Programa de Pós-Graduação em Nutrição
  • Processo Seletivo Mestrado e Doutorado PPGN 2017

    Publicado em 21/12/2016 às 09:32

    Cartaz divulgação seleção PPGN UFSC 2017

    [Atualização 16 de março de 2017] O edital foi retificado e atualizado quanto a data de resultado dos recursos das homologações das inscrições e início da seleção. Onde lia-se “01 de abril”, leia-se “03 de abril”.

    [Atualização] Homologação dos inscritos pode ser acessada pelo link do cartaz.

    [Atualização 25/04/2017 – 16:10] O resultado da Prova de Conhecimento pode ser acessada pelo link do cartaz. Para casos de recurso, verificar as regras descritas no edital.

    [Atualização 26/04/2017] Devido ao movimento de paralisação em Greve Geral, marcado para o dia 28 de abril, sexta-feira, as respostas de recurso poderão ser retiradas na próxima terça-feira, 02 de maio de 2017.

    [Atualização 12/05/2017]  O resultado da análise dos Planos Científicos, Currículos e Memorial Descritivo pode ser acessado pelo link do cartaz. No mesmo documento já está presente o cronograma de arguição dos Projetos. Para casos de recurso, verificar as regras descritas no edital.

     


  • Estudo EpiFloripa tem trabalho selecionado em Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica

    Publicado em 05/05/2017 às 09:34

    O trabalho apresentado pelo grupo de pesquisas do Estudo EpiFloripa, sobre as condições de vida e saúde da população adulta e idosa de Florianópolis, durante o Congresso Brasileiro de Obesidade e Síndrome Metabólica foi eleito entre os cinco melhores do evento. Realizado em Recife, Pernambuco, entre 20 e 22 de abril, o congresso reuniu mais de 2 mil pesquisadores da área.

    Os pesquisadores, da área da saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) apresentaram o trabalho: “Associação entre Síndrome Metabólica com hipovitaminose D na população adulta de Florianópolis – Estudo EpiFloripa”, que faz parte de dissertação de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Nutrição. Os autores do estudo são Angelica Scherlowski Fassula, mestranda do Programa de Pós-Graduação em Nutrição; Marui Weber Corseuil, pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva; Diego Augusto Santos Silva, professor do Departamento de Educação Física; Yara Maria Franco Moreno, professora do Programa de Pós-Graduação em Nutrição e do Departamento de Nutrição – todos da UFSC; e David Alejandro Gonzalez-Chica, professor da Universidade de Adelaide, Austrália.

    A pesquisa evidenciou a associação da hipovitaminose D com o quadro de síndrome metabólica,  que é composto por três ou mais agravos à saúde, como a hipertensão arterial, o aumento da circunferência de cintura, o aumento da glicemia, o aumento de triglicerídeos e a redução de colesterol HDL.

    O Estudo EpiFloripa começou em 2009, com a coleta de informações por meio de visitas domiciliares. Foram coletados dados sobre o peso, a altura, a pressão arterial e a saúde bucal de 1720 adultos entre 20 e 59 anos. Em 2012, o estudo realizou uma segunda coleta de dados, que também investigou o consumo alimentar de 1220 indivíduos. Os dados dos trabalhos apresentados no Congresso são oriundos da terceira coleta de dados, que aconteceu entre 2014 e 2015.

    Durante a última coleta de dados, em torno de 720 indivíduos tiveram acesso a exames laboratoriais, que permitiram fazer o diagnóstico da Síndrome Metabólica, bem como exames de imagem que incluíram dados sobre a densidade mineral óssea, percentual de gordura corporal, e risco cardiovascular avaliado pelo nível de obstrução das artérias.

    Em todas as coletas de dados buscou-se comparar perfis a informações sócio-demográficas, como idade, sexo, renda, composição familiar, acesso à educação, serviços de saúde, entre outros.

     

    Com informações de Angelica Scherlowski Fassula


  • Pint of Science

    Publicado em 30/04/2017 às 19:04

    O festival Pint of Science tem como objetivo proporcionar debates interessantes, divertidos e relevantes sobre as pesquisas científicas mais recentes em um formato acessível para o público. Tudo isso em ambientes descontraídos como cafés, restaurantes e bares.

    O evento foi criado para proporcionar debates sobre tópicos científicos com quem faz ciência. É realizado por voluntários e foi criado por uma comunidade de estudantes de pós-graduação e de pós-doutorado em 2013, na Inglaterra.

    Em 2017, o evento acontecerá em 11 países, em mais de 100 cidades, durante 3 noites: será um grande festival!

    Confira a programação em Florianópolis:

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  • Seminário “Desafios além da Carne Fraca: comida, saúde e ambiente”

    Publicado em 06/04/2017 às 11:32

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  • PESQUISA SOBRE ALIMENTOS INTEGRAIS

    Publicado em 06/04/2017 às 11:25

    Quanto mais integral, melhor!

