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ICCAS 2013 seleciona trabalhos
A 8 ª Conferência Internacional sobre a Arte Culinária e Ciência – ICCAS 2013 será realizada de 19 a 21 de junho na Universidade do Porto e está selecionando trabalhos nas modalidades trabalho completo (4000 palavras) e resumos (300 palavras).
13 de janeiro 2013 – Último dia para papéis (4000 palavras) submissão e autores avisados da sua aceitação no prazo de 8 semanas.
17 de fevereiro 2013 – Último dia para os resumos (300 palavras) submissão e autores avisados da sua aceitação no prazo de 8 semanas.
Consulte as instruções para a submissão de propostas no site do ICCAS 2013.
Fonte: ICCAS 2013 | Conferência Internacional sobre Culinary Arts and Sciences
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UFSC abre concurso para professor na área de Nutrição
A UFSC, por meio da Divisão de Concursos e Admissões (DCA), do Departamento de Desenvolvimento de Pessoas (DDP) da Secretaria de Gestão de Pessoas (SEGESP) realiza um dos maiores concursos para professor efetivo de sua história. São 205 vagas para professor efetivo contemplando os 11 Centros de Ensino e os 4 Campi. As inscrições ocorrem de 10 a 31 de janeiro. Para esclarecimento de dúvidas: (48) 3721-9913 ou 3721-9497.
Confira o Edital-004DPP2013-Magistério-Superior (Versão-Final)
Fonte: Agecom/UFSC
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Comida no museu
A forma como gerações se alimentam, a comida do campo à mesa, e tudo desse universo, é explorado por lentes artísticas que ganham exposições nos museus de grandes cidades no mundo. As dicas para os apreciadores dessa fusão artística que vão viajar nessas férias são da americana doutora em nutrição Marion Nestle autora do livro “Food Politics – How the Food industry influences nutrition and Health”.
Nos Estados Unidos são três mostras que reunem diferentes abordagens sobre a comida. Em Washington, o Museu Nacional da História Americana, traz ao público a transformação da mesa americana da década de 50 aos anos 2000. “Food: Transforming the american table 1950-2000” apresenta através da comida a história dos americanos, suas relações sociais familiares e o desenvolvimento industrial no setor. Entre as atrações o público poderá sentir-se na própria cozinha de Julia Child com utensílios e equipamentos da década de 40.
Em Nova Iorque, “Our Global Kitchen: Food, Nature, Culture”está em cartaz no Museu Americano de História Natural. A mostra explora o complexo sistema alimentar “desde a terra ao garfo” e visitantes poderão examinar a interseção entre comida, natureza, cultura, saúde e história além de refletir sobre as questões desafiadoras de nosso tempo. A cada duas semanas até fevereiro um ingrediente será celebrado no espaço “Working Kitchen”, cozinha com agricultores e chefs que irão demonstrar os procedimentos de cocção e oferecer degustação ao público. O objetivo é mostrar que além dos cinco sentidos que influenciam no sabor de cada alimento, outros tambem complementam como memória, cultura, anatomia, genética e publicidade. Ainda na “Big Apple”, a hora do almoço é tema da exposição “Lunch Hour” promovida pela Biblioteca Pública. Essa não precisa ir lá , está disponível para os internautas on line.
Do outro lado do continente, em Genenbra na Suiça, o Museu da Alimentação Alimentarium da Marion Nestle tem exibições permanentes que aborda o universo da alimentação seja a cozinha ou os diversos tipos de refeição. Agora, é escolher o destino e seguir viagem.
Fonte: Redação Malagueta – por Mariana Moraes
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Anvisa altera alegações nutricionais em alimentos
As alegações nutricionais, presentes nos rótulos de alimentos, deverão seguir novos critérios para serem utilizadas. É que a Resolução RDC 54/2012 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (12/11), alterou a forma de uso de termos como: light, baixo, rico, fonte, não contém, entre outros.
O uso da alegação light, por exemplo, só será permitido para os alimentos que forem reduzidos em algum nutriente. Isso quer dizer que o termo só poderá ser empregado se o produto apresentar redução de algum nutriente em comparação com um alimento de referência (versão convencional do mesmo alimento).
