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Normas para obtenção e manutenção das bolsas no PPGN
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Processo seletivo Mestrado e Doutorado 2013
A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Nutrição divulga a relação dos candidatos aprovados na Análise de Curriculum e Memorial/Plano Científico de Trabalho, do Mestrado e Doutorado para 2013
Data da entrevista dia 29-04-2013
Os selecionados devem observar o seu horário da entrevista.
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Resultado Processo Seletivo 2013 (Prova de Conhecimento)
A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em Nutrição divulga a relação dos candidatos aprovados na Prova de Conhecimento do Mestrado e Doutorado para 2013.
Candidatos Mestrado: PPGN Me
Candidatos Doutorado: PPGN Do
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Homologação do Processo seletivo 2013
A Coordenação do PPGN divulga o resultado do Processo seletivo 2013.
– Mestrado: Inscrições Homologadas Mestrado 2013
– Doutorado: Inscrições Homologadas Doutorado 2013
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Artigo publicado pela revista The Lancet evidencia o papel da indústria transnacional de alimentos ultra-processados na pandemia de doenças crônicas
Uma das mais importantes publicações científicas na área de saúde, a Revista The Lancet publicada no Reino Unido pelo Lancet Publishing Group, trouxe em fevereiro um artigo intitulado “Profits and pandemics: prevention of harmful effects of tobacco, alcohol, and ultra-processed food and drink industries’.
O estudo analisa os efeitos sobre as doenças crônicas de produtos que o artigo denomina ‘unhealthy commodities’. Essas mercadorias incluem, ao lado do tabaco e das bebidas alcoólicas, produtos alimentícios que são ultra-processados. Após caracterizar essas ‘mercadorias que produzem doença’, em particular o que seriam alimentos ultra-processados, o artigo descreve a evolucao de suas vendas no mundo mostrando um enorme crescimento nos países de baixa e média rendas. Além disso, o artigo examina as estratégias utilizadas pelas indústrias transnacionais que produzem e comercializam tabaco, alcool e alimentos ultra-processados para minar políticas públicas que poderiam inibir o crescimento do seu consumo pela populacao. Estratégias similares são compartilhadas pelas tres industrias.
Os autores do artigo avaliaram então a eficácia de três alternativas para a prevenção dos efeitos danosos dessas três indústrias para a saúde da população: a auto-regulamentação, parcerias público-privadas e regulação pública. A conclusão principal é que apenas a regulação pública seria eficaz e que as indústrias de ‘mercadorias que produzem doença’, incluindo a indústria de alimentos ultra-processados, não deveriam ter nenhum papel na formação nacional ou internacional de politicas de combate a doencas crônicas.
Docente do departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da USP, Carlos Monteiro, foi um dos autores do artigo. Ele espera que a publicação deste artigo pela revista Lancet contribua para que as autoridades responsáveis pela Saúde Pública, no Brasil e nos demais países, atentem para a importância de políticas e ações que regulamentem as agressivas e eficazes estratégias de marketing utilizadas com tanto sucesso pelas indústrias de alimentos ultra-processados.
- Veja aqui, o artigo na íntegra.
Fonte: Faculdade de Saúde Pública
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Processo Seletivo PPGN 2013
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CAPES divulga lista Qualis da Nutrição
Capes acaba de divulgar a Lista QUALIS da área da Nutrição
O comunicado foi feito pelo Sr. Gilberto Kac, coordenador da área. A consulta poderá ser efetuada diretamente no site da Capes, acessando o WebQualis, assim como no documento abaixo.
A seguir você também poderá acessar o comunicado 01/2013 onde consta a atualização do WebQualis da área.
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Desperdícios de alimentos
Ação leva a população a refletir sobre o desperdício de alimento no Dia Mundial da Alimentação. Acesse ao vídeo aqui
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Erros em artigos científicos brasileiros são mais conceituais do que de expressão
A redação científica ainda representa o “calcanhar de Aquiles” de muitos pesquisadores brasileiros. E os erros cometidos ao escrever uma tese ou artigo científico estão muito mais relacionados a problemas de metodologia de pesquisa do que à falta de habilidade com as palavras para apresentar os resultados de forma clara, concisa e interessante.
A análise de Gilson Volpato, professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Botucatu, está na sexta edição revisada e ampliada do livro Ciência: da filosofia à publicação.
Lançada no início de dezembro, a edição acrescenta quatro novos capítulos aos nove da primeira edição, publicada em 1998. Um deles apresenta um breve resumo da história da filosofia para explicar por que a ciência é feita tal como é hoje – aceitando conclusões apenas se forem baseadas em evidências empíricas (comprovadas experimentalmente).
A ideia desse capítulo, segundo Volpato, é demonstrar ao leitor o caráter indissociável entre a prática da ciência e questões teóricas e filosóficas, e que só é possível fazer boa ciência e escrever artigos para publicação em revistas de elevado fator de impacto quando se tem uma boa formação filosófica e um entendimento muito preciso dos conceitos científicos.
