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Programa de Pós-Graduação em Nutrição

Exames de Qualificação de Mestrado PPGN
Publicado em 23/06/2016 às 2:42 pm

convite exame qualificacao JhulielliCONVITE Ingritty29-06 Lote Miguel05-07 Mariane A.Convite Exame de Qualificacao06-07 Mariana G.Convite qualificação de mestrado AngelicaConvite Qualificação - Vitória BianchiniConvite de exame de qualificacao Mestrado-Suellen12-07 Luana13-07 Rafaella

convite Priscila Paola Wildner14-07 Sandy15-07 Liege15-07 Elizangela

Convite Exames de Qualificação de Doutorado 2016
Publicado em 03/05/2016 às 10:04 am

Convite qualificação de doutorado Ricardo FernandesConvite qualificação de doutorado Camila Elizandra rossi20-07 Daniela25-08 Suellen M.

Convite Defesa de Doutorado
Publicado em 29/07/2016 às 2:16 pm

convite de defesa Diane

DEMETRA: Alimentação, Nutrição & Saúde publica nova edição
Publicado em 26/07/2016 às 3:25 pm

A revista DEMETRA: Alimentação, Nutrição & Saúde acaba de publicar seu último número (v. 11, n. 2, 2016), disponível em: http://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/demetra.

Convidamos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu interesse.

Abertas as inscrições para a IV Mostra de Experiências de Alimentação e Nutrição no Sistema Único de Saúde
Publicado em 20/07/2016 às 1:02 pm

A Coordenação-Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN), em parceria com o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN), e a Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), realizará a IV Mostra de Experiências em Alimentação e Nutrição no SUS no dia 26 de outubro de 2016, durante o CONBRAN 2016 – XXIV Congresso Brasileiro de Nutrição, em Porto Alegre – RS

A IV Mostra tem o objetivo de identificar, valorizar e divulgar as ações exitosas que apontam caminhos possíveis para concretização do propósito da Política Nacional de Alimentação e Nutrição (PNAN): a melhoria das condições de alimentação, nutrição e saúde da população brasileira, mediante a promoção de práticas alimentares adequadas e saudáveis, a vigilância alimentar e nutricional, a prevenção e o cuidado integral dos agravos relacionados à alimentação e nutrição.

Poderão ser inscritos para participar da IV Mostra trabalhos e fotografias que relatem experiências de ações de alimentação e nutrição no âmbito do SUS. Serão aceitos relatos de experiência com relação a quatro eixos temáticos:

·         Atenção Nutricional no Sistema Único de Saúde;

·         Gestão das Ações de Alimentação e Nutrição;

·         Formação Profissional e Educação Permanente; e

·         A interface da Saúde em Todas as Políticas.

As inscrições dos trabalhos deverão ser feitas até dia 05 de agosto somente pela internet no link http://www.conbran.com.br/mostra.php , conforme especificações do Regulamento.

Será realizado um processo próprio de inscrição e seleção para participação na IV Mostra de Experiências de Alimentação e Nutrição no SUS. Desse modo, esclarecemos que a IV Mostra ocorrerá durante o XXIV CONBRAN, mas a participação na mesma não estará vinculada à inscrição e participação no Congresso. Isso significa que a inscrição na IV Mostra não dará direito automático de participação no XXIV CONBRAN.

Ainda, os trabalhos já inscritos no XXIV CONBRAN poderão participar da IV Mostra desde que façam inscrição na mesma.

Divulgue aos seus contatos e compartilhe sua experiência!

