UFSC Explica: o que é Coleta Seletiva?

09/06/2017 13:41

No Dia do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, será lançada a primeira etapa da campanha “Coleta Solidária na UFSC”. Nesta edição do UFSC Explica, às vésperas da comemoração desse dia de conscientização e de proposição de novos comportamentos, a engenheira sanitarista e ambiental da Prefeitura Universitária (PU/UFSC), Sara Meireles, responde perguntas que contemplam o cenário da coleta seletiva no Brasil, dados sobre os resíduos gerados na universidade, informações sobre destinação adequada e sobre o trabalho dos catadores de materiais recicláveis, além de dicas para começar hoje mesmo a separar o lixo e informações em primeira mão sobre a campanha.

Sara é mestre em Engenharia Ambiental na área de Gestão e Gerenciamento de Resíduos Sólidos na UFSC, responsável-técnica pelo Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da universidade e presidente da Comissão para a Coleta Seletiva Solidária da UFSC. Também colaboraram para essa edição a engenheira sanitarista e ambiental da PU, Branda Vieira, e as bolsistas do Projeto de Extensão “Educação Ambiental para a Implementação da Coleta Seletiva Solidária na Universidade Federal de Santa Catarina” do Núcleo de Educação Ambiental (Neamb), Bruna Moraes Vicente e Natália Silvério.

1. O que é coleta seletiva solidária?

Coleta seletiva é o recolhimento de resíduos sólidos recicláveis, previamente segregados na fonte, para promover sua valorização, por reciclagem, compostagem, reutilização, recuperação, ou outra forma de destinação final ambientalmente adequada. A UFSC implantará a “Coleta Seletiva Solidária” para promover essa valorização com a inclusão social e econômica dos catadores.
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Prática da agricultura urbana é regulamentada em Florianópolis

08/06/2017 13:55

A geografia da cidade, a ocupação e uso do solo e a “vocação” dos habitantes fazem de Florianópolis uma cidade ideal para o desenvolvimento da agricultura urbana. Esta é a visão da Rede Semear, entidade composta por secretarias municipais, organização civil e grupos autogestionados, responsável pela elaboração do Programa Municipal de Agricultura Urbana, sancionado pelo prefeito Gean Loureiro nesta segunda, 5 de junho. O programa é fruto de estudos e trabalhos da rede ao longo dos últimos três anos e envolve diversos setores da sociedade.

De acordo com Francisca Daussy, da Secretaria Municipal de Saúde e da Rede Semear, a proposta é consolidar a gestão dos resíduos sólidos, estimular hábitos de vida saudáveis, o cultivo e uso de fitoterápicos e a manutenção de terrenos limpos, livres de vetores de doenças.

– Queremos utilizar como espaço de horta comunitária os terrenos baldios que têm descarte irregular de lixo e se transformam em criadouros do Aedes Aegypti. Outro aspecto é o fomento à compostagem, que retira os resíduos orgânicos dos aterros sanitários e dá uma destinação mais adequada. Junto disso, as hortas e as compostagens podem ser geradoras de renda para muitas famílias – afirma.

Na prática, o programa estabelece apenas diretrizes para ações agroecológicas que envolvam produção, agroextrativismo, coleta, transformação e prestação de serviços, de forma segura. Com a sanção do prefeito, as atenções se voltam para a busca por recursos que permitam o desenvolvimento do programa.

– O decreto dá visibilidade para a agricultura urbana e concilia várias ações que já acontecem na cidade, mas não trata das questões orçamentárias. É importante que a prefeitura coloque a agricultura urbana como um pilar de desenvolvimento da cidade e invista nisso, senão o programa não se transformará em ações práticas – pondera o vereador Marcos José de Abreu (PSOL), um dos idealizadores do projeto.

O prefeito Gean Loureiro reforçou a importância de investir em práticas sustentáveis, que condigam com as mudanças sociais.

– Esse programa nos ajuda a alcançar o objetivo de tornar Florianópolis uma das cidades mais criativas e inteligentes do mundo – disse o prefeito.
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Egressa do PPGN e membro do NUPPRE vai fazer pós-doutorado na OMS

05/06/2017 13:18

Nathalie Kliemann, Nutricionista e Mestra em Nutrição pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), membro do Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE), está finalizando Doutorado Pleno na University College London (UCL), Inglaterra, com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).

Sob orientação das professoras Rebecca Beeken e Fiona Johnson do departamento de Ciências do Comportamento e da Saúde da UCL, a tese teve como objetivo investigar o papel das habilidades de autorregulação do comportamento alimentar no controle do peso e da dieta em adultos. Dentre os quatro estudos que compõem a tese, Nathalie avaliou o efeito da intervenção ‘Ten Top Tips for weight loss (10TT)‘, desenvolvida pelo ‘Cancer Research UK’, na capacidade de autorregulação de indivíduos obesos e o impacto do aprimoramento da autorregulação na perda de peso.

Dando continuidade a esse estudo, Nathalie foi selecionada para realizar pós-doutorado fellowship na Agência Internacional de Pesquisa em Câncer da Organização Mundial da Saúde (IARC/WHO), em Lyon, França. Nos próximos dois anos ela avaliará o impacto da perda de peso promovida pelo 10TT e por outras intervenções comportamentais, na redução de risco de Câncer Colorretal.

 

Plenária indica a conselheira Elisabetta Recine para presidir o Consea

24/05/2017 14:03

A nutricionista, professora e pesquisadora Elisabetta Recine foi escolhida pelos integrantes do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) para presidir o órgão no período 2017-2019. O nome foi definido em consenso durante reunião plenária na manhã desta quinta-feira (19), em Brasília, com a presença de praticamente todos os conselheiros titulares e suplentes.

A indicação agora será submetida ao presidente da República, Michel Temer, a quem compete a nomeação oficial. A presidência do Consea, de acordo com a lei 11.346/06, deve ser exercida por representante da sociedade civil.

Caso seja confirmada a escolha, Elisabetta será a segunda mulher a ocupar a presidência do Consea, sucedendo no cargo a antropóloga Maria Emília Pacheco. O conselho foi criado em 1993, desativado em 1995 e recriado em 2003. Em ordem cronológica, os outros presidentes do Consea foram Dom Mauro Morelli, Luiz Marinho, Chico Menezes e Renato S. Maluf.
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