Programa de Pós-Graduação em Nutrição
  • Palestra sobre desafios da alimentação abre primeiro Doutorado em Nutrição da Região Sul

    “Não foi na Sourbonne ou em outra universidade que travei contato com o fenômeno da fome”. A frase de Josué de Castro, médico, nutrólogo, professor, geógrafo, cientista social, político, ativista brasileiro que dedicou sua vida ao combate à fome foi lembrada na manhã desta terça-feira, 20 de março, durante a aula inaugural do Doutorado em Nutrição da UFSC.

    Convidado a marcar na Universidade Federal de Santa Catarina o início do primeiro doutorado da área na Região Sul (nono no país), o professor Pedro Israel Cabral de Lima, da Universidade Federal de Pernambuco, contextualizou a relevância e atualidade do trabalho do médico nascido no Recife, na palestra “Alimentação e Nutrição: de Josué de Castro aos dias atuais”.

    Veja a notícia completa:


  • Aula inaugural que marca o início do doutorado em Nutrição será dia 20 de março

    Fonte: Agecom/UFSC

    O Programa de Pós-graduação em Nutrição convida toda a comunidade acadêmica para a aula inaugural do Doutorado 2012  com o professor Pedro Israel Cabral de Lira, ministrando a conferência: Alimentação e Nutrição: de Josué de Castro aos dias atuais A Aula será realizada na terça -feira, dia 20 de março, às 9h no auditório do Centro de Ciências da Saúde. O evento marca o início do primeiro doutorado em Nutrição da Região Sul do país, sendo também realizado em comemoração aos 10 anos do Programa de Pós-graduação em Nutrição da UFSC.

    Pedro Israel Cabral de Lira: O professor Pedro Israel Cabral de Lira é médico pela Universidade Federal de Pernambuco, especialista em Saúde Públicapela Fiocruz, Mestre em Nutrição pelo Instituto Nacional de Alimentacion Y Nutrición da Universidad do Chile e PhD em Medicina pela Escola de Higiene e Medicina Tropical da Universidade de Londres, Inglaterra. É Professor Titular do Departamento de Nutrição da Universidade Federal de Pernambuco e coordena o Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição do Nordeste, ligado à Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde. Atuou como consultor da área de Nutrição na Capes e foi membro do Comitê Assessor de Saúde e Nutrição no CNPq. Tem experiência em pesquisa nas áreas de Nutrição Materno-Infantil, com ênfase em Epidemiologia e Avaliação do Estado Nutricional, atuando principalmente com baixo peso ao nascer, crescimento e desenvolvimento, aleitamento materno e micronutrientes.

    Informações : 3721-5228 , 3721-5042 ou 3721-9784


  • Inovação e divulgação de projetos em jornais são novos critérios de avaliação da produção científica.

    Inovação e divulgação de projetos em jornais são novos critérios de avaliação da produção científica

    O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) vai acrescentar, na plataforma eletrônica Lattes, que traz currículos e atividades de 1,8 milhão de pesquisadores de todo o País, duas novas abas para divulgação pública. Em uma delas, os cientistas brasileiros informarão sobre a inovação de seus projetos e pesquisas; e na outra, deverão descrever iniciativas de divulgação e de educação científica.

    Com a mudança, cientistas de todos os campos de investigação deverão descrever, na Plataforma Lattes, dados sobre a organização de feira de ciências, promoção de palestras em escolas, artigos e entrevistas concedidas à imprensa – além das informações básicas como dados pessoais, formação acadêmica, atuação profissional, publicações, linhas e projetos de pesquisa, áreas de atuação e domínio de idioma estrangeiros. A intenção do CNPq é aumentar o conhecimento da sociedade sobre as atividades científicas que ocorrem no País.

    “No século 21, o cientista reconhece seu papel de engajamento na sociedade. Ele sabe que está sendo pago e financiado e que deve uma prestação de contas sobre o que faz”, disse o presidente do CNPq, Glaucius Oliva. “Ainda há um fosso grande entre aqueles que fazem ciência e aqueles que consomem e financiam a ciência. A sociedade não conhece com profundidade toda a riqueza com que a ciência brasileira tem contribuindo para o desenvolvimento nacional”, avaliou.

    Segundo Oliva, passou a ser papel dos cientistas dar publicidade às atividades de pesquisa, mostrar experimentos e explicar projetos para o público, e ligar o trabalho a inovações que contribuam com as políticas públicas e até mesmo para a criação de novos produtos a serem lançados no mercado.

    A mudança na plataforma Lattes poderá ocorrer em até dois meses. O modelo e a funcionalidade das abas já estão formatados e respeitarão as regras de transparência de informações públicas. O CNPq muda já na próxima semana o portal www.cnpq.br que, entre outras funções, permite acesso à plataforma Lattes.

    Os novos dados informados serão considerados pelos 48 comitês de avaliação do CNPq quando forem aprovar projetos de pesquisa e conceder bolsas de estudo a professores e estudantes universitários. O conselho terá indicadores para avaliação dos trabalhos científicos em quesitos de inovação e de produção em divulgação científica, como ocorre hoje com a cobrança de publicação de artigos científicos, os papers, em revistas especializadas, inclusive do exterior.