Maiores informações pelo e-mail ivmostra.nutricao@gmail.com

Comissão Organizadora da IV Mostra de Experiências de Alimentação e Nutrição no SUS

Coordenação Geral de Alimentação e Nutrição (CGAN)

Departamento de Atenção Básica (DAB/SAS)

Ministério da Saúde (MS)

Notificação dos açúcares de adição em rótulos de alimentos industrializados comercializados no Brasil
Publicado em 20/07/2016 às 12:49 pm

Esta pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) no âmbito do Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). É resultado da dissertação de mestrado defendida pela nutricionista Tailane Scapin, em julho de 2016, sob a orientação da professora Rossana Pacheco da Costa Proença em parceria com a professora substituta Ana Carolina Fernandes. O estudo foi apoiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) por meio da concessão de bolsa de mestrado à aluna.

A dissertação está inserida em um projeto amplo sobre rotulagem de alimentos que conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

A presente pesquisa teve como objetivo investigar como os açúcares de adição são notificados na lista de ingredientes dos rótulos de alimentos industrializados disponíveis para venda em um supermercado pertencente a uma das dez maiores redes de supermercados do Brasil. Os açúcares de adição são açúcares e xaropes adicionados aos alimentos e bebidas durante o processamento industrial, a preparação culinária ou à mesa. Além dos açúcares de adição em si, os alimentos podem apresentar ingredientes passíveis de contê-los (IPAA), definidos como aqueles que, devido à composição conhecida ou à característica doce, podem apresentar açúcares de adição em sua formulação. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda a limitação no consumo dos açúcares de adição para não mais que 10% das calorias totais diárias em virtude das evidências da relação entre o consumo excessivo desses açúcares de adição e prejuízos à saúde. Contudo, não há declaração quantitativa dos açúcares de adição na informação nutricional dos rótulos, sendo a lista de ingredientes a única forma de identificação da presença desses açúcares nos alimentos industrializados.

Foram analisados 4539 alimentos industrializados, dos quais 70% apresentavam açúcares de adição ou Ingredientes passíveis de contê-los (IPAA) em sua composição. Houve a identificação de 262 nomenclaturas diferentes para se referir aos açúcares de adição ou IPAA. Os tipos de açúcares de adição mais frequentes foram açúcar, seguido de maltodextrina e xarope de glicose. Os IPAA mais frequentes foram gelatina, chocolate e polpa de tomate.

Os alimentos incluídos na pesquisa foram divididos segundo os grupos de alimentos propostos pela legislação brasileira, resolução RDC nº 359 de 2003 da ANVISA. Em sete dos oito grupos alimentares constantes na legislação, houve a presença de açúcares de adição em mais da metade dos alimentos que compunham cada grupo. O grupo VII, dos açúcares e produtos com energia proveniente de carboidratos e gorduras, foi o que apresentou maior prevalência de alimentos com açúcares de adição. Conforme esperado, quase a totalidade dos alimentos desse grupo (92%), que inclui biscoitos doces, bolos, geleias e chocolate, apresentou açúcares de adição. Porém, também houve prevalência elevada de alimentos com açúcares de adição em grupos de alimentos de sabor predominantemente salgado, como os grupos II – verduras, hortaliças e conservas vegetais (58%), V – carnes e ovos (60%) e VIII – molhos, temperos prontos, caldos, sopas e pratos preparados (61%). O grupo IV, de leite e derivados, também apresentou elevada prevalência de alimentos contendo açúcares de adição, equivalente a 63,5%.

Assim, este estudo evidencia que a maioria dos alimentos industrializados disponíveis para venda no Brasil contém açúcares de adição ou IPAA em sua composição, que pode dificultar o seguimento das recomendações de limitação do consumo propostas pela Organização Mundial da Saúde. Além disso, a variedade de nomenclaturas pode levar os consumidores a ingerir os açúcares de adição sem conhecimento, mesmo que consultem a lista de ingredientes. Tal consequência pode ocorrer em, no mínimo, duas situações. A primeira é a utilização de denominações de ingredientes utilizando termos de difícil compreensão, como a maltodextrina, e a identificação como sendo açúcares de adição. A segunda situação é a dificuldade de identificação da presença de ingredientes passíveis de conter açúcares de adição, como, por exemplo, a polpa de tomate. Nesse contexto, sugere-se a revisão da legislação brasileira de rotulagem de alimentos em dois aspectos. Primeiro, tornando obrigatória a declaração quantitativa dos açúcares de adição na tabela de informações nutricional, para facilitar a identificação e a quantificação dos açúcares de adição pelos consumidores. Segundo, estabelecendo regras mais claras quanto à padronização das nomenclaturas dos ingredientes na lista dos rótulos.

