta a necessidade de mais estudos sobre o assunto para que essa abordagem possa ser utilizada para detectar fraudes.
Fonte: Revista Pesquisa FAPESP
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Cidades sustentáveis e saudáveis: microcefalia, perigos do controle químico e o desafio do saneamento universal
Abrasco emite Nota oficial onde diz não às mesmas medidas ineficazes e perigosas e sim às ações socioambientais transformadoras
A Abrasco manifesta-se através da atuação dos Grupos Temáticos de Saúde e Ambiente; Saúde do Trabalhador; Vigilância Sanitária; Promoção da Saúde e Desenvolvimento Sustentável e ainda Educação Popular em Saúde, sobre a epidemia de microcefalia. O documento pretende aprofundar reflexões, questionamentos e fazer proposições que possam orientar as políticas públicas na intervenção preventiva frente ao surto.
O crescimento exponencial da epidemia de dengue (em 2015, o Ministério da Saúde registrou 1,649,008 casos prováveis desta virose no país e houve um aumento de 82,5% dos óbitos em relação ao ano anterior). A expansão territorial da infestação pelo Aedes aegypti atestam o fracasso da estratégia nacional de controle. Com o surgimento da epidemia do zika vírus, com repercussões ainda mais danosas ao ser humano, urge a revisão de nossa política e do programa de controle da infestação dos Aedes visando impedir a ocorrência de epidemias por arbovírus.
Vários fatores estão envolvidos na causa dessa tragédia sanitária. Trata-se de um fenômeno complexo. Para a Abrasco, a degradação das condições de vida nas cidades, saneamento básico inadequado, particularmente no que se refere à dificuldade de acesso contínuo a água, coleta de lixo precária, esgotamento sanitário, descuido com higiene de espaços públicos e particulares – são os principais responsáveis por esse desastre.
Observa-se que a distribuição espacial por local de moradia das mães dos recém-nascidos com microcefalia (ou suspeitos) é maior nas áreas mais pobres, com urbanização precária e saneamento ambiental inadequado. Nestas áreas, o provimento de água de forma irregular ou intermitente leva essas populações ao armazenamento domiciliar de água de modo inadequado, condição muito favorável para a reprodução do Aedes aegypti.
Associa-se a isto a debilidade do Sistema Único de Saúde – SUS e do Estado brasileiro para enfrentar este problema. Não há integração entre municípios, estados e União, o que impede a implementação de ações sincronizadas. Defendemos a constituição de estruturas de Vigilância à Saúde, em cada uma das 400 Regiões de Saúde, com unificação de recursos visando planejamento e gestão das ações tanto dos municípios quanto de estados e União.
O enfrentamento destas epidemias necessita de ações que atuem em curto e médio prazo: – Apoio e articulação de pesquisas voltadas para produção de vacinas, com prioridade para o zika vírus; estudos para produzir conhecimentos da epidemia desta doença, definindo cientificamente seu modo(s) de transmissão, danos ao sistema nervoso, desenvolvimento em escala de testes clínicos, dentre outras inciativas . – Controle da infestação de Aedes, por meio do desenvolvimento de ações imediatas em larga escala de destruição de criadouros e melhoria das condições sócio-ambientais de nossas cidades. É importante assinalar que estas intervenções urbanas precisam ser realizadas de forma contínua e sistemática, e não como campanhas sanitárias pontuais. O terceiro tipo de ação se refere ao cuidado preventivo e atenção à saúde das pessoas expostas ao risco e infectadas.
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