Anteriormente, a alegação light podia ser utilizada em duas situações: nos alimentos com redução e nos alimentos com baixo teor de algum nutriente. “Tal situação dificultava o entendimento e a identificação pelos consumidores e profissionais de saúde das diferenças entre produtos com a alegação light”, explica o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano.
Já os critérios para o uso das alegações de fonte e alto teor de proteínas receberam a exigência adicional de que as proteínas do alimento devem atender a um critério mínimo de qualidade. “Essa alteração visa proteger o consumidor de informações e práticas enganosas como, por exemplo, o uso de alegações de fonte de proteína em alimentos que contenham proteínas incompletas e de baixa qualidade”, afirma o diretor de Controle e Monitoramento Sanitário da Anvisa, Agenor Álvares.
Base de cálculo
Outra novidade apresentada pela Resolução RDC 54/2012 da Anvisa é a alteração na base para o cálculo das alegações nutricionais. O cálculo antigo previa que os critérios para uso das alegações nutricionais fosse feito com base em 100g ou ml do alimento. Por exemplo, para veicular uma alegação de sem açúcar, um alimento sólido não podia conter mais de 0,5 g de açúcares por 100 g.
A nova regra alterou essa base e passou a exigir que os critérios para uso das alegações nutricionais, na maioria dos alimentos, fossem calculados com base na porção do alimento. Neste caso, para veicular a alegação de sem açúcar, o alimento não pode conter mais de 0,5 g de açúcares por porção.
Novas alegações
Oito novas alegações nutricionais foram criadas pela nova regulamentação. Para isso, foram desenvolvidos critérios para: não contém gorduras trans; fonte de ácidos graxos ômega 3; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3; fonte de ácidos graxos ômega 6; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6; fonte de ácidos graxos ômega 9; alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9; e sem adição de sal.
De acordo com Álvares, essas alegações foram estabelecidas com o intuito de estimular a reformulação e desenvolvimento de produtos industrializados mais adequados nutricionalmente. “Além disso, permite que os consumidores sejam informados dessas características nutricionais específicas” afirma o diretor da Anvisa.
Visibilidade e legibilidade
A Resolução RDC 54/12 da Anvisa estabeleceu, ainda, que todos os esclarecimentos ou advertências exigidos em função do uso de uma alegação nutricional devem ser declarados junto à esta alegação. Devem também seguir o mesmo tipo de letra da alegação, com pelo menos 50% do seu tamanho, de cor contrastante ao fundo do rótulo, de forma que garanta a visibilidade e legibilidade da informação.
Segundo o diretor da Anvisa, muitas vezes, o uso de uma alegação demanda a declaração de um esclarecimento ou advertência na rotulagem a fim de proteger o consumidor da veiculação de informações incompletas e potencialmente enganosas. “Um exemplo típico é o caso dos óleos vegetais com a alegação sem colesterol. Nesses casos, os fabricantes são obrigados a informar ao consumidor que todo óleo vegetal não contém colesterol, ou seja, que essa é uma característica inerente do alimento, que não depende de sua marca”, argumenta o diretor da Agência.
Mercosul
Com a publicação da Resolução RDC 54/2012, o Brasil harmoniza os regulamentos técnicos relacionados à rotulagem nutricional no âmbito do Mercosul. “Essa harmonização tem como objetivos facilitar a livre circulação dos alimentos, evitar obstáculos técnicos ao comércio e melhorar a informação para o consumidor”, afirma Álvares
As discussões técnicas sobre a harmonização de alegações nutricionais ocorreram na Comissão de Alimentos do Subgrupo de Trabalho 3. Durante quatro anos, além de compor a delegação brasileira nas reuniões do SGT-3, a Anvisa coordenou as reuniões internas com representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça e de diferentes setores da sociedade a fim de garantir uma ampla participação e discussão dos aspectos mais relevantes para definição da posição brasileira.
A Anvisa realizou também todo o processo de consulta pública interna da proposta de regulamento técnico, que foi publicada por meio da consulta pública 21/2011.