Contatos: Tailane Scapin (tailane.ntr@gmail.com)

Ana Carolina Fernandes (anacarolinafernandes@gmail.com)

Rossana Pacheco da Costa Proença (rossana.costa@ufsc.br)

Documento em PDF: Nota de Imprensa – Dissertação NUPPRE PPGN UFSC Tailane Scapin 2016

Informação Nutricional Complementar em rótulos de alimentos industrializados direcionados a crianças
Publicado em 20/07/2016 às 12:43 pm

A Informação Nutricional Complementar (INC) é um tipo de alegação utilizada nos rótulos para destacar propriedades nutricionais específicas dos alimentos, como por exemplo, o acréscimo de vitaminas ou a redução do teor sódio. Entretanto, a INC não significa que o alimento tem boa qualidade nutricional. Autores discutem se a INC tem o potencial de levar os consumidores a perceberem os alimentos como mais saudáveis do que realmente são. Essa possibilidade se torna ainda mais preocupante quando se considera a presença de INC em alimentos industrializados direcionados a crianças. Tais alimentos estão entre os mais consumidos nessa faixa etária, no qual também é crescente a prevalência de sobrepeso e obesidade.

Diante disso, analisar questões relacionadas à presença de INC nos rótulos de alimentos direcionados a crianças foi o objetivo da tese de doutorado defendida pela nutricionista Vanessa Mello Rodrigues, em julho de 2016, sob orientação da professora do departamento de Nutrição, Giovanna Medeiros Rataichesck Fiates. A pesquisa foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) e no Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com parceria da professora Rossana Pacheco da Costa Proença e apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) por meio da concessão de bolsa de doutorado.

A tese foi desenvolvida em três etapas. A fase inicial investigou a disponibilidade de alimentos direcionados a crianças em um supermercado de Florianópolis, identificou as INC nos rótulos e comparou a composição nutricional entre alimentos com e sem INC. Entre os 5620 alimentos que compuseram o banco de dados, cerca de 10% (535) tinham estratégias de marketing direcionadas a crianças (ex. personagens de desenhos animados, passatempos, brindes) e constituíram a amostra. Mais da metade dos alimentos direcionados a crianças (56,1%) pertencia ao grupo que inclui achocolatados, biscoitos doces recheados, balas, refrigerantes e salgadinhos. Aproximadamente metade dos alimentos avaliados (50,5%) apresentava no mínimo uma INC no rótulo. Os alimentos com INC apresentaram composição nutricional semelhante aos alimentos sem INC para a maioria dos itens avaliados, com exceção do sódio. Alimentos com INC apresentaram maior conteúdo de sódio que alimentos sem INC.

A segunda etapa da pesquisa avaliou a qualidade nutricional dos alimentos com INC nos rótulos direcionados a crianças utilizando duas abordagens diferentes: por perfil nutricional e por nível de processamento. Para avaliação do perfil nutricional foi utilizado o modelo UK Ofcom Nutrient Profiling, que regula a publicidade de alimentos e bebidas direcionados a crianças na televisão do Reino Unido e está sendo implantando nas legislações sobre rotulagem da Irlanda, Austrália e Nova Zelândia. Os alimentos foram classificados em “mais saudáveis” e “menos saudáveis” com base em um escore ponderado relativo ao conteúdo de nutrientes e ingredientes por 100 g de um alimento ou bebida. Para avaliar os alimentos com base no seu nível de processamento, foram utilizadas as recomendações publicadas em novembro de 2014, na 2ª edição do Guia alimentar para a população brasileira. Alimentos in natura e minimamente processados foram considerados “mais saudáveis”, enquanto alimentos processados e ultraprocessados foram classificados como “menos saudáveis”. Após as análises, o modelo baseado no nível de processamento categorizou mais alimentos com INC como „menos saudáveis‟ (96%) do que o modelo por perfil nutricional (74%). Entretanto, independentemente do modelo utilizado, pelo menos 3/4 dos alimentos direcionados a crianças com INC foram classificados como „menos saudáveis‟.