    Pesquisa do Idec aponta que, para a maioria dos consumidores, apenas alimentos com mais de 50% de cereais integrais devem ser classificados como tal no rótulo

    IMAGEM DE DESTAQUEA oferta de alimentos integrais vem aumentando nos últimos anos. Facilmente, encontramos no supermercado uma variedade enorme de produtos desse tipo, desde macarrão até biscoitos recheados. Contudo, esse crescimento trouxe à tona a pergunta: o que um produto precisa conter para ser chamado de integral?

    Uma pesquisa de opinião online realizada pelo Idec em novembro de 2016 constatou que, para 85,5% dos participantes, um produto só deveria utilizar o termo “integral” no rótulo se possuir, no mínimo, 50% de cereais integrais em sua composição. Desses consumidores, 48,6% consideram aceitável que o produto contenha entre 50% e 90% desse tipo de ingrediente; já 36,9% acreditam que 100% dos cereais deveriam ser integrais. A pesquisa obteve 944 respostas de internautas de todo o Brasil.

    Muito diferente do que esperam os consumidores, hoje, no Brasil, não existem regras claras para um produto ser declarado integral. Com isso, alimentos que contêm quantidades pouco significativas ou nem apresentam cereal integral entre os seus componentes utilizam esse termo livremente.

    A boa notícia é que, desde junho do ano passado, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vem se movimentando para criar uma nova regulamentação para esses alimentos. Considerando que novas regras devem surgir em breve, o objetivo da pesquisa foi saber a opinião dos maiores interessados no assunto: os consumidores. Veja, a seguir, os principais pontos em discussão.

    INFORMAÇÃO OBSCURA

    A iniciativa da Anvisa de regulamentar o assunto resultou de uma pesquisa realizada pelo Idec com biscoitos integrais, publicada em março de 2016 na REVISTA DO IDEC (edição no 205). O levantamento revelou que a ausência de critérios, em muitos casos, confunde o consumidor. Apenas 3 de 14 biscoitos avaliados continham farinha de trigo integral ou cereal como principal ingrediente; seis deles tinham mais farinha refinada do que integral e cinco nem continham farinha ou cereais integrais em sua fórmula.

    Para obter essa informação, hoje é preciso consultar a lista de ingredientes, que apresenta a composição do alimento em ordem decrescente: o primeiro da lista é o que está presente em maior quantidade, e o último, em menor. Mas muita gente desconhece essa regra. “Entre o público leigo, pouquíssimas pessoas leem a lista de ingredientes para saber se o alimento é integral ou não. A maioria acredita no que está escrito no rótulo”, afirma Mariana Garcia, nutricionista do Idec.

    Embora a lista de ingredientes seja uma fonte de informação importante, ela é limitada – não dá para saber a quantidade exata de cereais integrais, apenas se tem mais ou menos do que refinados (alguns fabricantes informam o percentual na lista, mas não são obrigados). Além disso, a lista também pode confundir.

    Hoje, muitos fabricantes utilizam farinha de trigo reconstituída na formulação de produtos integrais. Contudo, 67,2% dos participantes da pesquisa afirmaram não saber o que significa esse termo; entre os que o conheciam, só 25,4% acertaram sua definição. Preocupa ainda mais a confusão que esse termo causa ao se considerar que parte significativa das pessoas que respondeu ao questionário é profissional da área da saúde (23,7%) e possui nível elevado de escolaridade (37,7% são pós-graduados).

    A farinha de trigo reconstituída é formada pela mistura de farinha refinada e farelo de trigo, um dos constituintes separados do trigo integral durante o processo de refino. As indústrias do setor alegam que o uso desse ingrediente mantém a composição “integral” do produto, pois adiciona fibras a ele. Mas a nutricionista do Idec esclarece que não é bem assim. “O farelo de trigo tem mais fibras, mas o grãointegral não é só isso, ele tem outros nutrientes que se perdem no processo de refino”, explica. “Ao utilizar esse tipo de ingrediente em vez do grão integral, a indústria poderia alegar no rótulo que o produto contém mais fibras, mas não chamar esses alimentos de integrais”, defende.

    Durante a pesquisa, após a definição de farinha de trigo reconstituída ser apresentada, 92,7% dos participantes da pesquisa consideraram que produtos formulados com esses ingredientes não podem ser chamados de integrais.

    IMAGEM DE DESTAQUE

    Fonte: IDEC


  • Estudo relaciona modelos de informações nutricionais com alimentação mais saudável

    Publicado em 20/03/2017 às 11:06

    Uma pesquisa realizada no Programa de Pós-Graduação em Nutrição (PPGN) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)  mostrou que os estudantes universitários optam por refeições mais saudáveis nos restaurantes dependendo do tipo de informação mostrada nos cardápios. O estudo foi realizado no Brasil e na Inglaterra, onde eram apresentados cardápios com diferentes informações nutricionais aos estudantes antes de se servirem. A pesquisadora espera que a partir do estudo possam ser adotadas medidas legislativas com relação às informações nutricionais nos cardápios do Brasil e do mundo.