Adequação
Os alimentos produzidos a partir de 1º de janeiro de 2014 já devem seguir o novo regulamento. Já os produtos fabricados antes do prazo fornecido podem ser comercializados até o fim do seu prazo de validade.
A norma da Agência é valida para as alegações presentes em anúncios veiculados por meios de comunicação. Aplica-se, ainda, para toda mensagem transmitida de forma oral ou escrita.
A norma não engloba alimentos para fins especiais, águas envasadas destinadas ao consumo humano, sal de mesa, bebidas alcoólicas, aditivos alimentares, coadjuvantes de tecnologia, especiarias, vinagres, café e erva-mate e espécies vegetais para preparo de chás e outras ervas, sem adição de outros ingredientes que forneçam valor nutricional.
Confira aqui a íntegra da Resolução.
FONTE: Danilo Molina/ Imprensa – Anvisa
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Lançamento de caderno sobre consumismo infantil
O Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Instituto Alana, lançou na tarde desta quarta-feira (31/10) o caderno Consumismo Infantil: na contramão da sustentabilidade. “Se o Brasil quer ser líder de sustentabilidade no mundo, temos que provocar esse debate e saber quais as escolhas que a sociedade está fazendo”, afirmou a Secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do MMA, Samyra Crespo.
“Estamos preocupados em saber que crianças vamos deixar para o planeta, e não apenas o contrário. Porque as crianças de hoje serão as responsáveis pelas escolhas no futuro”, acrescentou a secretária. Nessa linha, o caderno lançado orienta pais, educadores e cuidadores a lidar com os apelos da sociedade de consumo. “Os publicitários contam com instrumentos muito sofisticados para induzir as crianças ao consumo”.
Participaram do debate a coordenadora de Mobilização do Instituto Alana, Gabriela Vuolo; o coordenador substituto de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Eduardo Nilson; o representante da Secretaria de Promoção do Direito da Criança e do Adolescente da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Sérgio Marcos; a representante da Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira e o assessor de Comunicação da Presidência da República, Sérgio Alli.
OBESIDADE PREOCUPA
Segundo o coordenador substituto de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde, Eduardo Nilson, a obesidade já alcança níveis preocupantes, assim como o diabetes e a hipertensão – doenças consequentes de alimentação e hábitos inadequados.
Já o coordenador de comunicação da Presidência da República, Sérgio Alli, destacou a dificuldade que é, para os pais, lidar com os apelos das novas tecnologias. “Quem é pai tem pouco espaço público de reflexão sobre como agir, muitas vezes é uma decisão solitária das famílias”, disse.
“O apelo para comprar as novidades é muito forte”, completou a representante da Secretaria Nacional do Consumidor, Juliana Pereira. “Vivemos na sociedade do ter. A criança aprende desde pequena que ela só é uma pessoa melhor se ela tem um tênis da marca X ou um brinquedo Y”. Essa inversão de valores, segundo ela, é consequência da sociedade consumista em que vivemos. “O Ministério da Justiça está multando empresas que abusam de brincadeiras e personagens infantis para vender produtos às crianças”, ressaltou ela. Há dez anos, tramita um projeto de lei na Câmara dos Deputados para proibir a publicidade voltada ao público infantil.
A representante do Instituto Alana, Gabriela Vuolo, destacou que ninguém nasce consumista. “É bastante preocupante que vejamos esses apelos consumistas direcionados a um público infantil”, disse. “Estamos trabalhando para reverter isso. As crianças até 10 anos não diferenciam o que é entretenimento do que é publicidade. Anunciar para esse público é contra qualquer padrão de sustentabilidade”. Ela segue a explanação apresentando dados: no Dia das Crianças de 2011, 64% da publicidade em 10 canais televisivos monitorados foram voltados para crianças; e uma em cada três crianças no Brasil está com sobrepeso.
“Se a conta dos recursos não está fechando, imagina lá na frente com esse ritmo de consumo desenfreado”, alertou Gabriela. O caderno traz dicas práticas como estimular as crianças a desligar a televisão e brincar ao ar livre, doar um brinquedo usado quando recebem um novo (ganhou, doou!), reciclar embalagens, comer lanches saudáveis e pensar se o bem de consumo almejado é realmente necessário e não um capricho.