Destaca-se que Vanessa realizou um estágio de doutorado sanduíche na Universidade de Oxford, Inglaterra, com o grupo coordenado pelo criador do modelo UK/Ofcom Nutrient Profiling, prof. Mike Rayner, buscando discutir a aplicabilidade desse modelo aos alimentos comercializados no Brasil. O estágio foi realizado entre janeiro e setembro de 2015, com bolsa do Programa Ciência Sem Fronteiras do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

A etapa final do trabalho buscou investigar a percepção de pais sobre alimentos ultraprocessados com INC nos rótulos direcionados a crianças e se essas alegações poderiam influenciar nas suas escolhas. Foram realizadas entrevistas presenciais com pais de crianças entre 7 e 10 anos. Embalagens de alimentos ultraprocessados com estratégias de marketing para crianças e INC nos rótulos foram utilizadas para orientar a condução das entrevistas. De acordo com os resultados, apenas alguns pais referiram que não se influenciariam pelas alegações nos rótulos, por avaliarem que esses destaques não melhoravam a baixa qualidade nutricional dos alimentos. Por outro lado, apesar de reconhecerem os alimentos ultraprocessados direcionados a crianças como pouco saudáveis, a presença da alegação nutricional pareceu funcionar para alguns pais como mais um estímulo para aquisição tais alimentos, juntamente com a praticidade e boa aceitação dos filhos.

O Código de Defesa do Consumidor, Lei nº 8.078 de 11 de Setembro de 1990, em seu artigo 37, dispõe que é proibida toda publicidade enganosa ou abusiva. Define como enganosa, entre outras questões, “qualquer modalidade de informação ou comunicação de caráter publicitário, capaz de induzir ao erro o consumidor a respeito da natureza, características, qualidade, quantidade, propriedades, origem, preço e quaisquer outros dados sobre produtos e serviços”. Além disso, como abusiva, “publicidade discriminatória de qualquer natureza, que seja capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde ou segurança”. Portanto, a pesquisadora ressalta que o destaque de atributos considerados positivos nos rótulos de alimentos avaliados como não saudáveis tanto pelo parâmetro nacional, baseado no nível de processamento, quanto por um parâmetro internacional, baseado no perfil nutricional, constitui publicidade enganosa e abusiva e deve ser proibido.

A partir dos resultados obtidos na tese, espera-se iniciar a discussão sobre restrições ao uso de INC em alimentos pouco saudáveis. Essas medidas buscam evitar más interpretações que possam promover escolhas pouco saudáveis e contribuir com a proteção à saúde das pessoas, especialmente das crianças, população vulnerável aos efeitos do marketing de alimentos.

CONTATOS:

Vanessa Mello Rodrigues (v.mellorodrigues@yahoo.com.br)

Prof.ª Giovanna Medeiros Rataichesck Fiates (giovanna.fiates@ufsc.br)

Prof.ª Rossana Pacheco da Costa Proença (rossana.costa@ufsc.br)

PPGN/UFSC – http://www.ppgn.ufsc.br/

NUPPRE – http://nuppre.ufsc.br/

Documento em PDF: Nota de imprensa tese PPGN NUPPRE UFSC Vanessa Mello Rodrigues 2016

Seleção Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior 2016 – vigência 2017
Publicado em 20/07/2016 às 12:36 pm

Seleção Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior 2016 – vigência 2017

Conforme edital CAPES nº19/2016, o Programa de Pós-Graduação em Nutrição estipulou algumas diretrizes e regras para a seleção de bolsistas a serem contemplados com as cotas de bolsa de Doutorado Sanduíche no exterior.