    Desde junho do ano passado, o CNPq exige, na submissão eletrônica das propostas de pesquisa e nos relatórios eletrônicos de concessão científica, que sejam descritos, “em linguagem para não especialistas”, a relevância do que está sendo proposto e os resultados atingidos. “Com isso, eu passo a ter um banco fantástico para alimentar [com dados] os jornalistas”, promete o presidente do CNPq. Segundo Oliva, o sistema terá busca de projetos e relatórios por palavras-chave, instituição e área geográfica. Por ano, cerca de 15 mil propostas de pesquisa são recebidas pelo conselho no edital universal (para todas as áreas do conhecimento).

    Com a divulgação das propostas e relatórios, a expectativa de Oliva é despertar o interesse de “jovens talentos” para a ciência e criar uma nova cultura acadêmica em quatro anos – aproveitando o aumento significativo de novos mestres e doutores formados no Brasil. Na década passada, esse número dobrou, tendo atingido mais de 50 mil em 2009.

    Além de mudar a cultura no ambiente acadêmico, o presidente do CNPq imagina que a divulgação de trabalhos e a educação científica possam alterar o comportamento social. “As pessoas têm que usar a ciência no dia a dia. Entender, por exemplo, que há relações de causa e efeito”, observou. “Educar para os valores da ciência e para o método científico na vida pessoal nos protege de extremismos e intolerâncias”, acrescentou Oliva.

    Fonte: Agência Brasil


  • 16th World Congress of Food Science and Technology – IUFoST

    Data final para submissão dos trabalhos até dia 31 de Março de 2012. Informações em http://iufost.org.br/pt-br/Inicio


  • PPGN divulga Classificação Final da Seleção do Doutorado

    Programa de Pós-Graduação em Nutrição divulga Classificação Final da seleção do Doutorado.


  • PPGN divulga Edital de Bolsas do Doutorado

    Programa de Pós-Graduação em Nutrição divulga Edital de Bolsas do Doutorado, as inscrições deverão ser realizadas de 29 de fevereiro a 2 de março de 2012. Informações em Secretaria.


  • Matrícula de 28 de fevereiro a 01 de março de 2012

    Programa de Pós-Graduação em Nutrição disponibiliza quadro de disciplinas ofertadas para 2012/1

    PERÍODO DE MATRÍCULA:  de 28 de fevereiro a 1º de março de 2012


  • CONBRAN 2012 – 26 a 29 de setembro – Recife- PE

    http://www.asbran.org.br/conbran/


  • Consumo de açúcar deve ser regulado, afirmam cientistas

    Doenças infecciosas foram ultrapassadas, pela primeira vez na história, por doenças não infecciosas. De acordo com as Nações Unidas, doenças crônicas não transmissíveis como câncer, diabetes e problemas no coração são responsáveis por cerca de 35 milhões de mortes ao ano.

    Em comentário publicado na edição desta quinta-feira (02/02) da revista Nature, três cientistas da Universidade da Califórnia em San Francisco destacam outro responsável pela mudança na saúde pública mundial, além do cigarro e do álcool: o açúcar.

    Os autores afirmam que os efeitos danosos do açúcar no organismo humano são semelhantes aos promovidos pelo álcool e que seu consumo também deveria ser regulado.

    O consumo mundial de açúcar, apontam, triplicou nos últimos 50 anos. E, apesar de os Estados Unidos liderarem o ranking mundial do consumo per capita do produto, o problema não se restringe a esse ou a outros países desenvolvidos.

    “Todo país que adotou uma dieta ocidental, dominada por alimentos de baixo custo e altamente processados, teve um aumento em suas taxas de obesidade e de doenças relacionadas a esse problema. Há hoje 30% mais pessoas obesas do que desnutridas”, destacaram os autores.

    Mas eles destacam que a obesidade não é o principal problema neste caso. “Muitos acham que a obesidade está na raiz de todas essas doenças, mas 20% das pessoas obesas têm metabolismo normal e terão uma expectativa de vida também normal. Ao mesmo tempo, cerca de 40% das pessoas com pesos considerados normais desenvolverão doenças no coração e no fígado, diabetes e hipertensão”, disseram. Eles destacam que a disfunção metabólica é mais prevalente do que a obesidade.

    No fim das contas, o problema é maior nos países menos ricos. Segundo o estudo, 80% das mortes devidas a doenças não transmissíveis ocorrem nos países de rendas média ou baixa.

    De acordo com os autores do artigo, o cenário chegou a tal ponto que os países deveriam começar a controlar o consumo de açúcar. A regulação poderia incluir, sugerem, a taxação de produtos industrializados açucarados, a limitação da venda de tais produtos em escolas e a definição de uma idade mínima para a compra de refrigerantes.

    Mas, diferentemente do álcool ou do cigarro, que são produtos consumíveis não essenciais, o açúcar está em alimentos, o que dificulta a sua regulação. “Regular o consumo de açúcar não será fácil, especialmente nos ‘mercados emergentes’ de países em desenvolvimento, nos quais refrigerantes são frequentemente mais baratos do que leite ou mesmo água”, destacaram.

    O comentário The toxic truth about sugar, de Robert H. Lustig, Laura A. Schmidt e Claire D. Brindis, pode ser lido por assinantes da Nature em www.nature.com.


  • Revista Malagueta

    A Malagueta Comunicação lança o site Revista Malagueta, com conteúdo sobre Alimentação e Cultura.

    Veja a Edição 01 da Revista Malagueta: http://newsletter.malaguetacomunicacao.com.br/show/2/21701-95ef7ce0bfb0