A cartilha será distribuída pelo Ministério da Educação e pelo MMA ao público alvo (pais, professores e cuidadores). Para conhecer a cartilha, clique aqui.FONTE: Ministério do Meio Ambriente, por LETÍCIA VERDI
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Brasil integra o novo mapa da ciência
A revista Nature publicou, no dia 18 de outubro, uma edição especial sobre as mudanças que ocorrem na forma como se faz ciência hoje no mundo.
Intitulada O novo mapa da ciência, a publicação destaca que hoje mais países, como China, Índia, Cingapura, Brasil e Coreia do Sul, estão tomando assento na mesa das nações que realizam pesquisas de alto nível, ao lado de superpotências como França, Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos, que dominam a pesquisa científica desde 1945 e que podem perder a liderança nos próximos anos.
Uma das razões para essa mudança nessa geografia da ciência, segundo a publicação, é que a ciência está se tornando cada vez mais globalizada em função da expansão de redes de colaboração em pesquisa em todas as regiões do mundo, que estão reforçando a competência e a capacidade de pesquisa dos países emergentes e alterando o equilíbrio global da ciência.
“As fronteiras nacionais estão sendo superadas por rede de colaboração em pesquisa e ‘circulação de cérebros’, que possibilitam que os cientistas se movam de forma muito mais fluida em todo o mundo do que no passado”, aponta a publicação.
“Esse movimento de pessoas e ideias deve mudar a forma como a ciência é feita, como é financiada e as questões que aborda”, vaticina o editorial da revista.
Para ilustrar esse novo panorama, a revista cita dados da National Science Foundation (NSF) que aponta que quase um quarto dos artigos científicos publicados em 2010 tinha entre seus autores cientistas de mais de um país, contra 10% em 1990. Ainda de acordo com dados da NSF, o número médio de autores de pesquisas hoje, que é 4,5, é equivalente ao dobro do que era em 1980.
“Uma edição da Nature hoje tem um número similar de artigos científicos das edições de 60 anos atrás, mas eles têm pelos menos quatro vezes mais autores”, exemplifica a publicação.
Outros exemplos dados pela publicação para ilustrar o aumento da cooperação científica internacional foram os de alguns cientistas ganhadores do prêmio Nobel este ano.
O cientista japonês Shinya Yamanaka, vencedor do prêmio Nobel de Medicina por suas pesquisas com células-tronco pluripotentes induzidas (IPS), por exemplo, é professor da Universidade de Kyoto e ligado ao Instituto Gladstone, em San Francisco, nos Estados Unidos, onde coordena pesquisa com roedores.
Por sua vez, o francês Serge Haroche, ganhador do prêmio Nobel de Física, é professor de física do Collège de France, foi professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e das universidades Harvard e Yale, nos Estados Unidos, e mantém colaborações em pesquisa com cientistas de diferentes países, inclusive do Brasil.
“Muitas áreas da ciência estão se tornando internacionais. Os pesquisadores estão cada vez mais cruzando o mundo e se acostumando a trabalhar em dois ou três países ao mesmo tempo”, diz a revista.
Medidas para impulsionar a ciência no Brasil
A edição especial da Nature reuniu as opiniões de oito líderes de instituições, programas e agências de fomento à pesquisa de Cingapura, África do Sul, Suíça, Espanha, Rússia, Egito, Brasil e Coreia do Sul, sobre as medidas que devem ser tomadas para impulsionar a pesquisa em seus países na próxima década.
O diretor científico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, foi ouvido pela publicação para falar sobre o panorama da ciência no Brasil. Em seu artigo, publicado na seção “Comment” da edição especial, Brito Cruz destacou que o desenvolvimento científico do Brasil nos últimos 30 anos tem sido impressionante.
Em 2011, por exemplo, o país formou mais de 12 mil doutores e publicou 35 mil artigos em revistas científicas internacionais. Porém, em média, as citações de artigos científicos de autoria de pesquisadores no mesmo ano continuam sendo as mesmas de 1994, equivalendo a menos de 65% da média mundial.