Os interessados deverão entregar, para inscrição, entre os dias 19 de julho e 19 de agosto de 2016, os documentos presentes nas Regras do PPGN e no Edital da CAPES para concorrer à bolsa. A seleção será feita conforme as regras vigentes e o resultado será divulgado em 23 de agosto de 2016.

Regras PDSE PPGN UFSC Regras PDSE PPGN UFSC_julho 2016
Edital CAPES PDSE – 2016 Edital CAPES PDSE (2016)

 

 

Pesquisadoras da UFSC incentivam a prática culinária por meio de oficinas‏
Publicado em 20/07/2016 às 12:30 pm

É comum que nos dias de hoje jovens universitários não tenham o hábito de cozinhar. Condições financeiras, falta de equipamentos e utensílios, de tempo, de habilidades ou insegurança na cozinha são barreiras que impedem os estudantes de preparar suas refeições. Além disso, estudos mostram uma mudança nos hábitos alimentares de jovens que saem da casa dos pais ao entrar na faculdade, pois passam a fazer refeições com baixo valor nutricional, principalmente comidas industrializadas, prejudiciais pelo excesso de açúcar, sódio, gordura e conservantes.

Oficina no dia 27 de junho no Laboratório de Técnica Dietética, CCS. Foto: Ítalo Padilha/Agecom/UFSC

Com o objetivo de incentivar a prática culinária e ensinar técnicas de cozinha aos estudantes que moram sozinhos, as doutorandas do Programa de Pós-Graduação em Nutrição da UFSC, Greyce Luci Bernardo e Manuela Mika Jomori, com orientação da professora Rossana Pacheco da Costa Proença, conduziram oficinas de culinária com alunos da Universidade. O projeto é parte da tese de Greyce que, por meio das oficinas, pretende melhorar as práticas alimentares dos estudantes e avaliar a influência da intervenção no costume de cozinhar e consumir alimentos saudáveis.

Greyce relata a necessidade de pesquisar mais sobre essa relação. “Existem alguns programas de intervenção com oficinas culinárias, mas que não trabalham com os conceitos da culinária e nutrição. Não existe ainda estudo aprofundado de que a realização dessas oficinas irá trazer efeito com relação à saúde em determinado público, principalmente a longo prazo, como iremos avaliar”. O projeto tem parceria da professora Margareth Condrasky, que há mais de 20 anos coordena o projeto “Cooking with chefs” na Universidade de Clemson, nos Estados Unidos, onde Greyce fez doutorado-sanduíche pela Capes. A tese de Manuela envolve a tradução, adaptação e validação do questionário utilizado para analisar as habilidades culinárias que, aqui no Brasil, foi respondido por 850 alunos ingressantes no segundo semestre de 2015.

O principal desafio foi adaptar as oficinas à cultura brasileira, uma vez que a comida, o modo de cozinhar e até mesmo as receitas estadunidenses são diferentes. Além disso, a duração das oficinas foi estendida para suprir a necessidade de ensinar aos alunos técnicas básicas de culinária que facilitam o preparo diário das refeições e ajudam a conservação dos alimentos.

Uma participante relata que as oficinas ajudaram a selecionar melhor os alimentos que consome. “Eu já cozinho faz algum tempo, mas passei a prestar atenção em coisas que eu achava que não tinha tanta necessidade, na escolha dos alimentos, principalmente as saladas e outras opções para complementar minha alimentação”, diz Bruna Cardozo de Campos. Outro participante afirma que as oficinas ajudaram a criar confiança na hora de cozinhar. “Eu estou há seis meses morando sozinho e era um desastre na cozinha. Hoje eu já consigo fazer um bife” – diz Luiz Fernando Martins Pastuch.