“É necessário ter uma compreensão muito clara sobre o que é fazer ciência para realizar boas pesquisas, que resultem em artigos sólidos para serem publicados em revistas de alto nível. Não dá só para corrigir a ponta desse processo – a redação científica – sem ter uma base bem fundamentada por trás disso”, disse Volpato à Agência FAPESP.
Especialista em redação e publicação científica, o autor – que dá cursos na área e já auxiliou pesquisadores brasileiros a reescreverem mais de 250 artigos científicos nas áreas de humanas, exatas e biológicas – avalia que alguns dos artigos publicados por cientistas do país apresentam muitos problemas estruturais.
Entre eles estão introduções que não cumprem essa função, tabelas, gráficos e figuras incompreensíveis, métodos duvidosos e dados que não corroboram as conclusões dos autores mas que, na maioria dos casos, segundo Volpato, apresentam erros inerentes à própria pesquisa.
“Se a pesquisa começou errada e é ruim não tem como fazer mágica no artigo. Se o pesquisador estudou uma questão irrelevante, por melhor que sejam os resultados, eles jamais resultarão em artigos científicos que extrapolarão as fronteiras sequer de seu laboratório e que dirá do Brasil”, disse.
Um dos principais erros conceituais nos trabalhos publicados por alguns cientistas brasileiros, de acordo com Volpato, é querer fazer ciência para solucionar problemas pontuais e localizados, sem tratar o fenômeno geral, que justamente tem a capacidade de resolver problemas pontuais.
Prova disso, de acordo com o especialista, é que no próprio título de alguns trabalhos publicados ainda aparecem o nome da instituição ou da cidade onde a pesquisa foi realizada e os dados foram coletados, reforçando a ideia de que o estudo está circunscrito àquele local.
“Para fazer ciência, realmente é preciso de dados que são coletados de algum lugar. Mas o problema é que alguns pesquisadores brasileiros coletam dados de um determinado lugar e só se preocupam com aquele lugar especificamente”, afirmou Volpato.
“É muito diferente de pegar os dados de um determinado lugar e construir uma ciência geral, que resolve questões particulares, como pode ser visto em artigos publicados por cientistas estrangeiros em grandes revistas científicas internacionais. Ainda falta esse aprendizado e ousadia científica ao pesquisador brasileiro”, compara.
Questões pontuais
Segundo Volpato, alguns dos fatores responsáveis pela ausência da ciência geral são a falta de formação filosófica sobre o que é necessário para construir conhecimento e o fato de que o Brasil ficou por muito tempo fechado para o mundo. Algumas áreas ficaram dissociadas da ciência produzida no exterior.
Por outro lado, de acordo com Volpato, outras áreas relacionadas à ciência básica, como imunologia, biologia celular e física, sempre tiveram uma inserção internacional natural que continuou e ganhou maior projeção na década de 1990 com os adventos da globalização e da internet.
De acordo com o pesquisador, é preciso rever esse conceito de se fazer ciência sob uma perspectiva estritamente local para que se possa melhorar a qualidade dos artigos científicos publicados por brasileiros e, consequentemente, aumentar a publicação em revistas de alto fator de impacto e citação internacional.
“A redação científica é um forte indicador sobre os conceitos científicos dos autores de forma que para melhorá-la é preciso, primeiramente, corrigir os conceitos dos pesquisadores sobre o que é fazer ciência”, disse.
Volpato também é autor dos livros Método lógico para a redação científica, Bases teóricas da redação científica, Publicação científica, Bases teóricas para redação científica, Administração da vida científica, Pérolas da redação científica, Dicas para redação científica, Lógica da redação científica e Estatística sem dor!.
O professor também divulga seu trabalho no site www.gilsonvolpato.com.br , que oferece artigos, dicas e reflexões sobre redação científica, educação e ética na ciência. O site dá acesso a aulas on-line do curso “Bases Teóricas para Redação Científica”, apresentado por Volpato na Unesp.
Por Elton Alisson – Agência FAPESP
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ICCAS 2013 prorroga prazo de envio de trabalhos
A 8 ª Conferência Internacional sobre a Arte Culinária e Ciência – ICCAS 2013 será realizada de 19 a 21 de junho na Universidade do Porto e está selecionando trabalhos nas modalidades trabalho completo (4000 palavras) e resumos (300 palavras).
O prazo para submissão de trabalhos foi prorrogado até 17 de fevereiro de 2013
17 de fevereiro 2013 – Último dia para os resumos (300 palavras) e papéis (4000 palavras) submissão e autores avisados da sua aceitação no prazo de 8 semanas.
Consulte as instruções para a submissão de propostas no site do ICCAS 2013.
Fonte: ICCAS 2013 | Conferência Internacional sobre Culinary Arts and Sciences