“Cientistas brasileiros devem colaborar e publicar mais com pesquisadores de instituições de classe mundial no exterior”, indicou Brito Cruz.
Uma das propostas apresentadas por ele é que o governo desenvolva um plano para apoiar cerca de uma dezena de universidades na execução de programas de excelência, que possibilite situá-las entre as 100 melhores do mundo em uma década.
“O país já tem universidades altamente seletivas, que poderiam se tornar de classe mundial”, destacou Brito Cruz.
A edição especial da Nature sobre o Novo mapa da ciência pode ser acessada em www.nature.com/news/specials/global/index.html.
FONTE: Agência FAPESP – Elton Alisson
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Bolsistas REUNI realizam curso
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Chamada pública CNPq – Inovação em Educação Alimentar e Nutricional
A presente Chamada tem por objetivo selecionar propostas para apoio financeiro a projetos que visem contribuir significativamente para o desenvolvimento científico e tecnológico e inovação do País.
Os projetos deverão promover o desenvolvimento cientifico e tecnológico e inovação em Educação Alimentar e Nutricional, para subsidiar programas e projetos na área de Segurança Alimentar e Nutricional, no âmbito das políticas
apoiadas pelo Governo Federal, contemplando os sistemas públicos agroalimentares locais e de alimentação e nutrição de coletividades humanas.
Os projetos deverão considerar a indissociabilidade entre a produção, abastecimento e consumo biológico e simbólico-cultural de alimentos para a promoção de alimentação adequada e saudável. Sistemas públicos agroalimentares locais são caracterizados como ações de políticas publicas que visam a promoção do abastecimento e estruturação de sistemas sustentáveis e descentralizados, de base agroecologica, de produção, extração processamento e distribuição de alimentos (PlanSAN, 2011).Inscrições: 05/10/2012 a 19/11/2012
Maiores informações em Chamada pública
Fonte: CNPq
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UFSC é a segunda instituição brasileira melhor qualificada no Ranking Web of World Universities
A Universidade Federal de Santa Catarina passou à segunda instituição brasileira melhor qualificada no Ranking Web of World Universities, sendo a primeira universidade federal brasileira no levantamento . No primeiro lugar geral se mantém a USP. No ranking passado, publicado no mês de janeiro, a UFSC ocupava a quarta posição. Na classificação para a América Latina, em que figurava como quinta universidade, passou a terceira colocada. E no ranking mundial está entre as cem universidades do mundo: subiu da 129ª posição para a 98ª.
Harvard University, Massachusetts Institute of Technology e Stanford University se mantêm no topo da classificação mundial. Entre as brasileiras, lideram aUniversidade de São Paulo (USP), UFSC e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Apesar da variabilidade que pode ser verificada no posicionamento das universidades (a Universidade de Michigan era quarta colocada em janeiro e agora é décima terceira, por exemplo) a UFSC vem nos últimos cinco anos elevando sua classificação. Em 2010 estava entre as 400 melhores colocadas (era a 377ª), em 2011 passou a 240ª posição; em 2011 para a 206ª e em janeiro de 2012 chegou a 129ª colocação.
O Webometrics é uma pesquisa realizada desde 2004 pelo Cybermetrics Lab, grupo de pesquisa do Conselho Superior de Investigações Científicas, ligado ao Ministério da Educação da Espanha. É publicado duas vezes por ano, nos meses de janeiro e julho. O instituto monta o ranking a partir da análise do material disponibilizado nos sites das universidades. Nos últimos levantamentos foram avaliadas, em média, 20 mil instituições. Para os organizadores, a presença de uma instituição de ensino e pesquisa na internet é um indicativo de sua excelência e de seu comprometimento com a disseminação do saber.
FONTE: Arley Reis / Jornalista da Agecom

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PPGN lança edital de bolsa de Mestrado 2012
Estão abertas as inscrições para Bolsa de Mestrado no período de 22 a 27 de junho de 2012. Maiores informações em Documentos para bolsas de estudos.