Bruno Rosa Ramos/Estagiário de Jornalismo Científico/Agecom/UFSC

Fonte: Notícias UFSC

Goiás sediará encontro sobre integridade científica em novembro
Publicado em 21/06/2016 às 8:06 pm

A quarta edição do Brazilian Meeting on Research Integrity, Science and Publications (Brispe) será realizada nos dias 17 e 18 de novembro na Universidade Federal de Goiás (UFG), em Goiânia. O encontro tratará do papel de professores, editoras científicas e agências de fomento na promoção de uma cultura de integridade em universidades e instituições de pesquisa. Pela primeira vez, o evento abrirá espaço para a apresentação de trabalhos orais ou em pôsteres, divididos em duas sessões: políticas de integridade científica e educação. As inscrições podem ser feitas até o dia 2 de agosto pelo site do evento.

“Percebemos que o volume de pesquisas e de programas de pós-graduação em integridade científica cresceu significativamente nos últimos anos. Um dos objetivos do Brispe é difundir esses trabalhos, como forma de impulsionar ainda mais essa área como campo de pesquisa”, diz Sonia Vasconcelos, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e organizadora do evento, que conta com o apoio de diversas instituições, entre elas a FAPESP, a Academia Brasileira de Ciências e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Outra novidade será um curso sobre os mecanismos de correção da literatura científica. “Muitas vezes os deslizes identificados em artigos são frutos de erros honestos, e não necessariamente produto de má-fé. As editoras estão atentas a isso e querem tornar mais transparente o processo de correção de erros”, explica Sonia, para quem a realização do Brispe em Goiás representa uma maneira de disseminar essas discussões no âmbito nacional.

“As três primeiras edições do encontro concentraram-se no eixo Sul-Sudeste”, diz. “Queremos expandir o Brispe para todo o país. Possivelmente, faremos uma edição no Nordeste em 2017.” Em 2014, a FAPESP sediou a terceira edição do Brispe, que teve como mote as práticas de instituições para promover a integridade e a conduta responsável em pesquisas (ver Pesquisa FAPESP nº 223).

A quarta edição do Brazilian Meeting on Research Integrity, Science and Publications (Brispe) será realizada na Universidade Federal de Goiás (UFG)

Fonte: Pesquisa Fapesp

Seleção Bolsa PPGN 2016
Publicado em 21/06/2016 às 12:43 pm

Está aberto Processo Seletivo de Bolsas PPGN 2016.

Os interessados deverão entregar os documentos presentes no edital entre os dias 22 e 24 de junho de 2016, das 10 às 12 horas e das 15 às 17:00 horas, durante horário de atendimento da Secretaria do PPGN.

Edital de bolsas Edital Bolsas PPGN 2016

Anexos

Anexo 01 anexo-01 – Edital-PPGN-Bolsas-Ficha-de-inscrição
Anexo 02 anexo_02 – Edital-PPGN-Bolsas-Declaração_orientador
Anexo 03 anexo-03 – Edital-PPGN-Bolsas-Declaração_aluno
Anexo 04 anexo-04 – Edital-PPGN-Bolsas-declaração_não-trabalho

 

Resultado Seleção de Bolsas

Bolsa Mestrado  Resultado Final Edital Bolsas – MESTRADO
Bolsa Doutorado  Resultado Final Edital Bolsas – DOUTORADO
Relatório Final Relatório Processo Seletivo Bolsas Mestrado e Doutorado PPGN 2016

Os alunos selecionados serão contatados diretamente sobre os procedimentos necessários para cadastro e implementação da Bolsa.

Atualmente estão previstas 08 bolsas CAPES-DS de mestrado e 05 bolsas CAPES-DS de doutorado para implementação. A implementação dessas bolsas acontecerá a partir de 01 de agosto de 2016.

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