    A pesquisa, conduzida em duas etapas, fez parte da tese de doutorado da nutricionista Renata Carvalho de Oliveira, com orientação da professora do Departamento de Nutrição da UFSC, Rossana Pacheco da Costa Proença. Na primeira etapa, foram realizadas entrevistas em grupo, utilizando a técnica chamada de “grupos focais”, com estudantes universitários da Grande Florianópolis e da Bournemouth University, na Inglaterra. Foram apresentados aos participantes cinco modelos de informações nutricionais em cardápios de restaurantes: informação numérica de calorias; informação numérica de calorias e nutrientes; informação de semáforo nutricional (traffic light system); e informação alimentar, contendo lista de ingredientes e símbolos de alerta (como os de “contém glúten” e “vegetariano”).

    Exemplo de semáforo nutricional.

    A segunda etapa do estudo correspondeu a um ensaio realizado em um restaurante de Florianópolis, que contou com a participação de 233 estudantes. Eles foram alocados aleatoriamente para receber um dos tipos de cardápio. Como resultados da intervenção da segunda etapa, a escolha de alimentos mais saudáveis foi significativamente maior entre os participantes que receberam o cardápio contendo informações com lista de ingredientes e símbolos de alerta. Por ser mais compreensível e útil na hora de realizar as escolhas das refeições, os estudantes universitários brasileiros e ingleses preferiram o modelo de informação nutricional com lista de ingredientes e símbolos de alerta ao invés de informação numérica de calorias e nutrientes, pois muitos não conseguem interpretar se os valores nutricionais são benéficos à saúde ou não.

    Renata conta que a parte mais difícil na execução da pesquisa foi recrutar voluntários para participar do estudo. “A principal dificuldade foi conseguir voluntários, principalmente aqui no Brasil. Lá fora é muito mais atrativo, os estudantes recebem recompensas. Aqui (no Brasil) os estudantes participam apenas pela boa vontade de contribuir na pesquisa.”

    A tese de doutorado foi intitulada “Modelos de Informações Nutricionais em Restaurantes e Escolhas Alimentares Saudáveis de Estudantes Universitários” e será publicada, em breve, no Repositório Institucional da UFSC.

    Bruno Rosa

    Estagiário de Jornalismo Científico da Agecom/UFSC

     

    Imagem de destaque: http://www.freeimages.com/

    Postagem original em 17/01/2017: http://noticias.ufsc.br/2017/01/estudo-relaciona-modelos-de-informacoes-nutricionais-dos-cardapios-com-alimentacao-mais-saudavel/#more-156246


  • Consulta Pública – Atendimento da Secretaria dos Programas de Pós-Graduação do CCS

    Publicado em 08/03/2017 às 12:26

    http://esagjr.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Pesquisa.jpg

    A secretaria dos Programas de Pós-Graduação do CCS estão consultando os alunos, docentes e comunidade externa acerca do atendimento realizado pela secretaria.

    Elaboramos um questionário rápido para tratar sobre isso que pode ser acessado pelo link: https://goo.gl/forms/5mbWoBVFr9svnyEe2

    Nesse primeiro momento será sobre o horário de atendimento da secretaria.

    Agradecemos desde já por sua participação.


  • Edital de Seleção Bolsa Pós-Doutorado – PNPD/CAPES – 2017

    Publicado em 23/02/2017 às 12:21

    Está aberto Edital de Seleção para bolsita Pós-Doutorado no Programa de Pós-Graduação em Nutrição – PNPD/CAPES (Clique aqui para acessar o Edital).

    O processo de inscrição ocorrerá entre os dias 15 a 22 de março de 2017 na Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Nutrição.

    Em caso de dúvidas, encaminhar e-mail para ppgn@contato.ufsc.br

    [ATUALIZAÇÃO 24/03/2017] HOMOLOGAÇÃO DOS INSCRITOS: CLIQUE AQUI

    [ATUALIZAÇÃO 29/03/2017] RESULTADO FINAL: A comissão de avaliação informa que não teve tempo hábil para emissão do parecer final, portanto deverá divulgar o resultado final no dia 30 de março de 2017.

    [ATUALIZAÇÃO 30/03/2017] RESULTADO FINAL: CLIQUE AQUI

     


  • Defesa de Dissertação de Mestrado PPGN

    Publicado em 06/12/2016 às 13:24

    CONVITE DEFESA DISSERTAÇÃO CLARICE PERUCCHI LOPESConvite Dissertação Jéssica MüllerConvite da defesa de Dissertação_ Mestranda Ivana Moreira


  • Defesa de Tese de Doutorado PPGN

    Publicado em 16/11/2016 às 15:12

    convite tese Renata Carvalho de Oliveira